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Segurança Pública do Acre lança aplicativo ‘Escola Segura’ e operação integrada ‘Hagnos’

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Ana Paula Xavier

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) realizou o lançamento do aplicativo “Escola Segura” e a abertura da operação integrada “Hagnos”. Essas iniciativas têm como objetivo auxiliar na prevenção e no combate à violência nas escolas, utilizando ferramentas inovadoras para garantir a segurança dos estudantes. O lançamento aconteceu nesta sexta-feira, 1°, na Sala de Situação da Sejusp.

Segurança Pública do Acre lança aplicativo “Escola Segura” e operação integrada “Hagnos”. Foto: Dhárcules Pinheiro/Ascom Sejusp

O aplicativo “Escola Segura” é um instrumento essencial de comunicação direta entre a comunidade escolar e as forças de segurança. Com ele, professores, alunos e funcionários poderão acionar rapidamente as autoridades em situações de emergência, facilitando o registro de ocorrências e promovendo um ambiente escolar mais seguro e propício ao aprendizado. As escolas Berta Vieira de Andrade e Lourival Pinho são as escolas-piloto do projeto, e já estão com equipamento em funcionamento há cerca de 30 dias.

A operação “Hagnos” complementa essa iniciativa, integrando as ações dos órgãos de segurança pública na prevenção e repressão de crimes contra crianças e adolescentes. Com foco na proteção da infância e adolescência, a operação atuará em áreas estratégicas, embasada em dados e análises prévias, para concentrar esforços na segurança dos jovens. Os órgãos envolvidos na operação, em âmbito estadual, são o Centro Integrado de Comando e Controle Estadual (CICCE/AC), a Polícia Militar (PMAC), Polícia Civil (PC), a Secretaria de Estado de Educação (SEE), as secretarias municipais de Educação, centros de Referência de Assistência Social (Cras) e o Centro de Referência Especializada de Assistência Social (Creas), além de outros órgãos da rede de proteção à criança e ao adolescente.

O lançamento aconteceu nesta sexta-feira, 1°, na Sala de Situação da Sejusp. Foto: Dhárcules Pinheiro/Asscom Sejusp

O diretor operacional da Sejusp, Atahaulpa Ribeira destacou a importância da atuação da Segurança Pública na proteção das crianças e adolescentes: “Hoje, damos um passo significativo em direção à segurança nas nossas escolas. O aplicativo ‘Escola Segura’ representa uma nova era de comunicação entre a comunidade escolar e as forças de segurança. Ele permite que todos, desde alunos a professores, possam se sentir mais seguros e protegidos em seu ambiente de aprendizado. Além disso, a operação ‘Hagnos’ será fundamental para integrar nossos esforços na prevenção de crimes contra crianças e adolescentes. Juntos, estamos criando um sistema de proteção que prioriza a segurança dos nossos jovens e garante um futuro mais seguro para eles”.

O diretor operacional da Sejusp, coronel Atahaulpa Ribeira, destacou a importância da atuação da Segurança Pública na proteção das crianças e adolescentes. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Sejusp

O diretor de Tecnologia da Sejusp, Paulo Felipe, explicou como funciona o aplicativo: “O lançamento do aplicativo ‘Escola Segura’ é um marco importante em nossa abordagem tecnológica para a segurança pública. Com uma interface amigável e funcionalidades intuitivas, buscamos facilitar a comunicação em momentos críticos. Estamos comprometidos em utilizar a tecnologia para criar soluções que protejam nossas crianças e adolescentes. A integração com a operação ‘Hagnos’ permite que os dados sejam utilizados de forma eficaz para prevenir e responder a situações de risco. Acreditamos que, ao unir tecnologia e segurança, podemos transformar nossas escolas em ambientes mais seguros e acolhedores”.

O diretor de Tecnologia da Sejusp, Paulo Felipe, explicou como funciona o aplicativo. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Asscom Sejusp

Para o diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Educação, Abrão Paes, a parceria entre Segurança e Educação reflete o compromisso do governo em promover a segurança nas escolas e o bem-estar das crianças e adolescentes, por meio de iniciativas que integram inovação e proteção.

Para o diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Educação, Abrão Paes, a parceria entre Segurança e Educação reflete o compromisso do governo em promover a segurança nas escolas. Foto: Dhárcules Pinheiro/Asscom Sejusp

“Essa parceria é muito importante para toda a comunidade escolar, pois aproxima a escola da Segurança Pública. Por intermédio desse aplicativo, certamente a resposta vai ser bem mais rápida. Eu tenho certeza que vamos ter sucesso e, com isso, coloco à disposição da Sejusp a Secretaria de Educação, que é parceira nesta ação”, disse.

Como funciona o aplicativo Escola Segura

Quando um gestor identifica uma situação emergencial, ele pode acionar o S.O.S Escola Segura com apenas um clique. Esse chamado é imediatamente enviado para a central do Centro Integrado de Comando e Controle da Segurança Pública. Assim que o chamado é iniciado, a localização é identificada e o usuário pode enviar fotos, vídeos e áudios para ajudar na avaliação da situação. Após o chamado, a viatura mais próxima do local é enviada para atender a ocorrência. Isso garante uma resposta rápida e eficaz em momentos críticos.

Operação ‘Hagnos’

No Acre, assim como em todo o Brasil, as estatísticas revelam uma realidade preocupante. No contexto do estado, foi realizada uma pesquisa acerca dos boletins de ocorrência envolvendo vítimas menores de 18 anos. Tal pesquisa, realizada na plataforma Sinesp-PPE, teve como filtro os boletins de ocorrência registrados e finalizados no período de 1/1/2024 a 17/9/2024. Os dados resultaram no registro de 2.275 ocorrências envolvendo vítimas menores de 18 anos, sendo 1091 em Rio Branco.

Neste contexto, o governo federal promove uma operação integrada nacional de combate a crimes de violência contra crianças e adolescentes, com o objetivo de reduzir significativamente a incidência de crimes violentos contra crianças e adolescentes no estado do Acre, garantindo a proteção integral e a promoção de seus direitos.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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