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Trump eleito presidente: o que acontece com os processos judiciais contra ele? | Eleições dos EUA 2024
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Donald Trump tem muitos motivos para comemorar sua vitória nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas uma em particular se destaca.
O presidente eleito poderá agora ser libertado dos processos criminais que pairam sobre ele como uma espada de Dâmocles – pelo menos enquanto permanecer na Casa Branca.
Durante grande parte do ano passado, Trump tem lutado contra quatro processos, dois relacionados aos seus esforços para anular o resultado das eleições de 2020um sobre seu mau manejo de documentos de estado ultrassecretos e um em seu silenciar pagamentos em dinheiro para a estrela de cinema adulto Stormy Daniels.
Poucas horas depois da sua vitória declarada na quarta-feira, as autoridades federais já procuravam formas de encerrar dois casos relacionados com a interferência eleitoral e o mau uso de documentos confidenciais, sob a suposição de que os presidentes dos EUA em exercício não podem ser processados ou presos enquanto estiverem no cargo.
Essa suposição baseia-se numa política de longa data do Departamento de Justiça dos EUA, que remonta a 1973 e foi reafirmada em 2000, e que mantém presidentes em exercício não podem ser julgados ou preso enquanto estava no cargo.
Trump poderia ser ainda mais encorajado por uma Suprema Corte decisão de Julho que concede aos presidentes “imunidade absoluta” de acusação por actos oficiais e uma presunção de imunidade para crimes mais amplos quando as ligações ao trabalho podem ser comprovadas – por mais superficial que seja.
Enquanto Trump se prepara para tomar posse em janeiro, aqui estão as principais acusações que agora poderiam estar escondidas no fundo de uma gaveta empoeirada do Salão Oval:
Encargos federais
Trump enfrenta dois casos federais distintos sobre sua suposta interferência nas eleições de 2020 e o acúmulo de documentos ultrassecretos em sua propriedade em Mar-a-Lago, na Flórida. Ambos os conjuntos de acusações foram apresentados por Jack Smith, conselheiro especial do Departamento de Justiça.
À luz da eleição de Trump como presidente, Smith deverá encerrar ambos os casos, evitando um confronto com o presidente eleito, que anteriormente prometeu demiti-lo “dentro de dois segundos” após assumir o cargo.
O advogado James Trusty, que representou Trump em ambos os casos, disse que o Departamento de Justiça pode estar relutante em “desligar afirmativamente” as acusações.
“Politicamente, acho que eles prefeririam ter as impressões digitais da nova administração Trump sobre o desaparecimento dos casos”, disse ele à agência de notícias Reuters.
Os dois casos são os seguintes:
Interferência nas eleições de 2020
Em 2022, Smith foi encarregado por um comitê da Câmara dos Representantes dos EUA de investigar a suposta tentativa de Trump de anular os resultados das eleições de 2020 antes do ataque sangrento ao Capitólio dos EUA por seus apoiadores em 6 de janeiro de 2021.
No ano seguinte, Smith acusou Trump de quatro acusações criminais, incluindo conspiração para fraudar os EUA e conspiração para obstruir um processo oficial.
A juíza federal Tanya Chutkan marcou um julgamento em Washington, DC, para março, que foi adiado depois que Trump disse que deveria ter direito à imunidade como ex-presidente.
Em Julho, o Supremo Tribunal apoiou os argumentos de Trump, concedendo aos presidentes ampla imunidade de acusação, mesmo para crimes de natureza pessoal em que pudessem ser comprovadas ligações ao cargo.
Smith reabriu o caso em agosto, argumentando que os supostos crimes não tinham relação com as funções oficiais do ex-presidente.
Caso de documentos ultrassecretos
Num caso aberto na Flórida em 2022, Smith também acusou Trump de acumular documentos ultrassecretos em sua propriedade em Mar-a-Lago, na Flórida, e de obstruir os esforços do FBI para recuperá-los.
Agentes do FBI fizeram recuperar mais de 100 registros classificadose os advogados de Trump acabaram entregando mais quatro documentos que foram encontrados em seu quarto.
Em Julho, a juíza federal Aileen Cannon, com sede na Florida, que foi nomeada para o tribunal por Trump em 2020, rejeitou as acusações, decidindo que a nomeação de Smith como procurador não tinha sido aprovada pelo Congresso e era, portanto, inconstitucional. Smith contestou a decisão de Cannon.
Encargos estaduais
Trump também tem lutado contra dois casos apresentados por promotores estaduais em Nova York e na Geórgia.
Os dois casos são os seguintes:
Stormy Daniels silencia caso de dinheiro
Tendo sido considerado culpado por um júri de Manhattan em maio de falsificação de registros comerciais para encobrir um pagamento secreto a uma estrela pornô Daniels tempestuoso antes das eleições presidenciais de 2016, Trump será o primeiro presidente a entrar na Casa Branca com antecedentes criminais.
Trump, que alegou que o julgamento foi uma “caça às bruxas”, queria impedir Daniels de revelar um alegado encontro sexual em 2006, temendo que isso o prejudicasse durante a campanha de 2016. Ele foi condenado por todas as 34 acusações contra ele naquele caso.
Teoricamente, ele pode receber uma pena de prisão de quatro anos. Mas, mesmo antes da vitória eleitoral desta semana, alguns especialistas jurídicos acreditavam que o réu primário provavelmente seria punido com multa e liberdade condicional.
O juiz Juan Merchan deveria condenar Trump em 26 de novembro, uma audiência que agora provavelmente não será realizada.
Merchan já tinha adiado duas vezes a sentença de Trump, inicialmente marcada para 11 de julho, em parte devido à decisão do Supremo Tribunal de julho sobre a imunidade presidencial.
No caso improvável de a audiência de sentença prosseguir, uma sentença adiada seria possível “se envolvesse qualquer pena de prisão”, disse a professora de direito da Universidade da Pensilvânia, Claire Finkelstein, à agência de notícias AFP.
Trump argumentou que o caso deveria ser totalmente arquivado com base na decisão de imunidade presidencial, que os promotores contestaram antes da eleição.
Se ele não conseguir que o caso seja arquivado, o criminoso condenado poderá enfrentar dores de cabeça contínuas quando deixar o cargo.
Caso de ‘extorsão’ na Geórgia
Trump enfrenta mais acusações criminais por causa de sua esforços para anular o resultado das eleições de 2020 no campo de batalha do estado da Geórgia.
Joe Biden venceu por pouco o estado e a presidência, mas Trump e os seus aliados alegadamente espalharam desinformação sobre a fraude eleitoral, apoiando-se nas autoridades e legisladores da Geórgia para reverter o resultado.
No ano passado, a promotora distrital do condado de Fulton, Fani Willis, acusou Trump e 18 co-réus de lançarem uma “empresa criminosa” para manter o ex-presidente no poder, baseando as acusações em leis estaduais de extorsão destinadas a combater mafiosos.
Mas o julgamento ganhou clima de novela após revelações de que Willis tinha um relacionamento amoroso com o promotor especial Nathan Wade, homem que ela havia contratado. Em janeiro, Michael Roman, um dos co-réus de Trump, apresentou uma moção acusando-a de impropriedade.
Em março, o juiz do Tribunal Superior do Condado de Fulton, Scott McAfee, decidiu que Willis poderia ficar se Wade saísse. Wade apresentou prontamente a sua demissão, permitindo a Willis – repreendido pelo juiz pelo seu “tremendo” lapso de julgamento – continuar a processar o caso.
No início daquele mês, a McAfee havia demitido seis das 41 acusações na acusação da Geórgia. Todos os seis concentraram-se em saber se Trump e os seus co-réus solicitaram aos responsáveis eleitos que violassem os seus juramentos de posse na sua tentativa de anular o resultado eleitoral.
Trump e oito de seus co-réus no caso estão agora pedindo a um tribunal de apelações da Geórgia que desqualifique Willis por sua suposta má conduta. As argumentações orais foram marcadas para 5 de dezembro.
Não está claro se a audiência prosseguirá. Mas mesmo que Willis continue no caso, especialistas jurídicos disseram que é improvável que ela consiga levar o caso contra Trump enquanto ele estiver no cargo.
Anthony Michael Kreis, professor da Faculdade de Direito do Estado da Geórgia, disse no X que o caso não progrediria até que Trump deixasse o cargo em 2029.
“Haverá algum apetite político até ao final da segunda administração Trump para julgá-lo na Geórgia? Isso é muito tempo desde os crimes iniciais”, disse ele em um post.
Portanto, parece que Trump pode estar fora de perigo – pelo menos por enquanto.
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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