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The Long Wave: Como Juls viajou pelo Atlântico Negro para fazer a curadoria de seu som | Pop e rock

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Jason Okundaye

Heu todo mundo. A primeira coisa que você notará neste boletim informativo é que não sou Nesrine. Mas não se preocupe, não precisamos que ela se divirta. Sou Jason, editor do The Long Wave, e escreverei o boletim informativo esta semana e ocasionalmente no futuro.

No mês passado, participei de um pop-up em Londres para o pioneiro DJ e produtor britânico-ganense Juls. Se você é fã de música africana, como eu, sabe que quando uma faixa começa com “Juls, baby” você está prestes a ouvir fogo direto (para os não iniciados, comece com O verdadeiro amor de Wizkid e Wande Coal é So Mi So). Por isso, fiquei muito entusiasmado por conhecer o próprio homem enquanto ele celebrava os 10 anos de formação dos Afrobeats modernos e o lançamento do seu álbum mais recente, que leva os ouvintes numa viagem através dos sons e tradições da diáspora negra global. Primeiro, aqui está o resumo semanal.

Resumo semanal

Uma garota participa da festa de observação eleitoral de Kamala Harris na Howard University, Washington. Fotografia: Terrance Williams/AP

Textos racistas após a vitória de Trump | Pessoas negras em todos os EUA relataram recebendo mensagens racistas dizendo-lhes que foram seleccionados para “colher algodão” e que precisam de se apresentar “na plantação mais próxima” após a vitória eleitoral de Trump. A campanha do presidente eleito negou qualquer associação com eles.

Grandes pagamentos de petróleo na Guiana | Centenas de milhares de cidadãos guianenses no país e no exterior irão receber um pagamento de GY$ 100.000à medida que o país tenta redistribuir a sua riqueza petrolífera, relata Natricia Duncan. Desde que a Guiana iniciou a extracção de petróleo bruto no final de 2019, a sua economia tem desfrutado de um crescimento incrível.

Meninos da parada de gelo varrer as ruas de Gana | Um grupo de jovens profissionais e comerciantes está “impulsionando uma nova onda de responsabilidade cívica em Gana” limpar e varrer o lixo na Grande Acra, bem como limpar sarjetas e cortar grama alta. O coletivo espera inspirar a consciência ambiental e o investimento em métodos adequados de eliminação de resíduos.

Um brinde à semana dos cocktails de Abidjan | O festival de bebidas da Costa do Marfim, fundado pelo médico que se tornou mixologista Alexandre Quest Bede e pela blogueira “Afrofoodie” Yasmine Fofana, está incentivando os africanos a abraçarem as suas raízes. Relatórios de Eromo Egbejule que “devido em parte à estigmatização e às proibições da era colonial, os gins locais e outras bebidas alcoólicas têm sido vistos há muito tempo como inseguros (e) inferiores”.

Sede Rastafari de Londres revivido | Uma nova exposição contará a história do templo em St Agnes Place, em Londres, que se tornou um ponto focal para a religião Rastafari após uma aquisição em 1972. Como relata Lanre BakareEchoes Within These Walls espera “dissipar os mitos sobre a religião, que continua a ser uma grande influência na cultura popular”.

Em profundidade: uma odisseia cultural

O Tuff Gong Studio, fundado por Bob Marley, ainda produz regularmente reggae e música dancehall consciente. Fotografia: Alamy

Quando Juls conceituou o álbum Paz e Amorele imaginou uma odisséia cultural que se baseasse nas tradições, sons e instrumentos negros em todo o mundo. Grande parte do álbum foi feito na Jamaica e em Gana, onde ele criava batidas na varanda de sua mãe em Esiama, ou alugava uma casa de praia em Kokrobite para poder ouvir o oceano. Mas para finalizar sonoramente, Juls foi para o Brasil no verão de 2023, onde acrescentou mais detalhes às suas faixas. “No álbum temos uma música chamada Saint Tropez, que tem elementos de amapiano e highlife, mas tem alguns sons triangulares que peguei do Brasil. Há uma mistura de sons diferentes que ouço enquanto faço essas viagens.”

Essas viagens também foram uma oportunidade para Juls enriquecer culturalmente. Na Jamaica, ele visitou a casa de Bob Marley Estúdio Tuff Gong em Kingston, onde fez batidas. “Eu estava me conectando com muitas pessoas que estão profundamente envolvidas na história da música reggae. Conversamos muito com a família Marley e com o engenheiro de Bob Marley. Foi uma verdadeira jornada musical. Conheci o filho do Augustus Pablo – fomos à loja de discos dele e compramos alguns vinis também.”

Em Salvador, onde vive a maior comunidade negra do Brasil, ele se lembrou da cultura iorubá – “lá ainda praticam muitos rituais”. Ele fez observações semelhantes na Jamaica: “Quando você vai à aldeia Accompong (Maroon), eles praticam muitos rituais Ashanti de Gana. Portanto, há muitas semelhanças entre partes do Caribe, da América Latina e da África que achei interessantes.”

Juls também ficou impressionado com o uso de instrumentos nos lugares que visitou e como sons percussivos semelhantes foram transformados em novos contextos. Um elemento básico da música afro-brasileira é o agogô, um sino com origem nas tradições iorubá e edo. “Mas não lhe chamamos assim no Gana, chamamos-lhe Gan Gan”, diz Juls. Onde os ganenses usam o tambor kpanlogo, os brasileiros podem usar o atabaque.

Para Juls, o uso da bateria pela diáspora negra deu-lhe a oportunidade de “brincar com todos esses sons” e fornecer uma camada mais profunda de significado à sua música. Na faixa de abertura de seu álbum, Leap of Faith, com participação do artista britânico Wretch 32, são tocados tambores Nyabinghi, “esses tambores são usados ​​por jamaicanos e ganenses como forma de comunicação, celebrando seus ancestrais e demonstrando louvor. E eles também eram usados ​​para se comunicar na aldeia antigamente. No começo da música tem um cara da cidade natal do meu pai, Jamestown, que diz: ‘Todo mundo se reúne e ouça’.”


‘Gosto de unir as pessoas’

Juls se apresenta no Outernet London para comemorar 10 anos na indústria Afrobeats. Fotografia: Daniel Oluwatobi

Juls é considerado um maestro dos Afrobeats, evidenciado pela longa lista de artistas que o trazem como colaborador, mas a sua curiosidade vai muito além de qualquer percepção limitada que as pessoas tenham do género, à medida que explora a interligação da diáspora. Ele adora misturar músicas africanas e brasileiras em seus sets. Ele conta performing in São Pauloonde os brasileiros ficaram agradavelmente surpresos com seu amplo conhecimento de seus gêneros.

Esse abraço apaixonado de semelhanças e diferenças é algo que ele literalmente usa no pescoço. Ele me mostra sua corrente, que me diz ser “um símbolo Adinkra chamado Funtunfunefu Denkyemfunefu, que significa unidade e diversidade. E isso é algo pelo qual vivo – gosto de reunir todos de diferentes tribos.” Mas na música africana, tem havido por vezes reações adversas relativamente à incorporação de diferentes géneros num som mais amplo de Afrobeats – tem havido preocupações especialmente em torno Artistas nigerianos “apropriando-se” da música amapianaque é nativo da África do Sul.

Mas para Juls, este caldeirão de géneros africanos pode ser abraçado desde que o que é produzido esteja sempre em diálogo com os seus criadores. “Já experimentei o amapiano algumas vezes, mas sempre me certifico de fazê-lo com um artista ou produtor sul-africano”, diz ele. “Tem uma música no meu álbum chamada Muntuwam, que tem um elemento de amapiano, e nela eu tenho Filha de Nkosazana. Ela ouviu a música e adorou, o que me fez sentir muito bem porque vem de uma sul-africana que está profundamente envolvida nesse som. Isso significa que você está no caminho certo.”

Juls também vê isso como algo que traça a progressão dos Afrobeats desde o seu nascimento nos DJ sets do início dos anos 2000 – “dados, internet, estrutura”. Existe a capacidade de explorar gêneros de todo o mundo de forma autêntica, do fújì ao highlife e do kwaito ao soukous, porque você pode acessar facilmente informações sobre essa música. Afrobeats é, portanto, menos um gênero coerente e mais um rótulo usado por conveniência. “Se você realmente deseja aproveitar o som adequado, precisa viajar especificamente para esses países e fazer pesquisas ainda mais profundas.”

pular a promoção do boletim informativo

Esta curiosidade está evidentemente crescendo entre os artistas negros. Ele cita a colaboração de Asake com a cantora e compositora afro-brasileira Ludmilla – Whine (uma das minhas faixas mais tocadas do Menino Lungu) e até mesmo Tyler, a amostra do Criador da banda Zamrock Ngozi Family no NOID de seu último álbum, Cromakopiacomo algumas de suas ligações recentes favoritas com o Black Atlantic.

Está claro que Juls está pronto para que seu som entre em um novo capítulo, trazendo a diáspora negra com ele. “Os primeiros 10 anos foram para deixar as pessoas de bom humor; nos próximos 10 anos, estou tentando fazer as pessoas dançarem.”

O que gostamos

Tyla (centro) se apresenta no MTV Europe Music Awards em Manchester no domingo. Fotografia: Phil Noble/Reuters

Catálogo preto

Funmilayo e John Abe segurando uma câmera de médio formato em seu estúdio na Rua Aina, em Lagos. Fotografia: Abi Marrocos/Cortesia dos Arquivos do Estúdio de Lagos

Abi Morocco Photos, o estúdio fotográfico de Lagos operado pelo marido e mulher John e Funmilayo Abe, capturou retratos de nigerianos dos anos 1970 a 2006. Uma nova exposição no Autograph em Londres concentra-se na década de formação do estúdio na década de 1970, apresentando Estilo de rua de Lagos e os personagens que compunham a agitação cotidiana da cidade.

Aumento de sinal

Na semana passada escrevemos sobre como os nigerianos responderam à ascensão de Kemi Badenoch ao topo do Partido Conservador no Reino Unido. Aqui, um leitor oferece sua resposta:

“Sempre afirmei que as pessoas que esperam que Kemi Badenoch seja diferente não entendem nada sobre sua formação. Sua educação e exposição também a teriam imbuído de uma certa superioridade intelectual.

“Como colega nigeriana que também passou os seus anos de formação numa família de classe média alta rica em estudos, nada nela me surpreende. Eu só queria que todos parássemos de nos identificar com as pessoas simplesmente porque elas são negras/africanas/nigerianas, etc. Ela é ela mesma e esta suposta conquista não tem qualquer relação com os problemas enfrentados pelos negros e pardos no Reino Unido.” Kan Frances-Benedict em KentReino Unido

Toque

Você tem alguma opinião ou resposta ao boletim informativo desta semana? Compartilhe seus comentários respondendo a isto ou enviando-nos um e-mail para thelongwave@theguardian.com e poderemos incluir sua resposta em uma edição futura.





Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro nacional de estudantes de Nutrição — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sedia, a partir desta sexta-feira, 30, até domingo, 1, no campus-sede, a Reunião de Órgãos da Executiva Nacional dos Estudantes de Nutrição (Enen) e o 13º Encontro Nacional de Centros e Diretorias Acadêmicas de Nutrição (Roneban). Realizado pela primeira vez no Acre, o encontro reúne estudantes de diferentes instituições do país.

A solenidade de abertura teve a participação do reitor Josimar Ferreira. Ele destacou o apoio institucional às iniciativas estudantis, a participação dos acadêmicos nas discussões sobre os rumos da universidade e disse que a gestão tem priorizado o diálogo com a comunidade acadêmica e o fortalecimento dos espaços de representação dos estudantes.

Josimar também abordou a ampliação do quadro docente e a criação de condições para a oferta de pós-graduação em Nutrição, além de ressaltar a importância estratégica da nutrição para a Amazônia, considerando as possibilidades de pesquisa sobre alimentação regional e políticas públicas.

A programação inclui apresentação de trabalhos científicos, mesas de debate, rodas de conversa, oficinas, atividades formativas e espaços de deliberação e integração estudantil. Os trabalhos são apresentados nas modalidades de resumo simples, resumo expandido e relato de experiência.

As apresentações contemplam nutrição clínica, alimentação coletiva, saúde coletiva, ensino, pesquisa, extensão e movimento estudantil. Entre os temas estão o Sistema Único de Saúde, a segurança alimentar e nutricional, a educação, a ciência e os desafios da formação profissional. O encontro também busca fortalecer a articulação entre centros e diretórios acadêmicos e ampliar a participação estudantil nas discussões sobre políticas relacionadas à nutrição.

A presidente do Centro Acadêmico de Nutrição Josué de Castro (Canutri), Érica de Paiva, destacou a importância de receber um encontro nacional no Acre e de aproximar os estudantes, especialmente os calouros, das discussões do movimento estudantil. Ela também ressaltou o papel do Canutri na representação dos alunos e na interlocução com a coordenação do curso para encaminhar suas demandas.

A representante da região Norte na reunião da Enen, Lauane Rodrigues Saraiva, destacou a dimensão nacional da entidade, que, segundo relatou, atua em diferentes estados a cada ano. Lauane defendeu o fortalecimento da representação estudantil nas diversas regiões do país e a participação de acadêmicos de instituições públicas e privadas. “O movimento estudantil não é só da rede pública, é de todos os estudantes.”

Formação e participação

A pró-reitora de Graduação, Danila Torres, destacou que a participação nas entidades estudantis contribui para uma formação que vai além dos conhecimentos técnicos adquiridos em sala de aula.

“A universidade é muito diversa, não é só ensino, pesquisa e extensão. Ela é política, é social, precisa dessa referência.” Segundo Danila, as experiências de organização e representação estudantil contribuem para o amadurecimento acadêmico e para a formação de profissionais mais preparados para o mercado de trabalho.

A coordenadora do curso de Nutrição da Ufac, Flávia Santos Batista Dias, reforçou a importância do protagonismo estudantil e da participação dos acadêmicos em espaços de discussão e construção coletiva. “A universidade não é só um campo de formação, mas também de desenvolvimento do senso crítico, da discussão crítica, da participação social, desse protagonismo estudantil juntamente com as entidades.”



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Ufac promove recepção de alunos ingressantes no 2º semestre — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, promoveu, nessa quinta-feira, 29, e nesta sexta-feira, 30, a recepção dos estudantes que ingressam no segundo semestre letivo de 2026, dos cursos de Nutrição, Música, Jornalismo, Filosofia, Medicina, Engenharia Florestal, Engenharia Elétrica, Saúde Coletiva e Letras/Espanhol. A programação ocorreu nas salas de aula, com acolhimento musical, dinâmicas de entrosamento e espaços de diálogo aberto sobre as expectativas e os desafios da vida universitária.

Os discentes receberam o kit estudantil da Ufac, com personalizações exclusivas de acordo com a identidade de cada curso, desenvolvidas por veteranos. O evento também abriu espaço para a participação de estudantes indígenas, promovendo debates sobre interculturalidade, inclusão e valorização da diversidade no ambiente universitário.

O reitor Josimar Ferreira destacou o programa Reitoria de Portas Abertas, que visa garantir uma escuta qualificada para aproximar os alunos das demandas acadêmicas. “É um dia feliz de entender que o sonho deles de chegar à universidade virou realidade e que o nosso papel enquanto gestão é cultivar esse sonho, oportunizando a assistência estudantil, uma alimentação mais adequada e salas de aula apropriadas ao ensino-aprendizado.”

A pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli, disse que o momento é um marco fundamental no percurso acadêmico dos ingressantes. “Recebemos esses estudantes mostrando que eles enfrentaram muitos desafios para chegar até aqui, conquistaram com mérito sua vaga e agora podem contar com toda a estrutura da universidade, com as pró-reitorias e com a administração superior para concluir o curso.”

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

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Ufac celebra Dia do Servidor com entrega de crachás institucionais — Universidade Federal do Acre

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A Ufac entregou crachás institucionais nessa quinta-feira, 29, durante a comemoração do Dia do Servidor Público (28 de outubro), no Teatro Universitário, campus-sede. Seis servidores com mais tempo de casa, das diferentes categorias profissionais da universidade, receberam os documentos de forma simbólica.

A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep) escolheu os homenageados pelo critério de antiguidade. A iniciativa buscou reconhecer a trajetória dos trabalhadores e apresentar os novos documentos de identificação como símbolo de pertencimento à instituição.

Entre os técnico-administrativos, foram homenageados Maria Perpétua Socorro Noronha Mendonça, servidora desde 1978, e Carlos Araújo de Assis, desde 1979. No magistério superior, os representantes foram os professores Lindinalva Messias do Nascimento Chaves, docente desde 1980, e Manoel Coracy Saboia Dias, desde 1989. Os docentes do ensino básico, técnico e tecnológico foram representados pelos professores Simone Delgado Tojal, desde 2004, e Arivaldo d’Ávila de Oliveira, desde 2012.

“Hoje é um dia histórico. Comemoramos o Dia do Servidor e, ao mesmo tempo, a conquista do nosso adicional de fronteira. É uma comemoração em dose dupla”, disse o reitor Josimar Ferreira. Ele se referiu à medida provisória n.º 1.375/2026, aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado nos dias 27 e 28, que inclui docentes e técnico-administrativos das instituições federais de ensino entre os beneficiários do adicional, pago a servidores em localidades estratégicas, como municípios da Amazônia Legal. O texto aguarda sanção presidencial.

Segundo o reitor, a medida reconhece a necessidade de fixar profissionais em regiões de fronteira e de difícil acesso, como o Acre. “A partir de agora, vamos atrair muitos servidores interessados em vir para a Amazônia, em especial para as regiões de fronteira, já que esse adicional fortalece a permanência e a fixação de profissionais”, afirmou.

Para o técnico-administrativo em educação Gilvan Martins do Nascimento, a data também é uma oportunidade de reconhecer o trabalho feito diariamente pelos profissionais da universidade. Ele destacou a satisfação de contribuir com a instituição e com a comunidade universitária. “Sou muito grato por poder servir sempre, da melhor forma possível.”

A programação teve recepção aos servidores, café da manhã, exibição de vídeo em homenagem aos trabalhadores da instituição, pronunciamentos de representantes da comunidade universitária e sorteios. Também participaram da comemoração integrantes da gestão superior da Ufac e representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do 3º Grau do Acre.

Galeria de fotos Dia do Servidor Público, 2026: campus Floresta

Galeria de fotos Dia do Servidor Público, 2026: campus-sede (1) 

Galeria de fotos Dia do Servidor Público, 2026: campus-sede (2)



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