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Saiba como conseguir empréstimo no Caixa Tem mesmo com nome sujo

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No mês passado, a Caixa Econômica Federal anunciou uma  nova linha de microcrédito para trabalhadores autônomos e microempreendedores individuais (MEIs).  Segundo o banco, do total de pessoas que contrataram o serviço, 83% (cerca de 500 mil brasileiros) são negativadas, isto é, estão com “nome sujo”.

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Chamado de Programa de Simplificação do Microcrédito Digital — SIM Digital, ele permite que pessoas físicas contratem empréstimo de R$ 300 a R$ 1.000, com taxas de juros a partir de 1,95% ao mês e parcelamento em até 24 vezes. A solicitação pode ser feita por meio do aplicativo Caixa Tem.

Pessoas jurídicas, por sua vez, podem contratar de R$ 1.500 a R$ 3.000, com taxas de juros a partir de 1,99% ao mês e parcelamento também em até 24 vezes. Nesse caso, o empréstimo deve ser solicitado nas agências da Caixa.

Para solicitar, porém, trabalhadores informais e microempreendedores não podem ter, em 31 de janeiro de 2022, saldo devedor acima de R$ 3.000. Não entram nesta conta os financiamentos habitacionais nem os limites não utilizados de cheque especial e cartão de crédito.

No caso dos MEIs, também é necessário ter faturamento anual menor que R$ 81.000.

Em ambos os casos, os pedidos estão sujeitos à aprovação, que sai em até dez dias após a solicitação.

Os valores deverão ser usados para pagamento de fornecedores, contas de água, luz e aluguel, compra de matérias-primas e mercadorias para revenda etc.

Como solicitar empréstimo como microempreendedor individual (MEI) — pessoa jurídica

Para conseguir o empréstimo, microempreendedores individuais devem possuir Conta Pessoa Jurídica CAIXA. Quem não possui pode solicitá-la em alguma agência, com os seguintes documentos em mãos:

  1. CCMEI  (Certificado da Condição de Microempreendedor Individual);
  2. DASN (Declaração Anual do Simples Nacional) do último exercício fiscal, com recibo de entrega;
  3. Documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de residência).

Os mesmos documentos também devem ser apresentados em casos de necessidade de atualização do cadastro. Essa atualização pode ser feita também em alguma agência ou pelo WhatsApp CAIXA 0800 104 0 104.

Após a solicitação e posterior aprovação do crédito, o MEI poderá contratar o empréstimo direto na agência. O dinheiro será depositado na Conta Pessoa Jurídica.

Como solicitar o empréstimo pelo Caixa Tem — pessoas físicas

Mesmo beneficiários do Auxílio Brasil podem solicitar o microcrédito da Caixa para autônomos ou microempreendedores, desde que se encaixem nas regras do programa.

É necessário possuir Poupança Digital+.

  1. Baixe ou atualize o aplicativo Caixa Tem, disponível para Android e iOS. Utilize a versão 1.57.0 ou superior;
  2. Atualize seu cadastro com endereço, renda, documento de identidade e uma selfie;
  3. Após a atualização, a sua Poupança Social Digital será Poupança Digital+;
  4. Clique na opção “Crédito Caixa Tem”;
  5. Escolha “Contratar Crédito Caixa Tem”.

Se o crédito for aprovado, você poderá solicitar o empréstimo na opção “SIM Digital – Crédito CAIXA Tem”. Com o empréstimo contratado, o dinheiro será depositado diretamente na Poupança Digital+.

Fonte: IG ECONOMIA

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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