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Talibã do Afeganistão envia delegação à cúpula climática da COP – DW – 10/11/2024
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Talibã funcionários de Afeganistão participará da conferência da ONU sobre o clima que começa na próxima semana em Baku, no Azerbaijãodisse o Ministério das Relações Exteriores do país às agências de notícias AFP e Reuters no domingo.
Será a primeira vez que o Afeganistão participará na cimeira global anual sobre o clima desde que os talibãs recuperaram o poder em 2021, em meio a a rápida retirada dos EUA do paísduas décadas depois de derrubar o anterior regime talibã.
O governo talibã não é reconhecido internacionalmente e a ONU não permitiu que os talibãs ocupassem o assento do Afeganistão na Assembleia Geral.
COP29 os organizadores também adiaram a decisão de considerar a participação afegã desde 2021, o que significa que o país não pôde participar noutras cimeiras recentes, apesar de tentar.
As ONG afegãs também se queixaram de que tinham dificuldade em participar em tais sessões desde o regresso dos Taliban.
Chefe da agência ambiental diz que a mudança climática é um assunto “humanitário”, não político
“Uma delegação do governo afegão estará em Baku” para a cúpula, disse à AFP o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Afeganistão, Abdul Qahar Balkhi.
Tanto a AFP como a Reuters relataram, citando fontes não oficiais, que a delegação talibã teria apenas o estatuto de observador, em vez de ser um participante de pleno direito.
A Reuters citou uma fonte diplomática dizendo que isso significa que a delegação, da agência ambiental nacional, seria capaz de “potencialmente participar em discussões periféricas e potencialmente realizar reuniões bilaterais”.
Não foi possível dar aos delegados credenciais padrão como participantes plenos, disse a fonte, dado que o Taliban não foi reconhecido como o governo legítimo do Afeganistão.
Mulheres afegãs, expulsas pelo Taleban, estudam medicina no exterior
O Taleban busca mais reconhecimento internacional em gerale fizeram algumas incursões – como a participação em reuniões organizadas pela ONU em Doha e a participação de ministros talibãs em fóruns na China e na Ásia Central nos últimos dois anos.
Mas a sua governação fundamentalista, particularmente o tratamento que dispensam às mulheres e às meninase a natureza violenta do seu regresso ao poder ainda deixaram os Taliban mais ou menos isolado no cenário mundial.
No entanto, sobre o tema das alterações climáticas, funcionários da Agência Nacional de Protecção Ambiental (NEPA) do país argumentam que as barreiras políticas à entrada deveriam ser ainda menores, dada a natureza da questão.
“A mudança climática é um assunto humanitário”, disse à AFP o vice-chefe da NEPA, Zainulabedin Abid, no mês passado. “Apelamos à comunidade internacional para que não relacione as alterações climáticas com a política.”
País em risco, onde secas e inundações repentinas já são comuns
Apesar de uma população comparativamente pequena e escassa, o Afeganistão é considerado um dos países mais afetados pelas alterações climáticas em todo o mundo.
As inundações repentinas no início deste ano mataram centenas de pessoas, e o país altamente dependente da agricultura tem sofrido uma das piores secas das últimas décadas.
Muitos afegãos vivem como agricultores de subsistência e enfrentam uma insegurança alimentar cada vez mais profunda no meio das chuvas sazonais flutuantes e da paisagem muitas vezes árida.
A fraca resposta do Taliban às inundações repentinas foi criticada
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2024, mais conhecida como COP29, está programada para acontecer de segunda-feira, 11 de novembro, até 22 de novembro, sexta-feira seguinte.
msh/wmr (AFP, Reuters)
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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11 de ABRIL
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