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Sindmed-AC reúne médicos e autoridades para debater os problemas da saúde do Acre

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O Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) reuniu o futuro secretário de Estado de Saúde, Alysson Bestene, o promotor Gláucio Ney Shiroma Oshiro e representantes do Conselho Regional de Medicina (CRM) para debater os problemas sofridos pela categoria, como demissões, corte de gratificações, corte de pagamento de horas trabalhadas e a falta de condições de trabalho. No encontro, toda a plateia teve a oportunidade de fazer perguntas e narrar as dificuldades vividas nas unidades de saúde.

A maior dúvida da plateia era a posição da futura gestão da Sesacre sobre o que muitos denominaram de “atual bagunça” na administração da saúde pública pelo

s políticos que terminam o mandato, chegando existir possíveis erros que podem virar alvos de investigações. Profissionais narraram por diversas vezes a sobrecarga de trabalho e ameaças de morte.

“Estive conversando com o futuro comandante da PM e debatendo o retorno dos policiais, principalmente para as unidades que já possuem postos para que eles possam atuar e que hoje estão desativados”, falou Alysson Bestene.

Todas possíveis irregularidades, como demissões e recontratações, falhas por parte da gestão, falta de pagamento de remuneração foram registradas por parte do representante do Ministério Público Estadual (MPE).

“Devo afirmar que o Sindicato está de parabéns por um evento deste porte, em que conseguiu reunir os médicos para debater a situação da saúde. Atividades como essas são importantíssimas. Afirmo que precisarei falar com os senhores novamente, por isso peço ao Sindicato que possa colaborar quando for preciso ouvi-los novamente”, afirmou o Gláucio Ney Shiroma Oshiro.

O presidente do Sindmed-AC, Ribamar Costa, agradeceu a presença de todos e afirmou que a Assembleia Geral Extraordinária, com a presença de autoridades, teve grande relevância, demonstrando o interesse de todos na resolução dos problemas, colaborando para que a legislação possa ser cumprida.

“Este é um momento histórico no Acre, porque conseguimos reunir os principais atores que estão preocupados com a saúde pública. Acredito que esta assembleia trará ótimos reflexos para a vida dos trabalhadores e para toda a população, pois buscamos a resolução de todas as dificuldades”, afirmou Ribamar Costa.

Internet

Quase todo o evento foi transmitido pela internet mesmo com as dificuldades de conexão na primeira parte da Assembleia que começou às 19 horas e só foi encerrada às 23h.

“Nosso objetivo foi oferecer aos médicos do interior, para aqueles que estão de plantão e aqueles que estão em viagem uma oportunidade de participar mesmo que à distância, pois buscamos um debate democrático”, disse o presidente do Sindmed.  Assessoria.

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Trabalhadores vão ao TST para cobrar acordo com os Correios, mas empresa rejeita negociação

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Greve pode ser deflagrada a partir do dia 3 de setembro por culpa da empresa

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect/AC), Suzy Critiny, encaminhou ofício pedindo ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) a mediação de novas negociações para evitar que haja greve, resultando na paralisação das entregas, além de apresentar denúncias contra a estatal. A categoria cobra a manutenção de agências dos Correios em todo país, a contratação de funcionários e a retomada da entrega diária.

Segundo a sindicalista, a direção da empresa tenta sucatear os serviços para buscar um forte argumento de venda da estatal, mas, caso haja a privatização, Estados como o Acre poderão ficar sem a entrega de encomendas e sem banco postal, agravando ainda mais as dificuldades vividas pela população que mora em localidades mais distantes e que não geram lucros para as empresas privadas.

“No TST, os sindicatos fecharam um acordo com a diretoria dos Correios para que até o dia 31 de agosto não existisse paralisação ou greve, mas, para isso, a empresa deveria cumprir os acordos fechados anteriormente e deveria buscar uma negociação com a categoria”, explicou Suzy Cristiny.

A presidente do Sintect/AC explicou que entre as reivindicações está a contratação de novos carteiros, a melhoria da estrutura das agências.

“Durante a coleta de assinaturas contra a privatização, a diretoria do Sindicato também recolheu as reclamações dos clientes. A maior queixa é a falta de entrega em alguns bairros e em outros as faturas que chegam com atraso. Esses problemas poderiam ser resolvidos com a contratação de empregados e a retomada da entrega diária, bandeiras nossas para que haja melhorias para a população. Acontece que o Ministério da Comunicação delimitou que as entregas não fossem mais diárias, prejudicando o cliente”, detalhou a sindicalista.

Caso não haja intermediação do TST e os Correios continuem rejeitando a negociação, os trabalhadores podem ser obrigados a entrar em greve a partir do dia 3 de setembro.

“Não queremos greve, mas a diretoria dos Correios está acabando com a empresa e com os direitos dos trabalhadores. Queremos apenas melhores serviços para a população e respeito aos trabalhadores”, finalizou a representante do Sintect.

O Sintect e a Fentect tentam prorrogar a negociação, ampliando a validade do acordo coletivo, mas a estatal vem negando o diálogo, deixando a categoria desamparada, sem cobertura dos benefícios adquiridos historicamente.

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Sindicato dos Trabalhadores dos Correios abre coleta de assinaturas contra a venda da empresa

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Os diretores do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect-AC) abriram na segunda-feira (12) a campanha da coleta de assinaturas contra a venda da empresa, no terminal urbano. O temor é que Estados que não geram lucro tenham agências fechadas, deixando de existir entregas de encomendas.

Segundo a presidente do Sintect-AC, Suzy Cristiny, as empresas que já atuam no mercado, realizando entregas, preferem não atuar no Acre, por exemplo, porque não é possível ter lucro. Assim, as empresas acabam atuando apenas em grandes cidades, chegando a enviar os produtos pelos Correios por terem conhecimento do papel social realizado pela empresa.


“Algumas pessoas criticam os serviços atuais e apoiam a privatização alegando que não deveria existir monopólio, mas não existe monopólio. Qualquer empresa do ramo pode estar apta a operar, mas eles preferem não concorrer em Estados menores, porque não gera lucro, com isso a estatal tem um papel fundamental nos municípios pequenos de garantir o encaminhamento de encomendas”, argumentou.

Suzy Cristiny apontou ainda que não são todas as cidades pequenas que possuem bancos ou caixas, com isso os pagamentos e os saques também são realizados por meio do banco postal.

A presidente do Sintect-AC explicou que os diretores e funcionários estão coletando as assinaturas até o dia 20, pois até o dia 22 a relação será entregue ao governo federal por meio da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos, entidade nacional que mobiliza a campanha nacional contra a privatização.

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