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Serving up a ‘perfect’ performance
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Not after making her first major final, not after winning the coveted Olympic gold, not until this week in Riyadh had Zheng Qinwen ever described a match she played as “flawless”.
She did so on Wednesday, giving herself a perfect 10 for the first time in public, as far as anyone could tell, and she was not exaggerating.
By smashing 12 aces, converting five breaks and hitting 24 winners to go with only 14 unforced errors, the reigning Olympic champion was firing on all cylinders as she delivered a ruthless demolition of Italy’s Jasmine Paolini.
She dominated the world No 4 in straight sets in her last round-robin match to secure a career first semifinal berth at the year-end WTA Finals in Saudi Arabia.
The score was 6-1, 6-1, and it took Zheng just 67 minutes to clinch her fourth straight victory over Paolini, one of this year’s most consistent competitors, having reached back-to-back Grand Slam finals at Roland Garros and Wimbledon.
“I feel like my performance today was simply perfect. I don’t have much to say,” a confident Zheng said during her post-match TV interview at the King Saud University Indoor Arena.
“My serve was powerful, my groundstroke on the baseline had a good rhythm and I controlled the pace well throughout the match, knowing when to attack and when to defend. I also played a few nice volleys.”
The all-around total domination has served up a glimpse of how intimidating “Queen Wen” — as Zheng is known by her legion of fans — can be, as the 22-year-old continues perfecting her craft and mental toughness, following an almost invincible second half of 2024.
Since the end of Wimbledon in July, as of Wednesday, Zheng has racked up 30 wins — four more than the next-closest player Aryna Sabalenka — out of 35 matches she’s played.
This surging momentum has seen her win Asia’s first singles Olympic gold medal in Paris, defend her WTA250 title in Palermo, Italy, before bagging her fourth WTA title in Tokyo last month. Zheng has also reached the quarterfinals at the US Open for a second time, a semifinal at the top-flight WTA1000 China Open in Beijing and the final at the same level in Wuhan, capital of her home province Hubei, last month.
With a potential semifinal clash against world No 3 Coco Gauff of the United States on Friday, Zheng could become only the second player to win the Olympics and reach the WTA Finals championship match in the same season since tennis returned to the Games in 1988, following in the footsteps of Serena Williams in 2012.
After her first full season on the pro circuit, Zheng was named WTA’s “Newcomer of the Year” in 2022, had her meteoric rise recognized as the “Most Improved Player of the Year” in 2023 and now, it seems, only the sky is the limit in her exciting future.
She’s not so surprised at her sharp ascent.
“Finally, I showed some tennis I really wanted to play, and I’m really happy to be in the semifinal in Riyadh for the first time,” said Zheng, who has enjoyed an almost “home court” support thanks to a vocal group of Chinese fans rooting for her in the Saudi capital.
Since making her WTA debut, she’s always been confident in her game, but Zheng had struggled to live up to expectations, particularly her own, with nerves and her emotions getting the better of her in key moments. It has resulted in some unexpected early exits at major tournaments and inconsistency in her form.
The Olympic success proved a game-changer for the ambitious power hitter, with her resilience now honed to become a bigger weapon than her kick-serve and forehand hammer.
With an Olympic gold medal around her neck, Zheng has confessed multiple times that she’s now able to approach big matches with new levels of composure and focus.
“When you enter the match, you are nervous, but at the same time, you feel confident, because you know your level,” Zheng said of her mindset facing Paolini in the high-stakes encounter.
“I know how capable I am. Honestly, I don’t think it is a match that my life depends on. I just treated it like any other match.”
Another noticeable improvement of Zheng’s game this season has been her serve. She now leads the WTA Tour with total 432 aces for the year so far, with Kazakhstan’s 2022 Wimbledon champion Elena Rybakina, who lost to Zheng on Monday, trailing her in second place with 352.
“I finally feel that my serve has a bit more consistency. Over the years, my serve performance was good, but then I would struggle,” she said. “I know, when the serve was there, I could be really strong, really aggressive in the game.”
“In this tournament, and the rest of the second half of this year, I’ve felt like, ‘wow! My serve is back’.”
sunxiaochen@chinadaily.com.cn
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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