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TARAUACÁ: Muro do presídio é derrubado. Vários presos já escaparam nesses últimos meses.
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8 anos atrásem
Na foto, Parte do muro que foi derrubada em obra de ampliação, que foi suspensa por conta de fortes chuvas, conforme anunciou o IAPEN.
Parte do muro da unidade prisional Moacyr Prado, em Tarauacá, foi derrubada há mais de 40 dias durante obras de ampliação do presídio e, em seguida, a empresa responsável pela revitalização suspendeu as obras por conta das chuvas.
A informação foi repassada dia 16/01/18, pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre (SINDAPEN) que reclama de insegurança.
Em dezembro de 2017, 20 detentos que cumprem pena no presídio do interior do estado fugiram pela parte de trás da unidade onde o muro já estava sendo reconstruído. Segundo o sindicato, nove presos foram recapturados até esta terça.
A Chefe de Gabinete do Instituto Penitenciário do Acre (IAPEN-AC), Raquel Ribera, confirmou a informação de que o muro foi derrubado e que as obras estão paradas devido as fortes chuvas na região.
“Nossa equipe de arquitetura e engenharia esteve lá [no presídio] e constatou que é inviável continuar a obra diante das chuvas. Não tem como, porque eles tentam e o trabalho desfaz. Então, o pedido da empresa, em conjunto com a nossa equipe de infraestrutura para a presidência, é que realmente suspenda nesse momento”, afirmou a Chefe do Gabinete.
Raquel falou ainda que não há previsão para a empresa retomar as atividades de ampliação do presídio. “Não tem uma data prevista para o retorno da obra, porque a gente depende da natureza nesse caso. Assim que melhorar um pouco, retoma as obras”, disse.

Na foto, Parte do muro que foi derrubada, possui 30 metros, segundo Sindicato.
O Presidente do SINDAPEN, Lucas Bolzoni, informou que a preocupação é que o presídio tem déficit de mais de 300 vagas, já que atualmente tem mais de 400 detentos para 80 vagas.
Além disso, ele falou sobre o baixo número de Agentes Penitenciários. A parte do muro que foi derrubada tem cerca de 30 metros.
“Eles vão fazer uma ampliação e um novo pavilhão, mas agora pararam as obras e deixaram uma estrutura de ferro, que é totalmente vulnerável. Isso em uma cadeia superlotada. A empresa alega que suspendeu por conta do período de chuvas e vão esperar parar, lá para abril eles retornam as obras”, reclamou o presidente do Sindicato.
Bolzoni afirmou que atualmente somente cinco Agentes trabalham em cada plantão para cuidar de mais de 400 presos. “Os órgãos ligados ao Ministério da Justiça recomendam a proporção de cinco presos para cada um agente. E hoje estamos ultrapassando mais de 15 vezes isso. Então, além da estrutura precária do prédio, temos essa falta de efetivo”, disse.
O Presidente do Sindicato falou ainda, segundo informações do G1Ac, que os Agentes temem com a derrubada do muro. “A gente teme tanto que haja mais evasão de presos quanto invasão do próprio presídio. Sabemos do contexto que vivemos e temos medo que tentem invadir o presídio para atentar contra a vida de pessoas de facções rivais, ou até mesmo contra a vida dos próprios servidores”, concluiu.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.
O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.
Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.
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