SOLIDARIEDADE
TARAUACÁ: FAMILIA PEDE AJUDA PARA TRATAMENTO DO AMIGO CARLOS PINTO
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Presidência do TJAC e coordenadora da CIJ visitam Instituição de Acolhimento para Crianças e Adolescentes do Alto Acre
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23 de agosto de 2023Poder Judiciário discute criação de fluxo de acolhimento específico para pessoas indígenas junto ao MPAC, Funai e Rede de Proteção da Criança e Juventude.
A presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargadora Regina Ferrari, e a coordenadora da Infância e Juventude (CIJ), desembargadora Waldirene Cordeiro, realizaram visita institucional à Instituição de Acolhimento para Crianças e Adolescentes do Alto Acre (Cisac) na segunda-feira, 21.
A visita, que teve a presença do juiz de Direito Clóvis Lodi, e do juiz de Direito Substituto Jorge Luiz, ambos com atuação na Comarca de Brasileia, teve como objetivo de acompanhar o caso dos quatro irmãos da etnia Jaminawa, que atualmente estão abrigados no local, além de discutir a construção de um fluxo de acolhimento específico para pessoas indígenas.
As desembargadoras foram recebidas pela equipe da instituição, com a qual dialogou sobre os casos das nove crianças que estão no abrigo atualmente. Durante a visita, foram discutidas as necessidades e demandas, bem como as medidas necessárias para garantir seu bem-estar.


Além de poder verificar o caso dos quatro irmãos indígenas, cuja situação vem sendo acompanhada pela Justiça, a visita também teve como objetivo colher informações que possam contribuir com a construção de um fluxo de acolhimento específico para pessoas indígenas. O diálogo acerca do assunto vem sendo feito pelo Judiciário acreano junto ao Ministério Público Estadual (MPAC), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e os demais atores da Rede de Proteção da Infância e Juventude, buscado estabelecer diretrizes claras e adequadas para o acolhimento de crianças e adolescentes indígenas, levando em conta suas especificidades e respeitando seus direitos.
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Oportunidade
Prefeitura de Rio Branco recebe 230 colchões para doar aos desabrigados
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23 de abril de 2023Após finalizar a 43ª Conferência Distrital do Rotary da Região Norte, sediada em Rio Branco nos dias 20 e 21 de abril, a governadora da entidade, Elaine Ruiz, fez a doação de 230 colchões para a prefeitura de Rio Branco distribuir às famílias atingidas pela enchente na capital acreana. O produto foi adquirido através do subsídio de 25 mil dólares, destinado pelo Rotary Internacional para projetos que minimizem os efeitos de desastres ambientais.
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A entrega foi realizada no sábado, 22, durante a reunião do secretariado da prefeitura, realizada na Associação dos Municípios do Acre (Amac). Um grupo de autoridades do Rotary acompanharam a solenidade, entre elas o representante da presidente do Rotary Internacional, Sérgio Amaral. “Quando temos um clube de Rotary na nossa comunidade, nós temos uma rede de 1,4 milhão de rotarianos no mundo que podem nos ajudar. Nós temos uma rede de contatos e de apoio que podem ajudar a Amazônia”, declarou Sérgio.
Segundo Elaine Ruiz, cidades do Alto Acre também serão beneficiadas e outro subsídio emergencial será solicitado. “Além de Rio Branco, nós vamos enviar uma parte das doações para os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia que também foram afetados por essa grande enchente do Rio Acre. Esta semana vamos correr para prestar contas e fazer uma nova solicitação ao Rotary Internacional para ajudar mais famílias”, disse a governadora do Distrito 4720.
À tarde, o grupo participou de uma feijoada promovida pelo senador da República, Alan Rick, para a entrega de mais de 500 itens que serão doados às famílias que tiveram as suas casas alagadas pelas águas de igarapés e do rio. Além do Rotary, o senador convidou a Loja Maçônica, a Cáritas da Igreja São Peregrino e outros projetos sociais para fazerem a distribuição de fogareiros, geladeiras, máquinas de lavar e kits de limpeza.
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CRISE
ONG sem apoio do poder público fechará em razão de dívidas e falta de ajuda
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22 de fevereiro de 2023ONG que cuida de animais abandonados no AC tem dívida de R$ 31 mil e pode fechar por falta de doações.
Por falta de recursos, resgate de animais está suspenso por voluntários da ONG Patinha Carente.
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Resgate de animais está suspenso por voluntários por falta de recursos — Foto: Arquivo/ONG Patinha Carente
Uma dívida de R$ 31 mil com clínicas veterinárias de Rio Branco e a falta de doações podem causar o fechamento da ONG Patinha Carente, que atua no resgate de animais há mais de dez anos. Em situação crítica, os voluntários suspenderam os resgates e colocaram 20 animais em lares provisórios que precisam de abastecimento com ração e medicamentos.
No último sábado (18), a coordenação da ONG divulgou, em uma rede social, que devia R$ 33 mil com atendimentos veterinários. Nesta terça-feira (21), a advogada Vanessa Facundes, uma das fundadoras, disse que conseguiu arrecadar R$ 2 mil e pagou algumas dívidas.
“Continuamos devemos R$ 18 mil em uma clínica, R$ 2 mil em outra e outros serviços veterinários. Tudo resulta nesse montante. A gente tem um grupo que tem 15 pessoas que nos comunicamos sobre os casos que aparecem. Mas, as doações vem mais dos nossos pedidos nas redes sociais mesmo”, explicou.
A advogada diz que tinha o apoio nas castrações dos animais do Centro de Zoonoses, contudo, essa parceria foi interrompida com a suspensão dos serviços. Os procedimentos estão suspensos por conta de uma reforma no local, que deve durar 90 dias.
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Voluntários precisam de doações em dinheiro e ração para pagar dívidas e atender animais em lares provisórios — Foto: Arquivo/ONG Patinha Carente
Contudo, ela crítica a falta de apoio do poder público. “Atuamos aqui mais de dez anos, mas nunca estivemos desse jeito como estamos agora. Estamos abandonados pelo poder público também. A prefeitura, antes, dava uma aliviada para a gente dando a castração no Centro de Zoonoses. Agora não tem mais. Tinha alguns atendimentos também. Desde o início dessa gestão, o prefeito não fez parceria com a gente enquanto ONG”, lamentou.
Com os resgates suspensos, Vanessa conta que o foco agora é pagar as dívidas, manter a alimentação e medicamentos para os animais que estão nos lares provisórios e, posteriormente, conseguir que sejam adotados.
“Recebemos doações direto no nosso PIX, que é nosso CNPJ e pode doar qualquer valor. Também se quiserem doar ração, pode deixar na Farmácia Vitória-régia, que é nosso ponto de coleta”, pediu.
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