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Tiroteio na escola de Nashville: o que sabemos até agora | Tenessi

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Maya Yang in New York

Um atirador de 17 anos abriu fogo no refeitório de uma escola secundária na área de Nashville na quarta-feira, matando um estudante e ferindo outros dois.

Com uma investigação em andamento, aqui está o que sabemos até agora:


  1. 1. Autoridades identificam vítima como Josselin Corea Escalante, de 16 anos

    Escalante, um estudante do colégio Antioch, foi morto no refeitório da escola. Falando com WTVF, o pai de Escalante, German Corea, disse: “Todos os dias eu dizia a ela o quanto a amava”.

    Corea acrescentou que a sua filha tinha boas notas na escola e gostava de jogar futebol, dizendo: “Não é justo”.

    Enquanto isso, a tia de Escalante, Maria Corea, disse à WTVF: “Ela era minha garota… Ela era uma garota muito calma e bem comportada. Ela tinha boas notas na escola. Ela era uma garota que amava seus pais e toda a sua família.”


  2. 2. Outros dois estudantes ficaram feridos em tiroteio

    De acordo com a polícia local, um estudante de 17 anos está atualmente sendo tratado por um ferimento de raspão. Outro estudante sofreu uma lesão facial, mas não foi baleado, disse a polícia, WSMV relatórios.

    Um dos alunos foi transportado para o hospital infantil Monroe Carell Jr. O outro aluno foi levado ao Centro Médico da Universidade Vanderbilt, WSMV relatórios, acrescentando que ambos os alunos estão em condições estáveis.


  3. 3. Autoridades identificam atirador como estudante da escola secundária de Antioquia

    As autoridades identificaram o atirador de 17 anos como Solomon Henderson. De acordo com a polícia citado na mídia local, Henderson morreu devido a um tiro autoinfligido.

    Vídeo postado na plataforma australiana de transmissão ao vivo Kick e revisado da CNN mostrou o suspeito filmando-se dentro da escola pouco antes do tiroteio. A certa altura, o suspeito tenta abrir uma porta antes de se afastar dela, relata a CNN.

    Postagens adicionais nas redes sociais supostamente atribuído ao suspeito foram citados na mídia local. Uma postagem datada de 19 de janeiro disse: “O tiroteio acontecerá na próxima quinta-feira. Este é um fracasso total e não é o plano original que eu tinha… Medo de desaparecer antes de fazer qualquer coisa.”

    Outra postagem datada de 21 de janeiro dizia: “Amanhã é o dia. Eu estava planejando quinta-feira, mas preciso acelerar as coisas. Não tenho muito tempo… Meu objetivo é matar pelo menos 10 pessoas…”


  4. 4. Plataforma de transmissão ao vivo diz que “a violência não tem lugar”

    Após o tiroteio, a plataforma de transmissão ao vivo Kick condenou o incidente. Em um declaração no X, Kick disse: “Em 22 de janeiro, ocorreu um ataque em Nashville, Tennessee, e foi parcialmente transmitido ao vivo. Estendemos nossos pensamentos a todos os impactados por este evento.”

    Kick anunciou que “baniu rapidamente a conta e removeu o vídeo”, acrescentando: “A violência não tem lugar no Kick. Estamos trabalhando ativamente com as autoridades e tomando todas as medidas apropriadas para apoiar sua investigação.”


  5. 5. Investigação sobre atividade online do atirador está em andamento

    Em um declaração na quarta-feira, a polícia de Nashville disse que está trabalhando junto com agências federais e estaduais no “exame de escritos on-line e postagens de mídia social muito preocupantes” relacionados a Solomon.

    As autoridades também disseram que estão atualmente trabalhando para “estabelecer o motivo do tiroteio de Henderson”, acrescentando: “A investigação até este ponto não estabeleceu uma conexão entre Henderson e as duas vítimas do tiroteio. Pode ser que eles tenham sido atingidos por tiros aleatórios no refeitório.”



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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