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Site local publica fake news, e matéria é desmentida por Prefeita: ´Estou ótima, nunca estive tão bem´, diz Marilete

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Angélica Paiva, do site Notícias da Hora publicou, neste domingo de Páscoa, 21, falsa notícia afirmando que ´a prefeita Marilete Vitorino sofreu um AVC´.

A publicação pegou mal, e foi desmentida logo em seguida pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Tarauacá.

O site local de notícias publicou neste domingo de Páscoa, 21, uma falsa notícia sobre a Prefeita do Município de Tarauacá, interior do Acre.

Na publicação, Angélica Paiva afirma textualmente que ´Sob tensão e isolada, Marilete está com sérios problemas de saúde (…) prefeita sofreu um AVC´.

JORNALISMO PECADOR

Mesmo em dia de Páscoa, onde temos uma importante celebração da igreja cristã em homenagem a ressurreição de Jesus Cristo, parece que alguns jornalistas não lembraram dos dez mandamentos e nem dos princípios bíblicos: não mentir, não levantar falso, ser verdadeiro, não enganar, etc.

Em dias santos, há quem prefira o pecado.

Em todo o mundo, há um esforço de várias instituições contra a publicação de fake news. Há mundialmente, uma exigência por um jornalismo que seja autêntico, destemido e crítico, e ao mesmo tempo imparcial, verdadeiro e lastreamento em fontes fidedignas.

A fonte fidedigna é o ´salva-vidas´ do jornalista, inclusive para blindá-lo contra eventuais ações judiciais. A fonte autêntica e segura livra-nos de muitos males, e essa deve ser nossa oração diária. Todo jornalista sério, repreende quem publica fake news. Não obstante, alguns pratiquem, mesmo no dia da ressurreição de Jesus.

FAKE NEWS DO NOTÍCIAS DA HORA

A matéria publicada pelo site local Notícias da Hora, neste domingo de Páscoa, 21, causou polêmica no meio político, e pegou mal para o site de notícias.

Assinada por Angélica Paiva, a matéria foi veiculada sem a cautela e o zelo necessários que cercam a atividade jornalística.

A chamada da matéria anuncia ´Marilete Vitorino poderá renunciar o cargo de prefeita do município de Tarauacá´, e prossegue ´Marilete está com sérios problemas de saúde´, ´a prefeita sofreu um AVC´.

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal ligeiramente cuidou de desmentir a matéria, e informou que a Prefeita não foi procurada previamente, antes da publicação da matéria.

Veja a publicação (Fake news):

NOTA DA PREFEITURA DE TARAUACÁ

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Tarauacá informa que a notícia publicada neste domingo de Páscoa, 21, no site Notícias da Hora, assinada por Angélica Paiva, sob o título ´Marilete Vitorino poderá renunciar o cargo de prefeita do município de Tarauacá´, não procede.

A Prefeita Marilete Vitorino nunca sofreu AVC, estar com saúde em ótimo estado. ´Nunca estive com a saúde tão boa´, afirmou a Prefeita, que cuida da saúde pessoal com o mesmo que cuida dos bens públicos sob sua administração.

Quanto à suposta notícia de renúncia, Marilete nunca pretendeu, afirmou ou cogitou renunciar, sequer em seu ambiente familiar e íntimo. A Prefeita vai honrar e concluir o mandato outorgado pelo povo de Tarauacá, que lhe confiou 8.589 (oito mil, quinhentos e oitenta e nove) votos nas eleições de 2016, com 47,98% dos votos válidos.

´As dificuldades existem, mas vamos honrar o mandato, nunca cogitei renunciar. Essa palavra não existe no meu vocabulário´, destacou a Prefeita.

´Com os vereadores, meu relacionamento estar bom demais. É um relacionamento de respeito. Estamos trabalhando juntos pelo bem da população. Minha relação com a Câmara de Vereadores é ótima, nunca esteve tão bem, é uma relação respeitosa com todos. Eventualmente surgem descontentamentos pontuais, mas isso é natural na política´, esclareceu Marilete.

A Prefeita também fez questão de destacar o apoio e o trabalho do seu Vice-Prefeito, Chico Batista. ´O Chico Batista é um parceiro nosso, trabalhador incansável, com o qual vamos honrar e concluir o mandato juntos´, afirmou Marilete. Por Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Tarauacá.

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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