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TikTokers alemães aprovam mais China e Rússia – pesquisa – DW – 20/01/2025
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Alemães que recebem suas notícias através do gigante da mídia social TikTokespecialmente os mais jovens, são mais propensos a ter opiniões simpáticas em relação à Rússia e à China, concluiu uma sondagem.
A pesquisa, conduzida pelo Instituto Allensbach para os Democratas Livres (FDP) da Alemanha, com foco nos negócios, perguntou a cerca de 2.000 pessoas no final de 2024 sobre suas opiniões sobre questões que vão desde se veem China como uma ditadura à forma como eles vêem A invasão da Ucrânia pela Rússia.
Os entrevistados também foram questionados sobre sua opinião sobre a pandemia de Covid-19 e suas vacinas.
O TikTok, muito popular entre os usuários mais jovens, é propriedade da empresa chinesa ByteDance.
Quais foram as conclusões da pesquisa?
A pesquisa comparou as opiniões políticas dos entrevistados que dependiam dos jornais e da TV para receber suas notícias com aqueles que se mantinham atualizados com as últimas novidades por meio de plataformas de mídia social, especialmente o TikTok. Foi levado em consideração a idade dos entrevistados.
Quando questionados se concordavam plenamente que a China era uma ditadura, 57% dos leitores de jornais alemães e 56,5% dos telespectadores públicos concordaram. Isso atingiu apenas 28,1% dos usuários do TikTok, com usuários do X, YouTube e podcasts ficando no meio.
Entre os entrevistados entre 16 e 29 anos, 67% concordaram com a afirmação, com o número caindo para 62% entre os usuários do TikTok.
Cerca de 40,2% dos leitores de jornais nacionais concordaram plenamente com a importância do apoio ocidental à Ucrânia contra a invasão da Rússia. Em contraste, apenas 13,6% dos usuários do TikTok concordaram com a afirmação, e 29,8% dos usuários do X, a plataforma de mídia social agora propriedade do bilionário Elon Musk.
Quando foi apresentada a declaração de que “a Rússia está a conduzir uma guerra ilegal de agressão contra a Ucrânia”, o acordo global foi superior a 78%. O número caiu para 70% entre os jovens de 16 a 29 anos.
Quando questionados sobre a pandemia, 71% dos entrevistados com menos de 29 anos acreditam que as vacinas salvaram milhões de vidas. Entre os usuários do TikTok, o número ficou em 69%.
“Os jovens são muito mais vulneráveis à informação e o TikTok desempenha um papel decisivo”, disse Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, vice-presidente da fundação que encomendou a pesquisa. “Não devemos permitir que a desinformação chinesa e russa se espalhe entre nós.”
A influência do TikTok desperta debate nas nações ocidentais
A enquete surge no meio de um debate contínuo sobre o TikTok temporariamente escurecendo nos EUA antes de uma proibição federal recentemente confirmada pela Suprema Corte dos EUA, citando preocupações de segurança nacional.
No domingo, o novo presidente dos EUA, Donald Trump, disse que emitiria uma ordem executiva atrasando a proibição assim que ele tomar posse na segunda-feira.
Tem havido preocupações crescentes nos países ocidentais sobre a possibilidade de Pequim utilizar o TikTok para extrair informações críticas sobre os seus utilizadores, bem como receios de que a Rússia esteja a utilizar a plataforma para semear desinformação com a intenção de fazer avançar a sua agenda.
A pesquisa também vem à frente Eleições alemãs agendado para o próximo mês, onde a extrema-direita Partido Alternativa para a Alemanha (AfD) está em segundo lugar nas pesquisas nacionais.
Nas recentes eleições regionais e para o Parlamento Europeu, o A AfD revelou-se especialmente popular entre os eleitores jovensque compõem o maioria dos usuários do TikTok.
Como o TikTok pode ser usado para promover candidatos eleitorais
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rmt/wd (dpa, Reuters)
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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