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Netanyahu acusa a oposição de Israel de alimentar a ‘anarquia’ | Notícias de conflito de Israel-Palestina

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Netanyahu acusa a oposição de Israel de alimentar a 'anarquia' | Notícias de conflito de Israel-Palestina

Milhares de israelenses participaram de protestos antigovernamentais depois que Netanyahu retomou ataques em Gaza.

Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu acusou a oposição de alimentar a “anarquia” em Israel, após protestos do antigovernamental em massa nos últimos dias, enquanto o líder da oposição Yair Lapid pediu uma “revolta” se o governo se recusar a aceitar vereditos emitidos pelo Supremo Tribunal do país.

Dirigindo-se à oposição durante um discurso no Parlamento na quarta-feira, Netanyahu disse: “Você recicla os mesmos slogans desgastados e ridículos sobre ‘o fim da democracia’. Bem, de uma vez por todas: a democracia não está em perigo, é o poder dos burocratas que está em perigo”.

“Talvez você pudesse parar de colocar os espanhadores nas obras do governo no meio de uma guerra? Talvez você pudesse parar de abastecer a sedição, ódio e anarquia nas ruas?” ele acrescentou.

Milhares de israelenses participaram de vários dias de protestos antigovernamentais, acusando Netanyahu de minar a democracia removendo Barra de Rons, O chefe da agência de segurança interna da Shin Bet e a retomada de greves em Gaza sem qualquer consideração por cativos mantidos no enclave sitiado.

Netanyahu está trancado em uma batalha com o chefe Shin Bet, que está administrando uma investigação de suborno no Gabinete do Primeiro Ministro, citando uma falta de “confiança”. Os dois homens estiveram em cabeças de madeira, alimentadas por recriminações amargas sobre o fracasso em impedir que os ataques de 2023, liderados pelo Hamas, ataques ao sul de Israel.

As manifestações, que explodiram na semana passada, foram organizadas por uma ampla coalizão de grupos anti-redehu que dizem que o líder israelense está tentando permanecer no poder a qualquer custo.

A demissão do Supremo Tribunal congelou a demissão após vários recursos foram apresentados, inclusive pelo partido Yesh ATID do líder da oposição Yair Lapid.

O apelo da oposição destacou o que os críticos vêem como as duas principais razões pelas quais Netanyahu se mudou contra o Bar.

A primeira foi suas críticas ao governo pelo fracasso de segurança que permitiu o ataque de Israel em 7 de outubro de 2023 do Hamas, o dia mais mortal da história do país.

O segundo foi o que o apelo da oposição disse ser uma investigação de Bet Shin sobre os próximos associados de Netanyahu por suspeita de receber dinheiro vinculado ao Catar.

O escritório de Netanyahu descartou as acusações como “notícias falsas”.

Pedindo uma ‘revolta’

O líder da oposição israelense Yair Lapid pediu uma “revolta” contra o governo de Netanyahu se se recusasse a aceitar vereditos emitidos pela Suprema Corte do país.

“Um governo que não obedece ao tribunal é um governo criminal que não deve ser obedecido”, disse Lapid à Rádio 103FM local.

“Se o governo não cumprir a Suprema Corte, devemos desligar o país, e esse seria o fim de tudo”.

O gabinete de Israel também aprovou um voto de não confiança no domingo contra o procurador-geral do país, Baharav-Miara, o primeiro passo em um processo para descartá-la.

O escritório de Netanyahu apontou “diferenças significativas e prolongadas entre o governo e o consultor jurídico do governo”, uma parte essencial do trabalho do procurador -geral.

Após a decisão inicial da Suprema Corte no caso do bar, Baharav-Miara disse que Netanyahu não poderia nomear um novo chefe de segurança interna e era “proibido para tomar qualquer ação que prejudique” sua posição.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel.jpg

Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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