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Comerciantes de Cruzeiro do Sul esperam vender 50 mil quilos de peixe durante a Semana Santa

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Na segunda maior cidade do Acre, o peixe é o alimento mais consumido durante o período da Semana Santa e os comerciantes se preparam para vender mais de 50 mil quilos de pescado nesse período. Para isso, os barcos pesqueiros, que desde de fevereiro viajam para cidades do Amazonas para abastecer o mercado, já começaram a chegar com várias espécies. Neste sábado pela manhã, uma embarcação com mais de 10 mil quilos de peixe chegou da cidade de Eirunepé (AM) com matrinxã, piau, pacu, surubim e outras espécies “Vai ter muito peixe para todo mundo nesse período. Além desse batelão, que chegou agora, já tinha chegado ontem um barco com paco e curimatã e ainda vai chegar mais. Não vai faltar peixe durante a Semana Santa”, garante o comerciante João Xavier Correia. Religiosidade A tradição de evitar a carne vermelha nesse período leva os consumidores a ter como base de sua alimentação o pescado. Com isso, alguns vão ao mercado com antecedência para procurar o peixe de qualidade e pesquisar o melhor preço, como é o caso do aposentado Roberto Holanda. “Peixe é não só na Semana Santa, mas como sempre procuro manter as tradições. Nesse período, no máximo que como é um frango e me alimento com minha família, principalmente, de peixe”, disse Holanda. Segundo o presidente da Associação dos Vendedores de peixe de Cruzeiro do Sul, Valdeci Santos, a maior parte do pescado que chega ao mercado é capturada nos rios da região. Outra parte é produzida por piscicultores. Ele afirma que a meta é alcançar o mesmo o volume de vendas do ano passado, quando foram comercializadas 51 toneladas. “O rio deu bastante água e esse ano temos uma maior quantidade de peixe chegando. Ainda estamos aguardando umas quatro embarcações carregadas e a população não deve se preocupar que vai ter bastante peixe”, garante. Com o aumento da oferta, o preço do produto já apresenta redução. Espécies, como piau e pacu, que custavam em média R$ 13 o quilo, estão sendo comercializadas a R$ 10. Mesmo assim, os vendedores reclamam que as vendas ainda estão baixas, mas acreditam que a procura dos consumidores deve aumentar já na segunda-feira (15). 

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