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Revista TIME nomeia Donald Trump como ‘Personalidade do Ano’ | Notícias de Donald Trump

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Magazine diz que estamos “vivendo na Era de Trump”, enquanto o presidente eleito dos EUA descreve deportações em massa e planos de política externa.

A revista TIME nomeou Donald Trump como a “Personalidade do Ano”, dizendo que “talvez nenhum indivíduo tenha desempenhado um papel maior na mudança do curso da política e da história” do que o presidente eleito dos Estados Unidos.

Numa declaração na quinta-feira explicando a escolha, a TIME escreveu que Trump – que derrotou a vice-presidente democrata Kamala Harris para vencer o mês passado eleição presidencial — está vivenciando sua “apoteose”.

“À beira da sua segunda presidência, todos nós – desde os seus apoiantes mais fanáticos até aos seus críticos mais fervorosos – estamos a viver na Era de Trump”, afirmou a revista.

“Por organizar um retorno de proporções históricas, por conduzir um realinhamento político único em uma geração, por remodelar a presidência americana e alterar o papel da América no mundo, Donald Trump é a Personalidade do Ano de 2024 da TIME.”

Trump alcançou a vitória nas eleições de 5 de Novembro, depois de uma campanha marcada por ataques incendiários e retórica muitas vezes odiosa contra migrantes, democratas e outros supostos opositores.

O republicano, que tomará posse em 20 de janeiro, prometeu realizar a maior operação de deportação da história dos EUA – uma promessa que atraiu repreensão dos defensores dos direitos e estimulou uma sensação de medo em muitas comunidades.

No final do mês passado, Trump também ameaçou impor enormes tarifas no México e no Canadá, se os dois países não travarem a migração irregular, bem como o fluxo de drogas ilegais através das suas fronteiras com os EUA.

Numa entrevista à TIME publicada na quinta-feira, o presidente eleito dos EUA disse que estaria disposto a usar o exército para deportar migrantes do país. “Isso não impede os militares se for uma invasão do nosso país”, disse ele, acrescentando que “só faria o que a lei permitir”.

“Mas irei até o nível máximo permitido pela lei”, disse Trump.

Questionado sobre se iria restabelecer uma política que separava as crianças migrantes dos seus pais, Trump disse: “Não creio que teremos de o fazer porque enviaremos toda a família de volta”.

O líder republicano Política externa “América Primeiro” também está sob os holofotes desde sua vitória eleitoral.

Trump prometeu acabar com a guerra na Ucrânia no seu primeiro dia na Casa Branca e adotar uma linha dura contra a China e o Irão.

Ele também reiterou o seu firme apoio a Israel, ao mesmo tempo que ameaçou no início de Dezembro que haveria um “inferno a pagar” se cativos detidos na Faixa de Gaza não são liberados antes de ele assumir o cargo.

Na sua entrevista para a TIME, Trump disse que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, sabe que quer que a guerra em Gaza acabe. Questionado se confia no líder israelita, respondeu: “Não confio em ninguém”.

Trump também disse à revista que discorda do lançamento de mísseis norte-americanos pela Ucrânia em território russo, dizendo que a medida estava a “escalar esta guerra e a torná-la pior”.

Mas disse que usaria o apoio de Washington a Kiev como alavanca contra Moscovo para pôr fim ao conflito. “Quero chegar a um acordo”, disse ele à TIME, “e a única maneira de chegar a um acordo é não abandonar”.

Trump foi nomeado a “Personalidade do Ano” da revista em 2016, quando foi eleito pela primeira vez para a Casa Branca.

Os outros finalistas para a designação deste ano foram Harris, Netanyahu, Proprietário do X, Elon Muske Kate, a princesa de Gales.

A revista sublinha que a sua escolha de “Personalidade do Ano” se baseia no facto de a figura ser “digna de notícia – não necessariamente louvável”, e reconhece que as escolhas são “frequentemente controversas”.

As escolhas anteriores incluem o líder nazi Adolf Hitler e o líder da União Soviética Joseph Stalin, bem como figuras mais populares, como o activista dos direitos civis dos EUA Martin Luther King Jr e a figura anti-apartheid sul-africana e mais tarde o presidente Nelson Mandela.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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