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Brasileia

Revista põe Brasiléia entre as cidades encantadoras do Brasil

Brasiléia está listada entre as 26 pequenas cidades mais encantadoras do Brasil pela revista Bula. Localizada na fronteira com a Bolívia e gêmea de Epitaciolândia, Brasiléia aparece junto com algumas cidades muito conhecidas, como Bonito, no Mato Grosso do Sul, ou Cidade de Goiás (GO) e Paraty (RJ).

“Localizada às margens do Rio Acre, a pacata cidade de Brasiléia possui uma população estimada de 26 mil habitantes. No início, o município se chamava Brasília, mas seu nome foi mudado, em 1943, para não ser confundido com a futura capital federal. Os principais pontos turísticos da cidade são o Balneário Jarinal, o Balneário Kumarurama, o Igarapé Bahia e a Ponte Binacional Wilson Pinheiro, que faz divisa com a Bolívia”, diz a Bula.

Segundo a revista, o Brasil é um país com grande potencial para o turismo. Entre as capitais que mais atraem visitantes, estão Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis. “Mas, existem algumas pequenas cidades que abrigam belezas surpreendentes e também merecem destaque. A Revista Bula realizou uma enquete para saber quais são, na opinião dos leitores, os municípios com menos de 50 mil habitantes mais encantadores do país. A cidade mais lembrada em cada estado foi incluída na seleção. A lista elenca 26 pequenos municípios, um por estado brasileiro, com exceção do Distrito Federal. Entre as cidades mais votadas, algumas são consideradas patrimônios históricos, como Rio de Contas, na Bahia”.

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Bairros são tomados por facções que expulsam moradores

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Na semana passada, a cidade de Brasileia localizada na fronteira com a Bolívia, foi destaque na imprensa acreana após um aviso que fora pichado na entrada de dois bairros: Leonardo Barbosa e Samaúma.

Lá, os moradores e, principalmente visitantes, deveriam baixar os vidros dos carros ou levantar as viseiras dos capacetes, para sua segurança assinado por facções criminosas.

A ação das autoridades e Prefeitura foi rápida, que tratou de apagar a pichação no dia seguinte e realização de ações policiais diuturnamente para coibir esses grupos criminosos que tentam afrontar o Estado e o judiciário.

Apesar de terem apagado a pichação na entrada, outras existem espalhadas por dentro dos bairros, onde além alertam para entrada de ‘estranhos’, aconselham não praticarem roubos, sob pena de serem penalizados pelo que chamam de ‘tribunal do crime’.

Pensando que tudo teria se acalmado, um pai com seus dois filhos, menores de cinco anos, foram obrigados a fugir de sua casa sob ameaças de morte por parte de um grupo de criminoso. A ordem foi para sair imediatamente e ao sair às presas, teria esquecido os documentos. Ao retornar, só não teria sido molestado devido estar com um táxi lhe esperando.

O nome do homem e de familiares não será divulgado por medida de segurança. Este seria mais uma das vítimas de grupos de facções criminosas que vem crescendo na fronteira e disputam espaços pelas cidades.

Luta contra o crime

As forças policiais militar e civil da fronteira têm trabalhado em conjunto, unindo força no combate contra crimes nas mais diversas formas. Mas, arrombamentos, assaltos, furtos estão sendo uma constante na fronteira.

Desde início de 2018, a regional do Alto Acre (composta por quatro cidades) tinha apenas dois delegados atuando. Por quase oito meses depois, apenas um que é lotado em Xapuri, ficou com esse fardo.

Com o aumento das ações dos criminosos, mais um delegado foi enviado e está atuando por três municípios (Epitaciolândia, Brasiléia e Assis Brasil), enquanto outro assume Brasiléia em breve.

Outro fator que vem desmotivando os policiais seria as audiências de custodia e Leis retrógradas que beneficiam a soltura de criminosos, às vezes mesmo em flagrante delito são liberados e ainda desdenham da Lei.
Enquanto o Estado não olhar com mais rigor para a fronteira e tomar atitude mais rígida, mais famílias irão sofrer com a falta de ações perdendo seu teto para grupos criminosos.

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Facções criminosas impõem normas para visitantes entrarem em bairro de Brasileia

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Uma pichação feita recentemente no Bairro Leonardo Barbosa, hoje considerado um dos mais violentos da cidade de Brasiléia, mostra que grupos de facções tentam intimidar as autoridades e pessoas que queiram entrar na comunidade.

Antes, o muro vinha sendo disputado por pichações entre grupos, dessa vez, tentando mostrar força, o bairro em questão, praticamente é uma ilha cercada pelo rio Acre, fazendo divisa com a cidade de Cobija, lado boliviano.

Muitos desses membros utilizam o rio para fugir quando é realizado diligências por parte das polícias do município.

Para quem quiser acessar o bairro, que já teve quase 300 famílias, deverá baixar o vidro do carro ou levantar a viseira do capacete caso esteja de moto para sua segurança. Ao menos dois grupos de facções assinam a recomendação.

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