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They were the top two seeds in the NFC. Now they’re both in danger of missing the playoffs.

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Though not fully reminiscent of the rivalry’s heyday in the mid-1990s — when the San Francisco 49ers and the Dallas Cowboys played each other in three straight NFC championship games from 1992 to 1994 and one of them won the Super Bowl every year — the 49ers and the Cowboys have been three of the best teams in the conference for most of this decade.

Both franchises have made the playoffs in three straight seasons, with Dallas winning 12 games each from 2021 to 2024. In the same period, San Francisco has won 35 games in the regular season and made the NFC championship game every year — including an appearance in the Super Bowl last season.

Last year, the 49ers were the top seed in the NFC, while the Cowboys finished second. The ultimate success, a championship, hasn’t been there, but the consistency from both teams has been an accomplishment in its own right.

Until now.

Entering their Week 8 showdown on “Sunday Night Football,” Dallas and San Francisco have been two of the more disappointing teams in the NFL. The Cowboys are 3-3, and their three losses — all at home — have come by an average of 22 points. The 49ers are 3-4 and in third place in the NFC West.

If the playoffs started today, neither team would qualify for the first time since 2020. So what’s gone wrong?

Injuries have been a major factor for both teams.

San Francisco has been without star running back Christian McCaffrey all season because of an Achilles issue. The team is also missing linebacker Dre Greenlaw after he tore an Achilles in the Super Bowl and defensive tackle Javon Hargrave, who is out for the season.

That is in addition to injuries to important pieces like left tackle Trent Williams, receiver Deebo Samuel and tight end George Kittle, the latter two who’ve had to miss games. (Samuel, for good measure, was hospitalized last week with pneumonia. And fellow receiver Brandon Aiyuk tore an ACL last game and is done for the season.)

Dallas has been hit particularly hard on the defensive side of the ball.

Star pass rusher Micah Parsons has missed multiple games, defensive end DeMarcus Lawrence is on injured reserve with a foot problem, linebacker Eric Kendricks missed a game, and cornerback DaRon Bland — who led the league in interceptions last season — hasn’t played yet this year.

Every team, of course, deals with injuries. But the 49ers and the Cowboys have taken hits in areas where they were previously dominant.

Without McCaffrey, San Francisco is still running the ball well. The red zone offense is functioning poorly, however. The Niners are 27th in red zone touchdown percentage after they finished first a season ago. And the rush defense has taken a step back with the injuries to the middle of the unit, sliding from third last season to 12th entering Week 8.

The added pressure hasn’t been good for quarterback Brock Purdy. After having thrown only 15 interceptions in his first 25 games, he has thrown seven in seven games this season. He is also posting career lows in completion percentage and passer rating.

Dallas’ defense has gone from strength to weakness, as new coordinator Mike Zimmer has been unable to recapture the magic of Dan Quinn, who is now head coach of the Washington Commanders.

The Cowboys were fifth in opponent yards per game last season and have fallen to 24th this season. They are especially bad stopping the run, with the sixth-worst average of rushing yards surrendered per game. As a result, their scoring defense has dropped precipitously from fifth to 31st.

Offensively, Dallas’ slide is more confounding, because the cast of characters is largely the same. But the Cowboys have gone from having the NFL’s top scoring offense a year ago to its 20th this season, averaging nearly nine points per game less.

Dallas owner and general manager Jerry Jones tried to offer an explanation for the offensive drop-off this week, basically blaming his head coach.

“We’re designing bad plays, or we’re designing bad concepts,” Jones said Tuesday on his weekly radio appearance on the team’s network. “The facts are that there’s some of that, but there’s also some execution [issues]. There’s some of the talent. I like our talent; I really do like our talent. I like our young talent, but young talent has a few more mistakes associated with it than if you’re dealing with a veteran player.”

(Jones, it should be noted, opted against signing veteran running back Derrick Henry in the offseason even though he lives in Dallas and said publicly he would have been interested in playing for the Cowboys. Henry leads the NFL in rushing yards, while Dallas has the worst rushing attack in the league.)

It’s still early enough in the season for either team to rebound and make the postseason. But for either the Niners or the Cowboys to reach the heights of their last three seasons would require a miraculous climb.

Then again, considering how all that regular season success hasn’t manifested into a championship yet, maybe this path will prove to be more fruitful for two franchises who can’t quite fully run the NFL like they used.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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