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sentenças de inelegibilidade exigidas contra Marine Le Pen e os outros vinte e quatro réus
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Depois de um mês e meio de audiência, o Ministério Público solicitou, na quarta-feira, 13 de novembro, as sentenças de inelegibilidade exigidas contra Marine Le Pen e os outros vinte e quatro arguidos – dirigentes partidários, ex-deputados e antigos assistentes parlamentares -, “modulado” dependendo das responsabilidades de cada pessoa.
Os promotores solicitaram que esta sentença fosse acompanhada de um “execução provisória”ou seja, aplica-se imediatamente, mesmo que recorra. Tanta dor “proibiria os réus de concorrer em futuras eleições locais ou nacionais”esclareceu o procurador perante o tricampeão presidencial sentado na primeira fila de arguidos. Mas “estamos aqui num foro judicial e a lei vale para todos”.
Do “contratos artificiais” assistentes parlamentares para “economizar dinheiro” dinheiro para o Rally Nacional: a promotoria descreveu em sua acusação na quarta-feira um “sistema organizado” apropriação indevida de fundos públicos em detrimento do Parlamento Europeu.
“Não estamos aqui hoje por causa da persistência”nem por causa de uma denúncia “do Parlamento Europeu”mas no final “uma longa investigação judicial”declara imediatamente uma das duas representantes do Ministério Público, Louise Neyton. “Você tomará sua decisão com base nos documentos do arquivo”e depois “seis semanas de audiência” e “debates particularmente animados”continua o magistrado em sala de audiência lotada onde Marine Le Pen sentou-se na primeira fila ao lado de Louis Aliot, atual número 2 do RN.
“O único objetivo deles é impedir que eu seja o candidato presidencial do meu campo (de 2027). Você tem que ser surdo e cego para não ver”o três vezes candidato presidencial havia declarado anteriormente. Na semana passada, ela disse ao tribunal que a pena de inelegibilidade que enfrentava teria “consequências extremamente graves”como privar milhões de eleitores de “seu candidato”.
Por sua vez, ao longo de suas requisições, os dois promotores detalharam a arquitetura de um ” sistema “ que segundo eles foi implementado na Frente Nacional (atual RN) entre 2004 e 2016, consistindo na contratação de assistentes parlamentares europeus “fictício” que realmente trabalhou para o partido.
“Prova padrão”
No momento, “O partido está numa situação financeira particularmente tensa. Tudo o que puder contribuir para a redução de custos será utilizado de forma sistemática”se “legal ou não”disse Louise Neyton, enquanto Marine Le Pen fazia «não» cabeça vigorosa.
O Parlamento Europeu apenas faz “controles contábeis”para o resto ele faz ” confiar “ aos eurodeputados relativamente à utilização da sua dotação mensal de 21.000 euros: “Então, é muito tentador, esses envelopes vão aparecer como uma dádiva de Deus e serão usados como tal”insistiu o magistrado. E isso ” sistema “diz a promotoria, vai “fortalecer” com a chegada, em 2011, de Marine Le Pen à frente do partido, com uma funcionária responsável pela gestão dos contratos europeus, que relata ” apenas “ ao presidente, o “doador de ordens”.
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Em 2014, após a eleição de cerca de vinte eurodeputados da FN, o tesoureiro do partido Wallerand de Saint-Just escreveu: “Só sairemos desta situação se fizermos poupanças significativas graças ao Parlamento Europeu”lembra o promotor. E para mencionar os e-mails – “nem todos, são muitos” – falando de “arranjos financeiros”de “transferências” de tal assistente ” sobre “ tal MP dependendo da disponibilidade de envelopes. Um ou outro, “você pode escolher”está escrito em uma mensagem.
Enfrentando « la ficção alternativa » proposto como defesa, os promotores então se aprofundaram nos detalhes do caso. Avisados por aviso e contrato por contrato, eles dissecaram cada “a natureza do trabalho” levada a cabo pelos 12 assistentes parlamentares, o “elo de subordinação” que eles mantenham com “seu vice” Europeus – nove, incluindo Marine Le Pen, foram julgados no total, por desvio de fundos públicos.
Com uma observação geral. Na prova de trabalho, “não há nada”exceto “a famosa prova padrão: a crítica de imprensa”. Contratos de trabalho? “Artificial”sem “consistência” – “estamos muito felizes com alguém, mas nos separamos e depois o aceitamos de volta”comentou Nicolas Barret. Do “declarações de geometria variável”ou mesmo ” qualquer coisa “resumiu Louise Neyton.
O Parlamento Europeu estimou os seus prejuízos financeiros em 4,5 milhões de euros, mas apenas reivindicou 3,4 milhões (uma parte foi reembolsada).
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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