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Sindicato protocola ofício e solicita medidas para trabalhadores do setor de serviços por ocasião da pandemia

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O Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços Terceirizáveis do Acre (Seac-AC) protocolou na quarta-feira, 29, um segundo ofício na Casa Civil, solicitando medidas para os trabalhadores terceirizados que atuam em órgãos ligados ao Estado durante a período de pandemia causada pelo novo coronavírus. O documento foi entregue pelo diretor administrativo do Seac, Jebert Nascimento, que também atua como empresário do ramo em Rio Branco e no interior.

Jebert afirma que a ideia é evitar demissões em massa dos trabalhadores que atuam na prestação de serviços aos órgãos públicos, caso haja plena suspensão de contratos em andamento. O documento também solicita ajustes na Planilha de Custos e Formação de Preços (PCFP), diminuição das horas e contratos sem demissões, remanejamento de pessoal entre os órgãos, análise jurídica e econômica, pagamento de repasses atrasados correspondentes a alguns meses de 2018, 2019 e deste ano, além da inserção de representantes da terceirização no grupo de trabalho criado pelo governo para lidar com a epidemia.

“Todos os membros do Sindicato elaboraram essas diversas sugestões para que essa crise de saúde não gere mais desemprego, são 15 mil trabalhadores terceirizados. Entre as propostas feitas no documento, solicitamos a criação de um comitê de crise com participação de representantes do governo e empresários da área para traçarmos soluções conforme o comportamento dessa epidemia no estado”, explica o empresário.

Segundo o diretor administrativo da entidade, a continuidade no atraso dos repasses por parte do governo, aliada a falta de medidas efetivas, podem gerar uma recessão econômica ainda maior no Acre e aumentar ainda mais o já alto índice de desemprego. “Nós do Seac estamos trabalhando sempre em defesa do trabalhador, vamos continuar pedindo ao governo que providências sejam tomadas para evitar o pior neste momento delicado. Essa classe merece respeito e atenção”, conclui o dirigente sindical.

Assessoria

O documento sugere a implantação de um comitê para resolução de crises e diminuição de possível impacto econômico financeiro.

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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