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The Apprentice review – Jeremy Strong is the Trump card in measured biopic of the Donald | Film

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It’s not quite an ultra-villain origin story. But nor is Iranian-Danish director Ali Abbasi’s The Apprentice in any way a flattering depiction of its subject, the young(ish) Donald Trump (a horribly convincing Sebastian Stan). The film follows Trump’s early journey, starting as “Little Donnie”, the browbeaten second son of an overbearing father who scoffs that his boy “needs all the help he can get”. But, as the film tells it, the young Donald finds a second father figure in the well-connected and widely feared rightwing lawyer Roy Cohn (Succession star Jeremy Strong, bringing his trademark unblinking gimlet intensity to the performance, with chilling effect). The lessons learned from his mentor – chicanery, bluster, vanity and the need to win at all costs – shaped the Trump we know today.

It would have been easy to make Trump into a monster or a ridiculous figure of fun, and since Abbasi, who previously made the Iranian serial killer movie Holy Spider, isn’t known for his subtlety, it’s surprising and even a little disappointing that The Apprentice doesn’t go all in on the grotesque and extreme aspects of the Trumpian evolution. But it does show a side of the former US president that, you suspect, he would prefer not to be seen. This Trump is an unexpectedly weak and malleable figure; an impressionable man who mistakes bullying for strength and views power as something to be weaponised. Not surprisingly, Trump is irked by the depiction. His lawyers sent an unsuccessful cease-and-desist letter to the producers shortly after its premiere in Cannes in May, and last week on social media Trump described the film as a “politically disgusting hatchet job”. While a touch more savagery might have been satisfying for some sections of the audience, the fact the Donald has worked himself into a frothing, impotent rage about the film suggests that it must be doing something right.

The action opens in the battle-scarred New York of the 1970s. The young Donald is a hungry and ambitious small player on a big stage. He has plans to take over a derelict hotel in the blighted no man’s land of Manhattan’s Midtown. But so far, his father, Fred Trump (Martin Donovan), is dismissive of his son’s vision, preferring to employ Donald’s talents as a glorified rent collector for his down-at-heel Trump Village housing complex in Coney Island. Abbasi captures the character of the city with plenty of grainy shots of burning rubbish and yawning smashed windows. There’s jittery, amphetamine nerviness to the camerawork – as if whoever is behind the lens is half expecting to be mugged or stabbed.

Insulated by his father’s name, Donald is unfazed by the edginess of his city, his eyes firmly fixed on a gilded future of which he intends to be a significant part. To this end he rubbernecks at the rich and famous at a Manhattan members’ club (“They say I’m the youngest person ever admitted,” he brags to a bored blond woman), hoping to soak up their influence by osmosis. He catches the cold, shark-eyed gaze of Cohn, who invites him into an inner circle populated by the great and the not remotely good: smirking mafioso big shots, political power brokers and Rupert Murdoch.

Having untangled the Trump Organization’s knotty legal woes in his inimitable way, Cohn sets about moulding young Donald into a winner. He rattles off his three rules for success. No 1: attack, attack, attack. No 2: admit nothing, deny everything. No 3: always claim victory, never admit defeat. Donnie gazes at him like a newly hatched chick imprinting on its mother; he swallows Cohn’s wisdom whole and turns it into a personality. And with an All About Eve-style inevitability, the protege usurps the mentor and a force is unleashed.

Maria Bakalova as Ivana Trump in The Apprentice. Photograph: Apprentice Productions/ Profile Productions/ Tailored Films

Of the key central characters, Trump is arguably the least interesting – or at least the one who is still not fully formed. In contrast, his first wife, Ivana (Maria Bakalova, excellent), knows exactly who she is. Abbasi gives her the musical motif of Baccara’s disco stomper Yes Sir, I Can Boogie, which is slightly misleading: Ivana is an aspiring businesswoman with city-sized ambitions. You get the sense that any boogying will be done on her own terms. And that she never called any man “sir”.

Most intriguing is Strong’s slippery portrayal of Cohn – a man full of sharp edges and wide, swinging contradictions. He was a closeted homosexual who, when he worked alongside Senator Joseph McCarthy, tirelessly persecuted the gay population. He’s depicted as someone who gets misty-eyed with pent-up emotion when he talks about his love for the US, but who despises huge swaths of the American population. And, the film argues, Cohn’s pernicious, far-reaching influence on the country he professed to serve is all too evident today, nearly 40 years after his death.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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