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Telessaúde de Rio Branco ultrapassou os 312 mil atendimentos em dois anos
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4 anos atrásem
Desde que foi implantado em Rio Branco, no ano de 2020, a plataforma para atendimento médico de atenção primária por meio da teleconsulta superou 312 mil atendimentos.
O serviço de telessaúde foi implantado em maio de 2020, com o objetivo de garantir o acesso do usuário aos serviços da atenção primária, e são disponibilizados atendimentos de clínica médica, consultas de enfermagem e consulta de nutrição. O serviço de telemedicina inclui reumatologia, cardiologia, pneumologia, e psiquiatria.
Conforme os dados repassados a pedido do g1 pela Secretaria Municipal de Saúde, ao todo foram realizados 312.188, entre chamados e gerados/retornos. Isso resulta em 25.324 pacientes atendidos nesse período.
O atendimento que já ocorria na capital, foi regulamentado na última semana, quando o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou a portaria do governo federal que regulamenta o chamado serviço de “Telessaúde” na rede pública.
De acordo com a pasta, a regulamentação irá permitir atendimentos pré-clínicos, de suporte assistencial, de consulta, de monitoramento, diagnóstico e acompanhamento médico durante o tratamento ou após cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS).
A Secretaria Municipal de saúde informou que em relação ao teleatendimento não há mudanças após a regulamentação e que o formato é o mesmo. O serviço de telemedicina é uma parceria entre a prefeitura e o hospital Albert Einstein, uma interconsulta com o médico do município e um especialista do Einstein atendendo essas especialidades.
Atualmente a saúde informou que os atendimentos tiveram uma redução devido a estabilidade no quadro pandemia e retorno das atividades presenciais nas unidades de saúde.
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)