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Tribunal da China condena estudante a prisão perpétua por homicídio | Notícias sobre crimes
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Dois adolescentes em Hebei foram condenados à prisão pelo assassinato do seu colega de classe de 13 anos em março.
Um tribunal no norte da China condenou a dois adolescentes penas de prisão prolongadas por terem assassinado o seu colega de turma com uma pá, num caso que desencadeou um debate nacional sobre o tratamento de delinquentes juvenis.
Três suspeitos, todos com 13 anos na altura do homicídio, foram acusados em Abril de intimidar um colega de classe de 13 anos, de apelido Wang, durante um longo período, antes de o matarem numa estufa abandonada em Março.
Os detalhes sombrios do caso, em que os assassinos alegadamente atacaram Wang com uma pá antes de enterrar o seu corpo, chamaram a atenção do público para a forma como a lei trata os jovens acusados de crimes graves.
Dois dos suspeitos, de sobrenome Zhang e Li, foram condenados à prisão perpétua e 12 anos de prisão, respectivamente, por homicídio doloso por um tribunal da cidade de Handan, na província de Hebei, informou a CCTV da China na segunda-feira. Nenhum motivo foi dado.
O tribunal considerou que os métodos de assassinato “foram particularmente cruéis e as circunstâncias particularmente hediondas”, acrescentou.
Um terceiro suspeito, de sobrenome Ma, escapou com uma sentença de “educação correcional especial”, de acordo com a lei, informou a emissora.
Eles foram detidos um dia depois de o corpo da vítima ter sido encontrado, em 10 de março, enterrado em uma cova rasa em uma estufa abandonada nos arredores da cidade, informou a mídia estatal.
O tribunal disse que Zhang foi o principal responsável pelo assassinato de Wang com uma pá e inicialmente elaborou o plano de assassinato, enquanto Li, seu principal cúmplice, participou do assassinato e subsequente enterro.
Ma seguiu a dupla até o local do assassinato e testemunhou o assassinato, mas não participou.
Em 2021, a China reduziu a idade de responsabilidade criminal de 14 para 12 anos para “casos especiais”, como infligir a morte por “meios extremamente cruéis”.
O caso de Hebei é considerado um dos primeiros a aplicar o limite inferior de idade.
Na altura do crime, os meios de comunicação estatais afirmavam que os quatro eram filhos de trabalhadores migrantes rurais que passam a maior parte do ano a trabalhar nas grandes cidades, deixando os avós e outros familiares a cuidar dos filhos.
Alguns comentadores e advogados apelaram a penas mais severas, incluindo a pena de morte, argumentando que os menores enfrentaram frequentemente consequências insuficientes por crimes graves nos últimos anos.
De acordo com os dados do censo de 2020, existem quase 67 milhões de crianças ditas “deixadas para trás” na China. A investigação académica indica que estas crianças são mais vulneráveis a problemas de saúde mental, bullying e envolvimento em atividades criminosas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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