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Strike at Boeing was part of a new era of labor activism long in decline at US work places

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Aircraft assembly workers at Boeing factories near Seattle and elsewhere voted to end a seven-week strike overnight.

Leaders of the International Association of Machinists and Aerospace Workers district in Seattle said 59% of members who cast ballots agreed to approve the company’s fourth formal offer and the third put to a vote.

Organized labor has made itself heard over the past couple of years, and the number of actions taken by unions has soared. There were 470 work stoppages (466 strikes and four lockouts) involving approximately 539,000 workers last year, according to Cornell University’s School of Industrial and Labor Relations. The nearly 500 work stoppages resulted in approximately 24,874,522 strike days.

While the number of work stoppages increased by only 9% between 2022 and 2023, the number of workers involved in those work stoppages skyrocketed 141% to well over a half million workers, according to Cornell.

Unions including the UAW, the Teamsters and, most recently, the International Association of Machinists and Aerospace Workers, say they made the sacrifices asked of them by their companies during the pandemic and previous periods of distress for different economic sectors. Workers have stood firm on demands of late, however, saying that now is the time for companies, which have been consistently posting billions of dollars in profits every year, to catch up and pay workers what they are owed.

Here’s a look at some recent standoffs between corporate America and workers.

Automakers and UAW

Late last year the United Auto Workers union overwhelmingly ratified new contracts with Ford and Stellantis, along with a similar deal with General Motors, that would raise pay across the industry and force automakers to absorb higher costs.

The agreements, which run through April 2028, ended contentious talks that began in the summer of 2022 and led to six-week-long strikes at all three automakers.

The new contract agreements were widely seen as a victory for the UAW. The companies agreed to dramatically raise pay for top-scale assembly plant workers, with increases and cost-of-living adjustments that would translate into 33% wage gains.

Top assembly plant workers were to receive immediate 11% raises and would earn roughly $42 an hour when the contracts expire in April of 2028.

Under the agreements, the automakers also ended many of the multiple tiers of wages they had used to pay different workers. They also agreed in principle to bring new electric-vehicle battery plants into the national union contract.

UPS and Teamsters

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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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