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The Real Villain Of American Horror Story Season 1 Wasn’t Who You Thought

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The most obvious main villain of American Horror Story season 1 would be Tate Langdon, but the true antagonist of “Murder House” may have been a less obvious character. Every season of American Horror Story offers up a slew of sinister figures and dark villains, and that tradition began in the very first season. Portrayed by Evan Peters, Tate served as the primary force of evil in American Horror Story‘s Murder House season, committing acts of an unspeakably barbaric nature.




In American Horror Story season 8’s Apocalypse narrative, however, it was revealed that Tate only committed those bad deeds because dark forces possessed him to do so. These dark forces were heavily implied to be the Devil, but it would be unfair to call the Devil American Horror Story season 1’s main villain, as he wasn’t physically present. Because of this, there is only one character left to truly be considered the main force of evil in “Murder House.”


The Real Villain Of American Horror Story: Murder House Was Constance Langdon

Although She Meant Well, Constance Always Did The Wrong Thing


Constance was the nosy neighbor living next door to the Harmons, but she also used to live in the Murder House herself with Tate, her son. Constance did terrible things throughout American Horror Story season 1, and those acts ultimately led to the broader events of the season. Constance’s mistreatment of Tate as a child led to him finding Nora Montgomery and getting Vivian pregnant. As well as this, she killed her husband and Moria in cold blood after assuming them to be having an affair. Constance also knew that Tate was a ghost and the person in the rubber suit, but she stayed quiet.

The events of American Horror Story season 1 could have been avoided if Constance had simply told the Harmons that Tate was a ghost trapped in the house. Instead, she sat back and watched Tate assault Vivian, seduce Violet, and terrorize everyone by wearing the rubber suit. Furthermore, Constance did nothing while the house was being invaded, and even tried to poison Violet for getting close to Tate.

The only person Constance cared about was herself.


Constance also used to lock her daughter in a mirror closet, forcing her to look at herself for hours if she ever misbehaved. As well as the murders she committed and the kidnapping in the last episode of the season, it is evident that Constance Langdon was the real villain of American Horror Story: Murder House. Although Constance herself would likely justify her actions by explaining how she loved her family and her children and would do anything for them, it gradually became clear that the only person Constance cared about was herself.

The Lengths Constance Went To For Her Family Made Her AHS Season 1’s Real Villain

She Would Do Anything To Have The Perfect Family


The most important thing for Constance was staying true to family values. She believed this so much that when she caught her husband sexually assaulting the maid of the house, Moira O’Hara, she shot and killed them both after assuming they were having an affair. Even after she found out the truth, however, Constance continued to strongly resent Moria as a ghost, blaming her for breaking up the family. This shocking lack of remorse highlights how Constance’s obsessive attitude toward family made her a dangerous and malicious figure in American Horror Story‘s debut season.


Constance stood by her children in American Horror Story, even after Tate committed a mass school shooting. That continued after Tate was killed by the police, as Constance still aided his spirit, put him into therapy, and looked out for him. American Horror Story then ended with Constance kidnapping Vivian’s baby, fathered by Tate, because she believed so strongly in family values. Constance would do anything for her family, whether that be kidnapping a baby or murdering a maid, and the extent of the loyalty she showed towards her family was what defined her as a villain.

Constance’s Actions In Season 1 Were The True Cause Of American Horror Story Season 8’s Apocalypse

Constance Enabled Michael’s Evil Side, Just Like She Did With Tate

Jessica Lange as Constance Langdon in a promo image for American Horror Story.

Constance returned in American Horror Story season 8, which revealed what happened when she raised Michael, the baby she kidnapped. Constance raised him as her grandson and tried to make up for mistakes made with her other children by giving into every request Michael had, letting him want for nothing. Unfortunately, this meant that Michael became a selfish, spoiled, uncaring person. In turn, Michael ultimately discovered his true identity as the Antichrist, after which he caused the apocalypse and killed almost every human on Earth.


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This means that Constance Langdon indirectly caused the apocalypse in American Horror Story season 8. Michael may have been the trigger, but everything traces back to Constance’s decisions and selfishness from American Horror Story‘s first season. Whether by enabling Tate, kidnapping his child, or spoiling Michael, Constance was a toxic presence, only ever concerned about her own psychological interests. Many people suffered due to her villainy, and the apocalypse in American Horror Story season 8 was simply the reaping of seeds Constance had sown long beforehand.


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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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