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Transporte abundante aumenta esperanças para o raro bagre gigante do Mekong – DW – 13/12/2024
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Conservacionistas estão comemorando a descoberta e a devolução à natureza de seis bagres gigantes do Mekong, altamente ameaçados de extinção, em Camboja.
O pára-choque trava no Rio Mekong A Bacia aumentou as esperanças de um renascimento desta espécie criticamente ameaçada, que está entre os maiores peixes de água doce do mundo.
Os pescadores libertaram os peixes juntamente com funcionários da Administração das Pescas do Camboja (CFA), sorrindo enquanto seguravam os animais – pesando até 130 kg (287 libras) cada.
O que significa o transporte gigante
O grupo conservacionista Maravilhas do Mekong, financiado pela USAID, disse que a captura de tantos bagres gigantes em apenas cinco dias foi “um evento notável e sem precedentes”.
“Nunca tinha ouvido falar disso antes”, disse o biólogo pesquisador e líder do projeto Zeb Hogan, da Universidade de Nevada.
Reno.
“É um sinal de esperança de que a espécie não está em risco iminente, como nos próximos anos, de extinção, o que dá tempo às atividades de conservação para serem implementadas e para continuarem a curvar a curva do declínio para a recuperação”.
“Ao marcar estes peixes, obtemos informações críticas sobre a sua ecologia, as suas migrações, o seu habitat… para tentar ajudar estes peixes a sobreviver no futuro”, disse Hogan.
Quão ruim é a situação do bagre gigante do Mekong?
De acordo com a Lista Vermelha da IUCN, a população atual do bagre gigante do Mekong é desconhecida, mas acredita-se que tenha diminuído cerca de 80% nos últimos 13 anos.
Rio Mekong ameaçado por barragens e alterações climáticas
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Eles agora são encontrados apenas em alguns trechos do rio Mekong e seus afluentes, mas no passado habitaram toda a extensão do rio de 4.900 quilômetros (3.044 milhas) de extensão – desde sua foz no Vietnã até seu curso mais alto na província chinesa de Yunnan.
O Mekong, uma importante via navegável do Sudeste Asiático, há muito que é atormentado pela pesca ilegal, pela perda de habitat e pelo desperdício de plástico.
Além disso, a bacia do rio Mekong tornou-se um habitat mais difícil de sobreviver devido às barragens, incluindo as chamadas mega-barragens, e às alterações climáticas. Estes tiveram um impacto devastador nos níveis de água e na conectividade a montante no habitat aquático do peixe-gato perigosamente raro.
RC/RM (AFP, AP, Reuters)
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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