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Sam Darnold se transformou em uma abóbora no domingo. Mas ele ainda pode ser a Cinderela | Minnesota Vikings
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2 anos atrásem
Doug Farrar
Se você estivesse esperando nesta temporada o fracasso do quarterback do Minnesota Vikings, Sam Darnold – não de uma forma maligna tristeza sentido, mas mais no sentido de “Oh, aí está o Sam Darnold de antigamente” – então o de Darnold Espetáculo de domingo à noite contra o Detroit, na vitória do Lions por 31-9, deu-lhe muito lastro para essa posição.
Darnold havia se tornado uma das melhores histórias da NFL nesta temporada. A terceira escolha geral do New York Jets no draft de 2018 teve três temporadas medianas com seu time original, mais duas com o Carolina Panthers em 2021 e 2022, e uma função reserva no San Francisco 49ers em 2023. Ele assinou um contrato de um- ano, um acordo de US$ 10 milhões com os Vikings na entressafra passada para ser o reserva do estreante JJ McCarthy no primeiro turno, mas quando McCarthy sofreu uma reviravolta no menisco na pré-temporada, tudo dependia de Darnold e ele respondeu de forma brilhante. Ele provou ser o contraponto perfeito para o jogo do técnico e lançador ofensivo Kevin O’Connell, que é um dos melhores e mais diversificados da NFL.
Da semana 1 à semana 17 da temporada de 2024, Darnold foi um dos melhores zagueiros da liga, completando 343 de 504 passes para 4.153 jardas, 35 touchdowns, 12 interceptações e uma classificação de passador de 106,4, que ficou em quinto lugar na NFL – superior a Josh Allen, Jayden Daniels, Justin Herbert e Jordan Love, que são considerados zagueiros da franquia.
Além disso, Darnold aumentou a aposta na segunda metade da temporada. Da semana 11 à semana 17, Darnold completou 164 de 243 passes para 2.012 jardas, 18 touchdowns, duas interceptações e uma classificação de passador de 114,1, que ficou em quarto lugar na NFL, atrás de Jared Goff, Lamar Jackson e Baker Mayfield. Darnold não apenas era ideal para o que O’Connell queria trazer para o campo, mas também estava ficando cada vez melhor com o passar do tempo.
Então aconteceu o desastre de domingo à noite e agora todas as advertências sobre Darnold estão de volta a todo vapor. Contra as blitzes completas e a cobertura opressiva e claustrofóbica do coordenador defensivo do Lions, Aaron Glenn, Darnold completou apenas 18 de 41 passes para 166 jardas, sem touchdowns, sem interceptações e um rating de passe de 55,5. Foi o pior jogo de Darnold na temporada, e ele parecia o jovem quarterback que se perderia no momento e literalmente jogaria jogos fora.
Isto foi especialmente verdadeiro na zona vermelha contra os Leões. Darnold tentou nove passes dentro ou dentro da linha de sete jardas de Detroit neste jogo, e completou apenas um – um passe rápido para o running back Aaron Jones por três jardas da linha de cinco jardas. Darnold ficava desconfortável dentro e fora do bolso quando havia touchdowns, e isso tinha muito a ver com a brilhante variação de Glenn entre pressão e cobertura homem/disfarçada. Quando Darnold tinha recebedores abertos nessas áreas comprimidas, Darnold estava muito ocupado correndo para manter o jogo funcionando e simplesmente perdia essas oportunidades com muita frequência.
Mas aqui está a pergunta inevitável agora: será que um jogo ruim condena Darnold de volta ao purgatório dos zagueiros do sistema e dos reservas de carreira?
É difícil imaginar queporque o que os Leões fizeram a Darnold foram todas as coisas que você não deveria fazer contra ele, e foram todas coisas que os Leões estavam exclusivamente qualificados para executar.
Os Leões enviaram cinco ou mais pass-rushers em 25 dos 45 dropbacks de Darnold. Ele acertou 10 de 23 contra a blitz para 122 jardas e um passer rating de 60,4. Mas contra a blitz da Semana 1 até a Semana 17, Darnold completou 62 de 87 passes para 896 jardas, 11 touchdowns, nenhuma interceptação e um rating de passe de 144,0. Para todos os efeitos, Darnold foi o melhor quarterback da NFL contra o blitz nesta temporada, e o foi na Semana 7, quando os Leões o atacaram em 20 dos 35 dropbacks, e Darnold completou 12 dos 15 passes contra ele para 143 jardas, um touchdown, uma interceptação e um passer rating de 100,8. Os Leões eram um dos times mais rápidos da liga antes deste jogo – usando apenas quatro pass rushers em 64% de seus snaps defensivos, uma das taxas mais baixas da liga – e este foi simplesmente um exemplo de como fazer o que você faz bem, e aumentando o volume.
Na noite de domingo, os Leões jogaram cobertura masculina contra Darnold ao extremo – em 66,6% de suas tentativas. Isso é excessivo até mesmo para Detroit, que entrou naquele jogo com a maior taxa de cobertura masculina da NFL, 44,1%. Até a semana 17, enfrentando cobertura masculina, Darnold completou 76 de 118 passes para 1.068 jardas, 11 touchdowns, três interceptações e uma classificação de passador de 113,5. Novamente, este foi um exemplo dos Leões fazendo o que já faziam bem e com frequência, e simplesmente fazendo melhorar e mais frequentemente.
Quanto às falhas na zona vermelha, elas provavelmente não durarão. Certamente não a este extremo. Até a semana 17, ao lançar de dentro ou dentro da linha de 10 jardas do oponente, Darnold completou 30 de 39 passes para 147 jardas, 20 touchdowns, uma interceptação e uma classificação de passador de 110,8. O problema era que ele estava enfrentando uma defesa do Lions que liderava a liga (e ainda liderará, é claro), ao permitir uma taxa de conclusão de 42% e uma classificação de passe de 73,4 na zona vermelha. Isso também indica que quando um quarterback tentou 39 desses passes em seus primeiros 16 jogos, e nove no 17º, o equilíbrio entre corrida e passe estava um pouco… errado.
Então, mais uma vez, os Leões já estavam tocando esse set list; eles só precisavam de mais alguns amplificadores e alto-falantes para a formatura do Hammersmith Odeon ao Estádio de Wembley.
E foi exatamente o que eles fizeram.
Neste jogo, os Vikings foram o único time da NFL pelo menos nos últimos 30 anos não conseguir marcar um touchdown em quatro viagens à zona vermelha, três tentativas de gol e duas tentativas de quarto gol em um único jogo. Portanto, há também o elemento atípico aqui; você não esperaria que isso acontecesse novamente por um tempo com qualquer quarterback, especialmente aquele que jogou tão bem quanto Darnold nesta temporada em geral.
O que esta horrível série de momentos diz sobre o futuro de Sam Darnold? Muito provavelmente, quando a soma total for divulgada, será um verdadeiro fedorento em uma lista de jogos em que Darnold recuperou uma carreira na NFL que parecia estar perdida para ele. Tudo o que ele pode fazer agora é se livrar do jugo desse fracasso específico e se preparar para um oponente curinga no Los Angeles Rams, que não faz blitz tanto quanto os Leões, não joga na cobertura humana tanto quanto os Leões. fazem, e geralmente não são um problema tão grande para os zagueiros adversários na zona vermelha quanto os Leões.
Se os Vikings e os Leões se encontrarem novamente na pós-temporada, esse será o verdadeiro teste decisivo. Como Darnold pode superar não apenas esse jogo infeliz, mas todas as coisas que as pessoas podem pensar que aquele jogo infeliz realmente diz sobre ele e sobre o oponente que o fez parecer tão ruim? Se ele for capaz de fazer isso, ou ajudar os Vikings a chegar aos playoffs ou ao Super Bowl com ou sem outro jogo do Lions, talvez esses sussurros finalmente desapareçam.
Então os Vikings poderão lidar com o espectro do que deveriam fazer com Darnold, que será um agente livre no ano da liga de 2025. E Darnold pode continuar a provar que há mais carruagem do que abóbora no seu futuro.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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