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Sport leva empate da Chape e tem posto no G4 ameaçado na Série B

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Lincoln Chaves – Repórter da EBC

O Sport tropeçou pela terceira vez seguida e pode deixar o grupo dos quatro primeiros colocados (G4), que dá acesso à Série A do Campeonato Brasileiro. Neste domingo (10), o Leão empatou por 1 a 1 com a Chapecoense na Ilha do Retiro, em Recife, pela 36ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. A partida foi transmitida ao vivo pela TV Brasil.

A equipe rubro-negra, que vinha de duas derrotas, permanece na quarta posição, com 60 pontos, e pode ser ultrapassada pelo Ceará, que joga na terça-feira (12), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Botafogo-SP, no Estádio Santa Cruz/Arena Nicnet, em Ribeirão Preto (SP). Se o Vozão ganhar, iguala a pontuação do time pernambucano, mas passa à frente pelo número de vitórias (18 a 17).

O tropeço do Sport também foi celebrado por outros rivais na briga pelo acesso, como Goiás (57 pontos) e Operário-PR (56 pontos). Esmeraldinos e alvinegros venceram seus duelos contra CRB e Novorizontino, respectivamente, no último sábado (9).

A Chape, por sua vez, foi a 41 pontos, abrindo três pontos de vantagem para a Ponte Preta, 17ª colocada e primeira equipe na zona de rebaixamento (Z4). O time paulista, contudo, ainda vai a campo na rodada. A Macaca visita o Vila Nova nesta segunda-feira (11), às 18h30, no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, em Goiânia.

O próximo compromisso do Sport é diante da Ponte, no próximo sábado (16), às 21h30, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP). No dia seguinte (17), o Verdão do Oeste recebe o Coritiba na Arena Condá, em Chapecó (SC), às 16h.

Dominante nas ações ofensivas desde o início da partida, o Sport abriu o placar no primeiro minuto da segunda etapa. O lateral Felipinho cruzou pela esquerda, o goleiro Léo Vieira não ficou com a bola na disputa com o atacante Chrystian Barletta e o volante Julián Fernández, na sobra, mandou para as redes.

O Leão seguiu no ataque, mas sofreu o empate em uma das poucas investidas da Chape. Aos 38, o meia Marlone recebeu na entrada da área e rolou para Perotti. O atacante, que tinha entrado em campo três minutos antes, apareceu pela esquerda e chutou rasteiro, deixando tudo igual. Os donos da casa pressionaram, mas o Verdão se segurou.

Mirassol vice-líder

Outro time do G4 que não venceu na rodada foi o Mirassol. Também neste domingo, a equipe do interior paulista ficou no 0 a 0 com o Avaí na Ressacada, em Florianópolis.

O empate fez o Mirassol ganhar uma posição, ultrapassando o rival Novorizontino e assumindo a vice-liderança, com os mesmos 63 pontos do Tigre do Vale, mas ficando à frente pelo saldo de gols (15 a 13). A equipe dirigida por Mozart está dois pontos atrás do Santos, primeiro colocado e que ainda joga nesta segunda, às 21h, fora de casa, contra o Coritiba, no Couto Pereira. O Avaí, com 47 pontos, aparece na 12ª posição, livre do rebaixamento, mas sem chances de acesso.

Na próxima sexta-feira (15), o Mirassol tem confronto direto com o Operário-PR no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa (PR), às 16h. Se o Ceará perder na terça, um empate basta para garantir o acesso à equipe do interior paulista. Já o Avaí volta a campo na outra segunda-feira (18), às 21h, contra o Botafogo-SP, em Ribeirão Preto.



Leia Mais: Agência Brasil

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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