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Revisitado: Dez anos de casamento igualitário – o que mudou? – podcast | Casamento igual

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Presented by Hannah Moore with Lynne Featherstone; produced by Courtney Yusuf and Solomon King; executive producer Homa Khaleeli

Esta semana revisitamos alguns dos nossos episódios favoritos de 2024. Este episódio foi transmitido pela primeira vez em 29 de março.

Crescendo, Lisa nunca pensei que ela iria se casar. Como mulher gay, ela nem pensava que o casamento fosse uma possibilidade. Então, em 2014, casais do mesmo sexo na Inglaterra e no País de Gales finalmente conquistaram o direito de se casarem legalmente. Lisa e seu parceiro, Tracyforam dos primeiros a fazê-lo.

O político liberal democrata Lynne Featherstone diz Hannah Moore por que ela defendeu a igualdade no casamento durante o governo de coalizão. Ela lembra com choque alguns dos comentários feitos sobre quais seriam as consequências da mudança e explica a oposição dos críticos religiosos ao projeto.

Dez anos depois, a Igreja da Inglaterra ainda não realiza casamentos entre pessoas do mesmo sexo, embora permita bênçãos. Padre Jarel Robinson-Brown explica por que, como cristão gay, ele achou isso tão difícil e o que significou mudar para a Igreja do País de Gales, que está trabalhando pela igualdade no casamento.

Pedro McGraith casou-se pouco depois da meia-noite do primeiro dia em que o casamento entre pessoas do mesmo sexo se tornou legal. Ele não é fã da instituição, mas diz que o casamento igualitário foi, no entanto, um passo importante em direção à igualdade plena, enquanto Lisa e Tracey refletem sobre como, para uma geração mais jovem, a controvérsia sobre o casamento igualitário parece “estúpida”.

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Fotografia: Martin Godwin/The Guardian



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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