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Rights Group pede a investigação do Burkina Faso Civilian Massacre – DW – 15/03/2025
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Human Rights Watch (HRW), na sexta -feira, convocou Burkina Faso’s Governantes militares para investigar e processar os envolvidos em um aparente massacre de dezenas de civis nesta semana.
Vídeos surgiram supostamente mostrando soldados e milícias matando membros de um grupo nômade, acusado de colaborar com uma revolta islâmica no Região Sahelque abrange o norte central África.
O que se sabe sobre o massacre?
A HRW citou vídeos do incidente publicados nas mídias sociais, que, segundo ele, mostraram o massacre de dezenas de civis dentro e ao redor da cidade de Solenzo e ao redor de Solenzo nos dias 10 e 11 de março.
O direitos humanos O cão de vigilância disse que homens armados usando uniformes identificáveis de milícias locais aliados à junta podem ser vistos nos vídeos parados por aí ou andando entre os corpos.
As várias filmagens mostram 58 pessoas, incluindo mulheres, crianças e idosos “que parecem estar mortos ou morrendo”, disse HRW.
O grupo de direitos acrescentou que o número real poderia ser maior, pois os vídeos mostravam corpos empilhados um no outro, com as mãos e os pés das vítimas.
A HRW disse que as vítimas parecem ser étnicas Fulani, um grupo de pastores principalmente nômades frequentemente estigmatizados em todo o Sahel, acusado de trabalhar com os jihadistas que perseguem a região.
O grupo de direitos disseram que os grupos islâmicos exploraram as frustrações do Fulani sobre a corrupção e a apreensão de recursos naturais recrutá -los para sua causa.
O pesquisador sênior da HRW, Ilaria Allegrozzi, acusou as forças de segurança e as milícias de “cometer crimes graves contra uma população exausta sem medo de conseqüências”.
Allegrozzi pediu às autoridades que “investigassem imparcialmente e processem adequadamente todos os responsáveis por crimes graves”.
A Agência de Notícias da AFP citou uma fonte, dizendo que os autores eram tropas de batalhões criados para combater a insurgência islâmica, bem como membros das milícias pró-Junta.
A fonte disse que o massacre parecia estar em resposta a um ataque islâmico na área no início de março.
Os chamados batalhões de intervenção rápida foram criados pelo líder da junta, capitão Ibrahim Traore, para ajudar na luta contra grupos islâmicos ligados a Al-Qaeda e o auto-proclamado Estado islâmico (É).
Juntamente com as milícias voluntárias, armadas pelo governo, esses batalhões foram regularmente acusados de abusos contra civis.
Vídeos de massacre de rótulos de PM
O primeiro -ministro Rimtalba Jean Emmanuel Ouedraogo denunciou os vídeos, descrevendo -os como “ações manipulativas destinadas a questionar as ações das forças de luta”.
“As principais operações de contra-terrorismo estão atualmente em andamento”, acrescentou Ouedraogo. “O rolo de vapor do exército está esmagando o inimigo nessas áreas”.
O primeiro -ministro também anunciou a criação de novos batalhões e milícias, como parte do que ele disse ser um desejo de recrutar 14.000 soldados e milhares de funcionários de apoio civil para combater a violência jihadista.
Burkina Faso e seus vizinhos do Sahel Mali e Níger estão lutando contra uma insurgência jihadista que se espalhou pela região desde que se enraizou no Mali há 13 anos.
Desde 2015, a agitação matou mais de 26.000 pessoas apenas em Burkina Faso, de acordo com o Conflict Monitor.
Essa contagem incluiu mais de 13.500 vítimas que morreram após o golpe de setembro de 2022, que levou os militares ao poder.
Junto com Burkina Faso, Mali e Níger tiveram golpes nos últimos anos por governantes militares que se comprometeram a virar as mesas nos grupos islâmicos.
Editado por: Kieran Burke
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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