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Ruth Chepngetich, do Quênia, bate recorde mundial da maratona feminina em Chicago | Notícias de atletismo
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2 anos atrásem
Chepngetich vence a Maratona de Chicago em 2:09:56, dedicando o recorde a Kelvin Kiptum, que morreu em um acidente de carro.
A queniana Ruth Chepngetich teve um desempenho inesquecível ao destruir o recorde mundial da maratona feminina em Chicago, tirando quase dois minutos do recorde anterior para vencer em duas horas, nove minutos e 56 segundos.
Chepngetich abandonou a competição na metade do caminho e correu em meio a um coro de aplausos na reta final ao conquistar seu terceiro título em Chicago, no domingo.
A atleta de 30 anos, que se tornou a primeira tricampeã feminina na corrida de Chicago, quebrou o recorde mundial anterior de 2:11:53 estabelecido pela etíope Tigst Assefa no ano passado em Berlim.
A etíope Sutume Kebede cruzou a linha sete minutos e 36 segundos depois, enquanto a queniana Irine Cheptai (2:17:51) foi a terceira.
“Este é o meu sonho que se tornou realidade”, disse Chepngetich.
Chepngetich, que também venceu em Chicago em 2021 e 2022, dedicou sua última vitória a Kelvin Kiptum, que estabeleceu o recorde mundial masculino na corrida do ano passado apenas quatro meses antes de morrer em um acidente de carro aos 24 anos.
“O recorde mundial voltou para o Quénia e dedico este recorde mundial a Kelvin Kiptum”, disse Chepngetich.
“Lutei muito, pensando no recorde mundial e consegui cumpri-lo.”
Corredores se lembram de Kiptum
Os corredores observaram um momento de silêncio na linha de largada em homenagem a Kiptum. Os organizadores também distribuíram adesivos exibindo o tempo recorde de Kiptum de 2:00:35 para os 50.000 participantes vestirem seus coletes de corrida.
Na ausência do campeão olímpico Sifan Hassan, vencedor de Chicago em 2023, Chepngetich estabeleceu um ritmo acelerado e chegou à metade do caminho em 1:04:16, o quinto tempo mais rápido da história para uma meia maratona feminina.
“O tempo estava perfeito e eu estava bem preparado. O recorde mundial estava em minha mente”, disse Chepngetich, que foi vice-campeão atrás de Hassan há 12 meses, aos repórteres após a corrida.
Chepngetich correu os primeiros 5 km (3,1 milhas) em 15 minutos e na metade do caminho ela construiu uma vantagem de 14 segundos entre ela e Kebede.
Os comentaristas de televisão ficaram surpresos quando ela percorreu o percurso, comparando sua tentativa de uma maratona abaixo de 2:10 com o pouso na lua, e ela só pareceu ganhar impulso ao correr pelos 3,2 km finais.
Chepngetich, campeão mundial de 2019, curvou-se de exaustão total depois de quebrar a fita, mas depois disse “Chicago é como se estivesse em casa”.
Seu compatriota John Korir venceu no lado masculino em 2:02:44.
Korir, de 27 anos, terminou à frente do etíope Mohamed Esa (2:04:39) e de outro queniano, Amos Kipruto (2:04:50).
Korir fazia parte de um grupo de sete homens à frente do percurso de 30 km (18,6 milhas) antes de pisar no acelerador e superar seus rivais após uma largada relativamente conservadora.
Quatro dos cinco primeiros eram quenianos, com Vincent Ngetich e Daniel Ebenyo terminando no pódio.
“Foi muito bom realizar meu PB e vencer em Chicago”, disse Korir, acrescentando que ele também usou a memória de Kiptum como fonte de motivação.
“Hoje eu estava pensando em Kiptum e disse: ‘No ano passado, se ele conseguiu correr menos de 2:01, por que não eu?’ Então tive que acreditar em mim mesmo e tentar fazer o meu melhor.”
O tempo de Korir foi o segundo mais rápido de todos os tempos em Chicago.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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