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Ryan Reynolds, de Deadpool, e Mulher-Maravilha Lynda Carter estão juntos em vídeo de Natal

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Ryan Reynolds, de Deadpool, e Mulher-Maravilha Lynda Carter estão juntos em vídeo de Natal

Imagina Ryan Reynolds, de Deadpoll, e Lynda Carter, a Mulher-Maravilha dos anos 1970, juntos. Isso aconteceu no vídeo que o ator faz todo ano para ajudar crianças doentes no Natal na campanha de apoio à SickKids Foundation. E ficou incrível!

Mais que isso: Reynolds prometeu que qualquer doação feita no SickKidsSweaterLove.ca , até a meia-noite de 24 de dezembro, será igualada por ele e sua esposa Blake Lively, no valor de até US$ 500 mil – mais de R$ 3 milhões.

A SickKids Foundation é uma organização canadense fundada em 1972 para arrecadar fundos para o The Hospital for Sick Children em Toronto para “inspirar comunidades a investir em saúde e avanços científicos para melhorar a vida de crianças e suas famílias no Canadá e ao redor do mundo”, diz o site.

Ajuda de Lynda Carter

No novo vídeo da campanha, Deadpool e Kidpool, interpretados pela filha de 8 anos de Reynolds e Lively, Inez Reynolds, fazem uma pausa durante a noite em seu trenó.

Quando Deadpool e Kidpool percebem que “vão precisar de ajuda”, já que são “classificados para maiores de 18 anos”, suas preces são atendidas: um estrondo alto traz Lynda Carter na direção deles.

“Alguém pediu ajuda?”, pergunta Carter, de 73 anos, que interpretou a Mulher-Maravilha na série de TV de mesmo nome de 1975 a 1979.

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Chegada triunfante

A chegada da Mulher-Maravilhsa surpreende Deadpool e Kidpool, que começam a discutir enquanto lançam palavrões um ao outro.

Deadpool explica o plano: “Vamos ajudar a eliminar crianças doentes arrecadando dinheiro para o Hospital SickKids”.

Ryan Reynolds recruta Seth Rogen como um suéter de Natal falante e feio para a arrecadação de fundos do SickKids

A transformação na Mulher-Maravilha

E para cumprir sua missão, Lynda Carter assume seu papel icônico e faz o giro de transformação da heroína.

Em vez de aparecer com o traje e seu mágico Laço da Verdade dourado, ela está usando um suéter de Natal feio e enorme, causando um mau funcionamento épico no guarda-roupa.

Carter, chocada, agarra seu suéter e pergunta: “Quem fez isso?”

“Os advogados da DC, eu sabia”, responde o super-herói da Marvel, referindo-se à empresa rival dos quadrinhos.

Kidpool ressalta que o suéter de Carter é “f—— feio”, enquanto Deadpool sugere que quem trocou suas roupas é “provavelmente o mesmo cara que pegou [Henry] Cavill”, que estrelou como Superman em vários filmes da DC, “e aquele outro Batman”.

A campanha

Esta é a sexta campanha consecutiva SickKids de Ryan Reynolds, desde que ele começou em 2018, segundo a People.

A arrecadação de fundos dos anos anteriores rendeu mais de US$ 3 milhões até o momento, disse o hospital em um e-mail para a CTV News.

A campanha também trouxe conscientização para a missão do SickKids ao gerar mais de 400 milhões de impressões na mídia, de acordo com a fundação SickKids.

E ao que tudo indica, este ano o sucesso está garantido também.

Assista ao vídeo e veja como está Lynda Carter hoje:

Lynda Carter, a Mulher-Maravilha da série dos anos 1970, continua linda aos 73 anos. – Foto: Ryan Reynolds/Youtube

Deadpool e Kidpool no vídeo deste Natal para ajudar crianças doentes. - Foto: SickKids Fundation

Deadpool e Kidpool no vídeo deste Natal para ajudar crianças doentes. – Foto: SickKids Fundation

Deadpool, Kidpool e Lynda Carter, como Mulher-Maravilha ajudam o SickKids. Foto: Ryan Reynolds/Youtube

Ryan Reynolds, o Deadpool, Kidpool e Lynda Carter, como Mulher-Maravilha ajudam o SickKids. Foto: Ryan Reynolds/Youtube

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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