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Tropas norte-coreanas supostamente na linha de frente russa em meio a temores de escalada | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia

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Um papel de combate para as tropas de Pyongyang arrisca a entrada de um terceiro Estado no conflito provocado pela invasão de Moscovo em 2022.

Milhares de soldados norte-coreanos estão agora no terreno da Rússia, prontos para apoiar a sua guerra contra a Ucrânia, incluindo na região da linha da frente de Kursk, informou a Coreia do Sul.

Mais de 10 mil soldados norte-coreanos chegaram à Rússia, informou o Ministério da Defesa de Seul na terça-feira. O relatório segue-se a anúncios semelhantes da Ucrânia e dos Estados Unidos, com receios crescentes de que o envio das forças de Pyongyang para o campo de batalha possa marcar uma escalada da guerra para incluir um terceiro Estado.

“Mais de 10 mil soldados norte-coreanos estão atualmente na Rússia e avaliamos que uma parte significativa deles está enviada para áreas da linha de frente, incluindo Kursk”, disse o porta-voz Jeon Ha-kyou em um briefing.

As declarações foram feitas horas depois de o Pentágono dos EUA ter afirmado que pelo menos 10 mil soldados norte-coreanos estavam em Kursk. As forças da Ucrânia controlam partes da região fronteiriça na sequência de um incursão lançado em agosto.

A agência de inteligência da Ucrânia disse que cerca de 12 mil soldados norte-coreanos, incluindo 500 oficiais e três generais, estão na Rússia, realizando treinamento em bases militares.

O presidente Volodymyr Zelenskyy convocou uma postagem nas redes sociais para obter uma resposta dos aliados ocidentais.

“Atualmente, já existem onze mil (militares norte-coreanos) estacionados na região de Kursk”, escreveu ele. “Vemos um aumento nas forças norte-coreanas, mas, infelizmente, não vemos um aumento na resposta dos nossos parceiros.”

Alvo legítimo

Autoridades de Kiev e ocidentais alertaram que os soldados norte-coreanos poderiam ser destacados para o campo de batalha contra a Ucrânia em breve. Os diplomatas das Nações Unidas manifestaram esperança de que, em vez disso, possam ser colocados atrás das linhas da frente e limitados a tarefas logísticas e outras tarefas não relacionadas com o combate.

Os EUA alertaram na segunda-feira que as tropas de Pyongyang se tornariam alvos militares legítimos caso entrassem no campo de batalha.

“Todas as indicações são de que fornecerão algum tipo de combate ou capacidade de apoio ao combate”, disse o porta-voz do Pentágono, Pat Ryder. “Esperávamos plenamente que os ucranianos fizessem o que for necessário para se defenderem e ao seu pessoal.”

O porta-voz de Seul, Jeon, disse que não poderia corroborar se as tropas norte-coreanas estavam agora em combate. A mídia sul-coreana informou que cerca de 40 soldados norte-coreanos foram mortos no campo de batalha.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, encontra-se com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, durante sua visita de estado à Coreia do Norte, em Pyongyang, Coreia do Norte, em 20 de junho de 2024 (KCNA via Reuters)

Autoridades em Kiev disseram na segunda-feira que as tropas norte-coreanas já foram alvo de forças ucranianas no campo de batalha.

“Os primeiros militares da República Popular Democrática da Coreia já foram atacados na região de Kursk”, disse o chefe do Centro de Combate à Desinformação da Ucrânia, Andriy Kovalenko. escreveu no Telegram.

‘Provocações’

O fornecimento de armas e tropas por parte de Pyongyang à Rússia também provocou alarme sobre o que Moscovo poderá estar a fazer por Kim em troca.

Reunidos em Seul na segunda-feira, o Ministro dos Negócios Estrangeiros e Comércio da Coreia do Sul, Cho Tae-yul, e o chefe da política externa da União Europeia, Josep Borrell, expressaram “profunda preocupação” com a possível transferência de tecnologia russa de mísseis nucleares ou balísticos para a Coreia do Norte.

Aparentemente programado para o início das eleições presidenciais dos EUA, Pyongyang lançou uma salva de mísseis balísticos em direção ao mar na costa leste da Península Coreana na terça-feira.

O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Andrey Rudenko, disse pouco depois que os testes de mísseis foram uma reação às “provocações” dos EUA e uma medida de segurança justificada.





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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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