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Sisu abre inscrições para quase 210 mil vagas em universidades e instituições públicas

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O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2021 abriu na madrugada desta terça (6) as inscrições para vagas em universidades e instituições de ensino públicas de todo o país. O prazo se encerra na próxima sexta (9) e o resultado será divulgado em 13 de abril. Veja o site do Sisu.

Nos primeiros minutos após a abertura do sistema, candidatos relataram nas redes sociais problemas para acessar o site, que demorava para carregar (veja mais abaixo alguns dos memes que circularam nas redes).

Por volta das 6h30, entretanto, outros candidatos diziam ter conseguido realizar a inscrição.

O G1 entrou em contato com o Ministério da Educação para saber quais falhas o sistema enfrenta e aguarda resposta. Na semana passada, os candidatos do Enem tiveram problemas para acessar as notas do exame.

No Sisu, é recomendável fazer o acesso periódico do sistema durante os quatro dias de inscrição. Isso ocorre porque a classificação do candidato vai depender da procura por uma determinada vaga. A lista de aprovados pode se modificar até o encerramento, às 23h59 da sexta (9).

Segundo o Ministério da Educação, ao todo serão ofertadas 209.190 mil vagas, distribuídas em 5.685 mil cursos de graduação.

O Sisu seleciona candidatos a vagas em universidades públicas por meio da nota na mais recente edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Não há cobrança de taxa.

Para concorrer às vagas do Sisu, o candidato:

– não pode ter zerado na redação do Enem

– não pode ter prestado o exame na condição de treineiro

– pode escolher até duas opções de curso

Algumas dicas para as inscrições pelo sistema:

– acompanhe o processo durante os 4 dias em que o sistema estará aberto. O acesso ou não à vaga muda de acordo com as pessoas que estão se inscrevendo

– é recomendável ver ao menos uma vez ao dia como está a disputa no curso desejado. O sistema tem uma atualização diária em que o candidato checa se a disputa pela vaga ainda é viável ou se é melhor mudar de curso. Ou seja, as opções podem ser mudadas no decorrer dos 4 dias

– o candidato deve observar nas atualizações diárias quantas vagas estão disponíveis no curso, qual a posição em que se encontra e se sua nota é suficiente para garantir uma vaga

– não deixe para fazer sua inscrição apenas na sexta. De qualquer forma, é a opção marcada neste último dia que valerá ao final para o processo

– fique atento aos pesos atribuídos à nota do Enem pela instituição de ensino pesquisada – cada uma pode adotar critérios próprios na disputa pela vaga. O sistema faz o cálculo automaticamente

– o candidato pode observar se tem direito ao sistema de cotas e informar na inscrição

Datas do cronograma:

– o resultado sai na terça-feira da próxima semana, dia 13 de abril

– as matrículas nas instituições de ensino serão realizadas no período entre 14 e 19 de abril. A documentação necessária é informada pela instituição de ensino

– estudantes que não forem chamados para uma vaga nesta etapa poderão entrar em uma lista de espera que estará aberta entre 13 e 19 de abril.

O MEC disponibiliza o telefone 0800-616161 para dúvidas dos candidatos.

Por causa da pandemia, o Enem 2020 foi adiado de novembro para janeiro, e as notas foram divulgadas no final de março último. Isso fez com que o governo também adiasse o período de inscrições do Sisu para que a nota do Enem da edição mais recente pudesse ser usada.

O Sisu foi aberto em março para consulta. O candidato podia saber o número de vagas por curso e as regras de cada universidade —como as notas mínimas exigidas ou o regulamento para cotas sociais.

Outros programas de acesso ao ensino superior, como o de bolsas em universidades privadas (Prouni) e o de financiamento de mensalidades (Fies), abriram inscrições em janeiro e a seleção ocorre por meio da nota de edições anteriores do Enem. As inscrições para o Prouni e para o Fies já foram encerradas.

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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