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Steve Bannon is released from prison in time for the last-week push to Election Day

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Steve Bannon was released from federal prison Tuesday, according to a source with knowledge, emerging just a week before Election Day to retake the helm of his weakened right-wing media platform.

Bannon, a right-wing podcast host and the chief executive of Donald Trump’s 2016 presidential campaign, has remained a strident supporter of the former president. Even as he reported to federal prison in Connecticut in July, Bannon insisted he would influence the presidential race from behind bars and that his “War Room” podcast would continue to energize the Trump base.

Bannon was met early Tuesday morning by his daughter Maureen. He is expected to host his radio program later Tuesday morning.

He was convicted in 2022 on two counts of contempt of Congress for refusing to comply with a subpoena from the House Select Committee that investigated the January 6, 2021, attack on the US Capitol. He is continuing to appeal his conviction.

While in prison, Bannon digitally kept in touch with a small group of loyalists, including some who served as guest hosts for the podcast, according to two sources familiar with the matter. Bannon would in part discuss news of the day and politics including topics he thought about for the show.

However, Bannon’s MAGA megaphone has suffered in his absence. “War Room,” which frequently appeared in Apple’s Top Podcasts before Bannon reported to prison, fell off the charts by early July, according to data from Podchaser. By another measure, the podcast was once near the top of the Apple political podcast charts and has since fallen out of the top 25, per Podchaser data.

How Bannon returning to his podcast could make a difference in the election

There are some signs that it’s ticking up slightly as Bannon prepares to return.

“Though we’ve been seeing election denial activists coming on the show still as a central hub, you see that ‘War Room,’ it wasn’t able to sustain itself without Bannon,” said Madeline Peltz, deputy director for rapid response at Media Matters, a progressive nonprofit that does extensive media monitoring.

Peltz still predicted Bannon would be a prominent voice for election denialism if it appears Trump is coming up short after Election Day.

“I think it’s going to take some time to bring the audience back and to mobilize them,” Peltz said. “I don’t think the one-week period between now and the election is enough time to complete that, but I think really, you’ll see it kick into high gear in the post-election chaos that we’re all sort of anticipating.”

While Bannon’s show is mainly seen as an energizer for the Trump base, data from Edison Research’s podcast metrics found that nearly half of Bannon’s audience was made up of Republicans but about a third of listeners were independents.

On the “War Room” podcast, a cast of fill-in hosts cheered Bannon’s return.

Prominent election conspiracy theorist Mike Lindell offered a deal on his MyPillow products to celebrate Bannon’s release (free pillows, plus shipping and handling, with the relevant discount code.)

“It’s less than 24 hours until Stephen K. Bannon is back a free man and preaching the gospel of MAGA here in the ‘War Room,’” Natalie Winters, one of the podcast guest hosts said Monday.

Winters then turned her focus to the presidential race, claiming, “It’s not an election, it’s ballot warfare.” It’s the kind of incendiary rhetoric Bannon embraced and promoted as an early voice in the “Stop the Steal” movement in 2020.

In May, Bannon claimed on his podcast that “they’re going to do everything to steal this election,” as he reiterated the baseless claim that the 2020 presidential election was stolen.

“Bannon is one of the most talented broadcasters among his peers, in terms of taking current events, pulling out a kernel of truth from them, and then spinning an elaborate conspiracy theory on top of it, which then becomes the fuel for the action that’s taken by the grassroots in response to these lies,” Peltz from Media Matters said. “There’s really no one who has quite the same level of talent for that particular misinformation approach.”

To mark his release, Bannon’s team said he plans to hold a press conference Tuesday afternoon in New York.

This story has been updated with additional developments.

CNN’s Kristen Holmes, Maria Aguilar Prieto and Maria Sole Campinoti contributed to this report.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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