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Revisão de Príncipe William: Podemos acabar com os sem-teto – um membro da realeza é realmente a pessoa certa para este trabalho? | Televisão e rádio

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Lucy Mangan

Monarquista, não sou. Pragmático, eu sou. Então se Príncipe Guilherme quer tentar acabar com a falta de moradia por meio de uma nova iniciativa chamada Homewards e testá-la em seis regiões de teste, eu digo – faça isso e boa sorte para você. Mas se você for divulgá-lo com um documentário de duas partes na ITV, receio que serei profissionalmente obrigado a julgá-lo pelo seu grau de envolvimento e compreensão do projeto, juntamente com sua articulação telegênica e charme, e deixar de lado o predisposição de carinho por você que sinto por qualquer pessoa que tenha idade suficiente para me lembrar de ter nascido. (Você era tão fofo! Eu tinha oito anos! Foi tão emocionante! Sua foto foi colocada em meu álbum de recortes de Diana, Princesa de Gales, que desde então olhei muitas vezes, totalmente perplexo por ela e eu sermos tão jovens ou tolos.)

De qualquer forma. O herdeiro do trono tem pontuações bastante altas em todas as categorias. Se não fosse pelo fato de que ainda não estou inteiramente claro bastante a forma como o Homewards vai atingir o seu objetivo de tornar o fenómeno dos sem-abrigo “raro, breve e não repetido”, seria maior. Eu sei que envolve locais emblemáticos, £ 500.000 da Royal Foundation para cada um deles ao longo de cinco anos, desbloquear soluções escaláveis, perguntar às comunidades, adaptar soluções (antes ou depois de ampliá-las, não tenho certeza), estender a mão, trabalhar de baixo para cima , unindo pessoas, iluminando, pondo de lado pensamentos fracassados, construindo coligações, replicando sucessos – mas não sei o que tudo isto significa.

Ele parece compreender as questões fundamentais e conversar com os trabalhadores de caridade e seus clientes nos seus próprios termos. E se ele fica mais feliz conversando com estes últimos do que realmente servindo o jantar ou recolhendo seus pratos sujos, conforme solicitado por Claudette Dawkins, que dirige a cantina onde ele é filmado – bem, acho que há um limite para o que você pode esperar realisticamente de um rei. -esperando. E ele é visivelmente, como atesta o CEO do abrigo para moradores de rua de Londres, The Passage, “muito bom em deixar as pessoas à vontade”.

O programa é uma mistura de entrevistas com o príncipe – perguntas de softball de um interlocutor invisível, em uma sala discretamente bonita que você suspeita ser a mais modesta que eles poderiam encontrar entre, aham, todas as suas propriedades – histórias da vida real de pessoas que ainda estão ligadas ou recentemente desligadas. nas ruas e encontros com fenómenos como Safiya Saeed, fundadora do grupo de jovens Reach Up em Sheffield, a quem deveria ser dedicada uma série inteira. Nós a encontramos dando um discurso estimulante para seus adolescentes sorridentes e embaralhados antes que o príncipe chegue. “Maior respeito!” ela diz, sorrindo de volta, mas adicionando um olhar penetrante. “Comportamento máximo! Mas não seja chato. Seja você, mas não seja você, ok? O carinho entre ela e seus pupilos é quase palpável.

Mais tarde, ela visita uma colega muçulmana, Yusia, que tem cinco filhos e três empregos e cujo senhorio está tentando despejá-los a todos sem aviso prévio (agora proibido pelo novo governo). Eles falam na língua nativa de Yusia enquanto Safiya tenta mitigar o desastre que ameaça. Quando questionada sobre as críticas em torno do privilégio do príncipe, sua opinião é robusta. “Não nos importamos onde ele mora. O importante é que ele está liderando alguma coisa. Se ele não o fizer, quem o fará? Vamos apenas começar.

Sabrina Cohen-Hatton em Príncipe William: Podemos acabar com os sem-teto na ITV1. Fotografia: Andrew Parsons/Palácio de Kensington

Em Londres, a igualmente carismática e sensata Sabrina Cohen-Hatton, que aos 15 anos dormia nas ruas para escapar de uma vida doméstica que era pior do que não ter casa nenhuma e é agora chefe dos bombeiros de West Sussex e serviço de resgate, está investigando possíveis modelos que poderiam ser usados ​​pelo Homewards. Um deles é o Housing First, importado da Finlândia, que instala as pessoas em casas e depois lhes fornece apoio personalizado até que possam viver verdadeiramente de forma independente. Como disse uma pessoa: “Não é ciência de foguetes”. Nem, como observa outro, é caro quando você leva em consideração todos os problemas de saúde e outros problemas que está ajudando as pessoas a evitar.

O Príncipe William parece compreender a complexidade dos sem-abrigo e está interessado em desmantelar as suposições e julgamentos das pessoas. O melhor de tudo é que ele parece, pelos vislumbres que temos deles, estar rodeado de pessoas boas e experientes e não se intimidar por elas ou pelo seu maior conhecimento. Então vamos deixá-lo começar. A questão de quem o fará se ele não o fizer, porém, ainda deve nos ocupar.

Príncipe William: Podemos acabar com os sem-teto, exibido na ITV1



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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