NOSSAS REDES

ACRE

São Paulo Grand Prix: Formula One – live | Formula One

PUBLICADO

em

Yara El-Shaboury

Principais eventos

A FIA acaba de confirmar que Verstappen ainda largará em P17, apesar de Albon não correr. Todos os outros subirão uma posição, mas o holandês permanece por causa do pênalti.

Será interessante ver como será a mentalidade da Red Bull e Verstappen assim que o pit lane for aberto. Verstappen ficou extremamente frustrado após sua eliminação na qualificação e Christian Horner disse que foi “o segundo dia consecutivo em que recebemos ligações atrasadas”.

“Não entendo porque demorou tanto para a bandeira vermelha aparecer” 💬

Christian Horner reage a uma qualificação agitada em São Paulo 🇧🇷 pic.twitter.com/iyougnQT14

-Sky Sports F1 (@SkySportsF1) 3 de novembro de 2024

Alex Albon não correrá pela Williams depois que seu carro sofreu danos durante a qualificação devido às condições climáticas. Albon avançou para o Q3 e subiu na segunda posição quando perdeu o controle do carro na primeira curva e bateu nas barreiras, causando danos às quatro curvas. Declaração completa da equipe abaixo.

Foi uma sessão de qualificação de pesadelo para Verstappen e Red Bull no Brasil. O holandês e seu companheiro de equipe Sergio Perez caíram no Q2 depois que uma bandeira vermelha os pegou após uma queda de Lance Stroll. Verstappen estava visivelmente irritado com o atraso em lançar a bandeira vermelha porque sentiu que isso permitiria que outros o tirassem do top 10.

É estúpido, é ridículo. Se um carro bate em uma parede, precisa ser uma bandeira vermelha direta, não sei por que leva 40 segundos para que uma bandeira vermelha apareça.

Uma revisão da sessão mostra que isso não fez diferença para Verstappen, que largará em P17, já que tem uma penalidade de cinco posições no grid.

Norris, por outro lado, garantiu a pole position depois de passar mal na primeira sessão. Ele estava na zona de rebaixamento antes de saltar para 15º e foi o último carro a progredir.

Aqui estão os resultados completos:

  1. Lando Norris (McLaren) 1m23s405s

  2. George Russell (Mercedes) +0,173

  3. Yuki Tsunoda (VCARB) +0,706

  4. Esteban Ocon (Alpino) +1.070

  5. Liam Lawson (VCARB) +1.079

  6. Charles Leclerc (Ferrari) +1.120

  7. Alex Albon (Williams) +1.252

  8. Óscar Piastri (McLaren) +1.281

  9. Fernando Alonso (Aston Martin) +5.593

  10. Lance Stroll (Aston Martin) – sem tempo

    ELIMINADO NO 2º trimestre

  11. Valtteri Bottas (Kick Sauber)

  12. Max Verstappen (Red Bull)

  13. Sergio Pérez (Red Bull)

  14. Carlos Sainz (Ferrari)

  15. Pierre Gasly (Alpino)

    ELIMINADO NO 1º trimestre

  16. Lewis Hamilton (Mercedes)

  17. Oliver Bearman (Haas)

  18. Franco Colapinto (Williams)

  19. Nico Hulkenberg (Haas)

  20. Zhou Guanyu (Kick Sauber)

Preâmbulo

A atual previsão do tempo em São Paulo pode deixar muito a desejar, mas certamente não irá desanimar o nosso ânimo naquela que pode ser a corrida mais importante do ano.

Max Verstappen, da Red Bull, está à frente de Lando Norris, da McLaren, por 44 pontos e os dois estão em desacordo devido ao estilo de direção agressivo do atual campeão, apesar de supostamente serem bons amigos. Todos os olhos estarão voltados para os dois hoje para ver se há algum movimento no topo.

Também seria bobagem descontar a Ferrari. Depois de partidas consecutivas em Austin e na Cidade do México, Charles Leclerc e Carlos Sainz estão em boa forma e vão querer continuar sua sequência de vitórias.

O horário da corrida foi adiado para 15h30 GMT/12h30 BRT, mas antes de chegarmos a isso, vamos ver como foram as eliminatórias.





Leia Mais: The Guardian

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Novo Projeto-interna.jpg

A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS