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EMU Yields decline amid softer inflation data and ECB divergence – US markets reopen

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US markets were closed for Thanksgiving yesterday, leaving European markets looking for their own dynamics. National inflation data from Germany (HICP -0.7% M/M and 2.4% Y/Y; unchanged October) and Spain (0% M/M and 2.4% Y/Y from 1.8%, core 2.4% from 2.5%) overall printed on the softer side of expectations, suggesting (modest) downside risks for today’s Flash EMU release. The decline of EMU yields to the incoming CPI data was initially modest/limited. However, in afternoon trading, comments from Banque de France governor Villeroy clearly put other accents on the ECB’s strategy than board member Schnabel on Wednesday. The French governor indicated that the ECB needs full optionality in the current environment on the frequence and the size of rate cuts, including the December one. Inflation reaching the target sooner than expected also is a reason to bring rates to a neutral level and even a decline below neutral might be possible. Especially the latter assessment clearly diverged from Schnabel’s view. The combination of slightly softer than-expected CPI data and the Villeroy comments finally caused EMU yields to follow the path of least resistance, which currently obviously is still south. German yields declined 3.8 bps (5-y) to 1.9 bps (30-y). Money markets see the trough in the EMU easing cycle next year near 1.75%. The Euro this time quite easily withstood the further decline in yields and closed only modestly lower at 1.0552 (from 1.0566). Growing tensions/uncertainty on the French budget didn’t impact the euro. The Eurostoxx 50 even added 0.54%.

US markets rejoin the action today. However with no US data scheduled for release, the focus in the US might be on the shopping malls rather than on Wall Street. Still, US yields this morning continue their recent corrective decline, ceding 3-4 bps across the curve. EMU November CPI data take center stage (headline expected at -0.2% M/M and 2.3% Y/Y from 2%, core expected 2.8% from 2.7%). Even with the French and Italian data still to be released, risks for the outcome are to the downside. Question is how much further markets will/can push expected easing next year, given what is already discounted (1.75% ECB depo rate in H2). For now, there probably is no trigger to row against the existing downtrend in EMU yields, but it might shift into a lower gear. On FX markets, the euro (EUR/USD) enjoys some relief as the correction in US yields and the dollar apparently still has some legs. DXY drops below the 106 handle (105.85). USD/JPY, also pressured by yen strength, is testing the 150 mark this morning. EUR/USD gains a few ticks (EUR/USD 1.0582), but the political/budgetary uncertainty in France probably will continue to prevent dynamic/sustained comeback.

News and views

November Tokyo inflation numbers boost market odds that the Bank of Japan will conduct another rate hike at its December policy meeting. Prices in the capital region rose by 0.5% M/M on a headline level. That’s the third such increase in the past four months. In annual terms, CPI jumped from 1.8% to 2.6%, matching the YTD high. The BoJ’s preferred ex-fresh food gauge equally rose by 0.5% M/M to be up 2.2% Y/Y (from 1.8%). More details showed goods and services inflation increasing by 0.8% and 0.2% respectively in November. Only household goods (-0.5% M/M) and entertainment (-0.1% M/M) had a dampening impact on the monthly CPI-print. The Japanese yen rallied from USD/JPY 151.50 to 150 in response to the figures with money markets currently discounting a 15 bps increase in the BoJ’s target rate (currently 0.25%).

French finance minister Armand yesterday noon already hinted that it’s better to have a budget that is not exactly the one they want instead of having no budget at all. PM Barnier than later on the day stressed that they will do everything to bring the country’s budget deficit from this year’s 6% of GDP to about 5% next year. He also announced a first major concession for the far-right RN who threatens the government over the budget bill. A previously planned increase for an electricity tax will no longer be included in the budget. From February, electricity taxes will now decrease by 14% instead of by 9%. While obviously welcomed, RN-president Bardella already said that his party won’t stop there and that other red lines remain. The French left opposition still plans to table a motion of noconfidence as soon as next week..

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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