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São Paulo encara RB Bragantino e quer manter série invicta

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O São Paulo entra em campo logo mais para enfrentar o RB Bragantino pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro e tem a chance de manter uma sequência invicta que já dura quatro jogos. A equipe de Luis Zubeldía se estabeleceu dentro do G6, mas mantém o objetivo de se classificar de forma direta para a próxima Libertadores. Atualmente, os classificados para a fase de grupos vai até a 5ª colocação.

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Com 57 pontos, o São Paulo tem pela frete um adversário que vive péssima fase na competição e não vence há nove jogos. A última vitória foi em 1º de setembro, em casa, contra o Bahia. O RB Bragantino é o atual 18º colocado com 36 pontos e seguirá na briga contra o rebaixamento até o fim da competição. A bola rola às 16h30 no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.

Em campo, o Tricolor deve ter novidades entre os relacionados até para o time titular. Patryck Lanza e Michel Araújo concluir a transição física e desde o começo da semana integram normalmente as sessões de treino com o restante do elenco. O meia deve estar no banco de reservas, mas o lateral pode pintar no time titular de Zubeldía.

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Patryck Lanza em treino do São Paulo. (Foto: Erico Leonan / saopaulofc.net)

Isso porque a titularidade na lateral esquerda tem sido um grande problema a ser resolvido pelo treinador argentino. Desde a lesão do próprio Patryck e do então titular Welington, o técnico tem tido dificuldades em suprir essas ausências.

Jamal Lewis, contratado para ser essa peça, não se encaixou plenamente e viu o zagueiro Sabino e o meia Liziero serem improvisados em algumas ocasiões. Agora, para completar, o norte-irlandês está com uma lesão no tornozelo e está fora da partida.

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Quem também está fora do jogo é o próprio Luis Zubeldía, que recebeu o terceiro amarelo na última partida e cumpre suspensão no jogo de hoje. O auxiliar Maxi Cubera estará à beira do campo em Bragança.

Dúvidas no ataque e mais desfalques

O setor ofensivo pode ter alterações em comparação ao último compromisso, diante do Athletico-PR. O centroavante Calleri ficou de fora de algumas sessões de treino nesta semana por dores musculares. Apesar de ter participado do treino de terça-feira (19), ainda é dúvida para o onze inicial, o que abre espaço para a entrada de André Silva, autor do gol que deu a vitória contra o Furacão no MorumBis.

Outro nome que estará à disposição de Zubeldía é William Gomes, que estava junto com a Seleção Braisleira sub-20 e perdeu as sessões de preparação nesta semana. No último amistoso promovido pela seleção de base, o Brasil enfrentou o time do Vasco sub-20 na Granja Comary e William marcou um dos gols do jogo.

André Silva comemora gol pelo São Paulo contra o Athletico-PR
André Silva comemora gol pelo São Paulo contra o Athletico-PR, (Foto: Miguel Schincariol / São Paulo FC)

Na lista de desfalques do setor, Wellington Rato, que está com dores na panturrilha, e Lizeiro, com problemas no tornozelo, devem estar fora do jogo por não terem participado da última atividade de treino do grupo. Bobadilla e Ferraresi, que estavam com suas seleções na Data Fifa, também serão desfalques, assim como Arboleda, que segue se recuperando de lesão.

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Tabu como visitante

O jogo de logo mais pode colocar o São Paulo à frente dos atuais rivais, Flamengo e Internacional, que têm 59 pontos e ocupam a 4ª e 5ª posição, respectivamente. O rubro-negro já tem vaga direta para a próxima Libertadores, mas pode ser ultrapassado pelo Tricolor, que mira entrar no G4 para não depender de outra equipe pata herdar a vaga direta na fase de grupos.

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São Paulo e RB Bragantino ficaram no 0 x 0 no 1º turno. (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)

Mas, historicamente, o confronto contra o RB Bragantino fora de casa impõem ao São Paulo bastante dificuldade. A última vitória da equipe como visitante foi em março de 2019, em jogo válido pelo Paulistão de 2019. De lá para cá, o São Paulo enfrentou a equipe em seis oportunidades, com quatro derrotas e dois empates.

➡️ Freguês? São Paulo vive escrita contra o RB Bragantino como visitante

Desde que retornou à Série A, o RB Bragantino não perdeu para o Tricolor dentro de casa. O último confronto entre os times foi pelo Campeonato Brasileiro de 2023. Na 14ª rodada do Brasileirão do ano passado, as equipes ficaram no 0 a 0.

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio-interna.jpg

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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