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‘Sloppy’: Trump minimiza o choque sobre o chat de sinal vazado sobre o ataque houthi | Donald Trump News

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'Sloppy': Trump minimiza o choque sobre o chat de sinal vazado sobre o ataque houthi | Donald Trump News

A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuou enfrentando consequências de um artigo no Atlântico que revelou que o editor-chefe Jeffrey Goldberg foi adicionado a um bate-papo em grupo, onde funcionários do governo de alto nível discutiram planos para bombardear o Iêmen.

A Casa Branca permaneceu em controle de danos na terça -feira, buscando rejeitar as alegações de que os segredos do governo estavam em risco.

“Não havia informações classificadas, como eu as entendo”, disse Trump em uma reunião de embaixadores dos EUA, acenando para o escândalo de lado.

“Nós praticamos praticamente isso. É bem simples, para ser sincero. É apenas algo que pode acontecer.”

Ele disse a repórteres que não tinha intenção de procurar punições, exceto o uso do aplicativo de mídia social ou pedindo desculpas dos envolvidos.

Os comentários de Trump vêm em resposta ao artigo de Goldberg, publicado um dia anterior, em que o editor explica como ele recebeu um convite sobre o sinal da plataforma de mensagens de um usuário identificado como consultor de segurança nacional Michael Waltz.

Goldberg aceitou o convite e rapidamente se viu no meio de uma conversa sobre os méritos de bombardear combatentes houthi no Iêmen.

Enquanto Goldberg se recusou a citar informações militares específicas do bate -papo, ele compartilhou suas discussões publicadas entre funcionários no mais alto nível de governo, incluindo o vice -presidente JD Vance e o secretário de Defesa Pete Hegseth.

Vance, o consultor de segurança de Hegseth e Homeland, Stephen Miller, por exemplo, foram citados como debatendo o momento dos ataques e se o ganho econômico poderia ser “extraído” da Europa em troca dos atentados.

O vice -presidente, em particular, expressou preocupação de que os atentados fizessem mais para beneficiar o comércio europeu no Mar Vermelho, onde os houthis são conhecidos por atacar navios navais e de transporte marítimo.

O artigo criou um respingo em Washington, DC, quase assim que foi publicado. Foram levantadas perguntas sobre por que informações confidenciais foram discutidas em uma plataforma não governamental e se as mensagens de texto seriam preservadas, conforme exigido pelas leis de registros federais.

Algumas dessas perguntas foram diretamente a dois dos participantes do bate -papo por sinal, o diretor da Central Intelligence Agency (CIA) John Ratcliffe e diretor de inteligência nacional Tulsi Gabbard, que participou da audiência do Comitê de Inteligência do Senado de terça -feira.

“Isso não foi apenas desleixado. Não apenas violou todos os procedimentos, mas se essas informações tivessem saído, a vida americana poderia ter sido perdida. Se os houthis tivessem essas informações, poderiam reposicionar seus sistemas defensivos”, disse o senador Mark Warner, o principal democrata do comitê.

“Também é apenas impressionante para mim que todas essas pessoas seniores estivessem nessa linha, e ninguém se preocupou em verificar a higiene de segurança 101”.

O senador Ron Wyden, outro democrata na audiência, chamou o bate -papo de sinal de “obviamente imprudente, obviamente perigoso”.

“Tanto o manuseio de informações classificadas quanto a destruição deliberada dos registros federais são crimes em potencial que devem ser investigados imediatamente”, disse Wyden. “E quero deixar claro que sou da opinião de que deveria haver renúncia, começando com o Conselheiro de Segurança Nacional e o Secretário de Defesa”.

O consultor de segurança nacional Mike Waltz fala em uma reunião de indicados ao embaixador dos EUA na Casa Branca em 25 de março (Evelyn Hockstein/Reuters)

Perguntas de informações classificadas

A posição da Casa Branca, no entanto, foi que nenhuma informação classificada foi divulgada no chat do sinal.

Em seu artigo, Goldberg está claro que as informações de excelente secreto foram incluídas nas mensagens do bate-papo em grupo.

“As informações contidas neles, se tivessem sido lidas por um adversário dos Estados Unidos, poderiam ter sido usados ​​para prejudicar o pessoal militar e de inteligência americano”, escreveu Goldberg.

Se Goldberg repetisse essas informações em sua publicação, ele poderia ter se aberto a repercussões legais. Em vez disso, Goldberg ofereceu uma descrição ampla do que aconteceu no bate-papo.

“O que vou dizer, a fim de ilustrar a imprudência chocante dessa conversa sobre sinalização, é que o Hegseth Post continha detalhes operacionais dos próximos ataques sobre o Iêmen, incluindo informações sobre metas, armas que os EUA estariam implantando e sequenciação de ataques”, escreveu ele.

Mas na terça -feira, o governo Trump contestou essa avaliação, dizendo que nenhum segredo foi revelado no bate -papo de sinal.

“Jeffrey Goldberg é bem conhecido por sua giro sensacionalista”, o secretário de imprensa da Casa Branca Karoline Leavitt escreveu nas mídias sociais. “Aqui estão os fatos sobre sua última história: 1. Não foram discutidos ‘planos de guerra’. 2. Nenhum material classificado foi enviado ao tópico.”

Ratcliffe e Gabbard repetiram comentários semelhantes na audiência de Capitol Hill, negando que compartilhando informações de primeira linha sobre o sinal, seja naquele bate-papo ou em outro.

“Para ficar claro, não participei de nenhuma mensagem do grupo de sinais relacionada a nenhuma informação classificada”, disse Ratcliffe.

“Eu tenho a mesma resposta”, ecoou Gabbard. Ao contrário de Ratcliffe, Gabbard se recusou a reconhecer se ela participava ou não do bate -papo, conforme relatado no artigo de Goldberg.

Sua posição levou a um confronto acalorado com o senador Warner, que argumentou que – se o bate -papo não contenha informações classificadas – seu conteúdo deve ser divulgado imediatamente para revisão.

“Por que você não vai entrar nos detalhes? É porque tudo é classificado?” Warner perguntou.

“Como isso está atualmente sob revisão pela segurança nacional -“, Gabbard começou a responder, como a Warner interrompeu: “Porque tudo é classificado? Se não for classificado, compartilhe o texto agora”.

Enquanto isso, na reunião com os embaixadores dos EUA, Trump negou que houvesse alguma violação de segurança nacional.

“Nossa segurança nacional agora é mais forte do que nunca”, disse Trump a repórteres. Em vez disso, ele culpou a tecnologia – e o aplicativo de sinal especificamente – por permitir que Goldberg acesse o bate -papo privado.

“Não é uma tecnologia perfeita. Não há tecnologia perfeita. Os realmente bons são muito pesados, muito difíceis de acessar”, disse ele.

Um manifestante mantém uma foto de Pete Hegseth com uma bolha de fala que diz, "Oopsie!"
O demonstrador Gary Rush detém uma placa mostrando uma foto do secretário de Defesa Pete Hegseth após o escândalo do aplicativo de sinal em 25 de março (Kevin Lamarque/Reuters)

Trump reacende rivalidade com o Atlântico

O escândalo sobre as informações confidenciais no bate -papo de sinal também permitiu que Trump renove sua beira contra a revista Atlantic, onde Goldberg trabalha.

Trump criticou a revista no passado, principalmente depois de publicar um relatório de 2020 que alegou que o líder republicano havia depreciado em particular soldados caídos como “perdedores” e “otários”. O próprio Trump não é um veterano militar, mas questionou publicamente o serviço de soldados como o falecido senador John McCain.

Goldberg também é autor desse artigo. Enquanto isso, Trump negou as alegações, chamando o artigo de “desgraça”.

O líder republicano há muito tempo critica os principais meios de comunicação, sugerindo que seus relatórios podem ser ilegais.

Quando ele se dirigiu ao escândalo na reunião de terça -feira, Trump destacou Goldberg mais uma vez para seus relatórios.

“Por acaso, conheço o cara uma bolsa total de sleaze”, disse Trump. “O Atlântico é uma revista fracassada. Faz muito, muito mal. Ninguém se importa com isso. Isso dá um pouco de tiro. E eu vou lhe contar: eles inventaram mais histórias. E são apenas uma revista fracassada. O público entende isso”.

Trump então virou -se para Waltz, que também estava sentado na reunião, e começou a defender o aparente erro do consultor em convidar Goldberg para o bate -papo de sinal.

“Ele é um homem muito bom. Esse homem é um homem muito bom, bem ali, que você critica”, disse Trump, gesticulando para Waltz. “Ele é um homem muito bom, e continuará fazendo um bom trabalho.”

Waltz, um ex -representante dos EUA para o estado da Flórida, entrou em contato para apontar o dedo para o Atlântico e seu editor.

“Acho que há muitas lições. Há muitos jornalistas nesta cidade que fizeram grandes nomes para inventar mentiras sobre esse presidente”, disse Waltz.

“Este em particular, eu nunca conheci. Não sei. Nunca se comuniquei. E estamos olhando para ele e revisando como diabos ele entrou nesta sala.”

Os democratas, no entanto, elogiaram Goldberg por sua restrição em não publicar segredos de segurança nacional e por se remover voluntariamente do bate -papo de sinal.

“Não importa o quanto o Secretário de Defesa ou outros queira depreciá -lo, esse jornalista tinha pelo menos a ética para não relatar, eu acho, tudo o que ele ouviu”, disse o senador Warner na audiência de inteligência.

Tom Cotton sussurra para Mark Warner em uma reunião de inteligência no Senado.
O senador Mark Warner ouve o senador Tom Cotton em uma audiência do Comitê de Inteligência do Senado em 25 de março (Kevin Lamarque/Reuters)

Trump dobra sobre a Europa de ‘carregamento livre’

O que Goldberg citou literalmente, no entanto, foram mensagens em que os principais funcionários discutiram se atrasavam os ataques ao Iêmen – e se a Europa se beneficiaria mais dos atentados.

Um relato que parece pertencer ao vice -presidente Vance, por exemplo, publicou um comentário destacando o quanto o comércio europeu percorre o Mar Vermelho e as vias navegáveis ​​vizinhas.

“3 % do comércio americano percorre o Suez. 40 % do comércio europeu faz. Existe um risco real de que o público não entenda isso ou por que é necessário”, escreveu Vance.

“Não tenho certeza de que o presidente esteja ciente de como isso é inconsistente com sua mensagem na Europa agora.”

Vance parecia recuar os atentados por um mês, mas ele retirou suas objeções – embora não sem um toque adicional na Europa.

“Se você acha que devemos fazer isso vamos lá. Eu odeio resgatar a Europa novamente”, parece ter escrito.

Para isso, o secretário de Defesa Hegseth respondeu: “VP: eu compartilho totalmente o seu órgão de carga européia. É patético”.

A bancada parece confirmar o que há muito tempo tem sido especulado na esfera pública: que as relações entre os EUA e a Europa estão em um escorregador descendente.

Trump acusou a Europa de aproveitar os EUA, apontando para os déficits comerciais que mostram aos americanos que consumem mais bens europeus do que vice -versa. Em 2 de abril, seu governo planeja implementar o que Trump chamou de “tarifas recíprocas”, correspondendo impostos de importação que outros países impõem.

Na reunião de terça-feira, Trump foi perguntado se ele concordou com a avaliação de Hegseth e Vance de que a Europa era “carregamento livre”.

“Você realmente quer que eu responda isso?” Trump perguntou, Deadpan. “Sim. Acho que eles foram freela -carregamentos. A União Europeia tem sido absolutamente terrível para nós no comércio. Terrível.”

Ele então mudou de direção, divulgando suas negociações de paz com a Rússia e a Ucrânia, bem como as próximas tarifas. “Acho que fui muito justo com os países que realmente nos abusaram economicamente por muitas, muitas décadas”.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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