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Trump and Harris trade bitter attacks in battleground blitz

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Watch: Moment Donald Trump makes fries at McDonald’s

Kamala Harris and Donald Trump have been ramping up personal attacks on each other as the White House rivals blitzed battleground states 16 days before the election.

In Pennsylvania, Trump served fries at a McDonald’s as he sought to cast doubt on Harris’s biographical detail about having worked decades ago at the fast-food chain.

The US vice-president was in Georgia, where she tweeted that Trump was “exhausted, unstable, and unfit to be President of the United States”.

Polls show the two locked in a razor-tight race across the country, including in the seven battleground states that could swing the election.

Speaking in traditionally Republican-leaning Lancaster County on Sunday afternoon, Trump focused heavily on the economy and immigration – issues his campaign believes give him an edge with undecided voters.

“If you look at the polls, the biggest thing is the economy,” he said. “But I think this [the border] is bigger than the economy… that’s the number one thing people want to talk about.”

Earlier in the day, Trump visited a McDonald’s in Feasterville-Trevose, a suburb of Philadelphia, where he learned to make fries, dunking the wire basket in sizzling oil, and serving meals at a drive-through window.

The restaurant itself was closed to sit-in diners during Trump’s visit.

“I like this job,” said the Republican, who is himself fond of Big Macs and Filet-o-Fish sandwiches.

He again accused Harris of “lying” about having once worked at the fast-food chain.

“I’ve now worked [at McDonald’s] for 15 minutes more than Kamala,” said Trump.

Harris spokesman Ian Sams told the BBC that Trump’s stunt was a sign of “desperation”.

“All he knows how to do is lie,” he told the BBC. “He can’t understand what it’s like to have a summer job because he was handed millions on a silver platter, only to blow it.”

The campaign added that the vice-president had worked on the cash register, ice cream machine and fry machine at a McDonald’s on Central Avenue in Alameda, California, in the summer of 1983.

McDonald’s placed an ad in the 1983 edition of the yearbook at a local high school, with pictures featuring a couple of students who worked there at the time.

The BBC has spoken to one of the students in the photos, who said he remembers a lot of people who worked alongside him at the restaurant more than 40 years ago, though he did not recall Kamala Harris being one of them.

The New York Times, however, spoke to a high school friend of Harris, Wanda Kagan, who said she remembered the now-vice-president working at McDonald’s around that time.

Georgia Church sings Happy Birthday to Kamala Harris on 60th birthday

On Sunday, Harris celebrated her 60th birthday and gave an interview to MSNBC, whose host asked her about Trump’s remark at a rally in Latrobe, Pennsylvania, on Saturday that she was a “[expletive] vice-president”.

Harris said Trump’s language “demeans the office” of the presidency. “He has not earned the right” to be president again, she added.

Earlier in the day, she told a congregation of black church-goers near Atlanta, Georgia, to vote against “chaos, fear and hate” – personified, she suggested, by her Republican rival. On Saturday she told a rally in the city that Trump was “cruel”.

Meanwhile, Elon Musk, the billionaire founder of Tesla and SpaceX who has been campaigning for Trump, pledged to give away $1m a day to voters who sign his petition backing the US Constitution.

Pennsylvania Governor Josh Shapiro, a Democrat, said the plan was “deeply concerning” and that law enforcement should potentially look into the matter.

The crowd at Trump’s town hall-style event in Lancaster on Sunday was largely receptive to his remarks.

But one attendee, Jordan Ashby, told the BBC he was undecided and waiting to hear closing arguments from both candidates.

“I truly don’t know yet,” said the Lancaster resident when asked how he would vote. “I have family on both sides of the fence. It’s a difficult time right now.”

Other attendees told the BBC they were attracted by Trump’s vows to secure the US-Mexico border and reduce inflation.

“[Inflation] is what I see a lot of in my daily life, especially with gas prices and affording groceries,” said Brennan Zeyak, an 18-year-old college student voting for the first time this year.

Both candidates will continue making their final pitches on Monday.

Harris will on Monday embark on a whirlwind tour of Pennsylvania, Michigan and Wisconsin.

Trump will head to the hurricane-stricken town of Asheville, North Carolina, before holding a rally in the town of Greenville.

Banner saying 'More on US ELECTION 2024' with images of Harris and Trump.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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