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Trump lidera Harris entre os árabes americanos, sugere pesquisa | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA
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A votação é o mais recente sinal de alerta para os democratas de que a guerra em Gaza está a custar o apoio de um bloco eleitoral importante.
Donald Trump está à frente de Kamala Harris por uma pequena margem entre os árabes-americanos, à medida que a corrida à presidência dos Estados Unidos entra na recta final, sugere uma nova sondagem, o mais recente sinal de que a guerra em Gaza está a custar aos democratas o apoio entre os eleitores com influência descomunal num campo de batalha importante. estado.
Trump lidera Harris por 45 por cento a 43 por cento entre o grupo demográfico chave, faltando duas semanas para os eleitores escolherem o próximo presidente dos EUA, de acordo com a pesquisa Arab News/YouGov divulgada na segunda-feira.
O candidato republicano também é visto como tendo maior probabilidade de resolver com sucesso o conflito Israel-Palestina, liderando o seu rival democrata com 39 por cento a 33 por cento na questão, de acordo com a pesquisa.
Trump e Harris estão empatados com 38 por cento na questão de quem seria melhor para o Médio Oriente “em geral”.
Questionados sobre quais questões eram a maior preocupação para a comunidade árabe-americana, 29 por cento dos entrevistados escolheram o conflito Israel-Palestina, à frente de 21 por cento que escolheram a economia e o custo de vida e 13 por cento que escolheram o racismo e a discriminação.
Apesar da vantagem para Trump, o ex-presidente também é visto como mais favorável ao atual governo de Israel do que o seu rival democrata por uma margem de seis pontos, de acordo com a pesquisa.
A maioria dos resultados, baseados numa amostra de 500 árabes americanos, está dentro da margem de erro de mais ou menos 5,93 por cento.
A sondagem é o mais recente aviso aos democratas de que o apoio do presidente Joe Biden à guerra de Israel em Gaza pode estar a colocar em risco as esperanças eleitorais do seu vice-presidente antes da votação de 5 de novembro.
Numa sondagem divulgada pelo Arab American Institute no início deste mês, Trump e Harris estavam praticamente empatados com 42% a 41%, respetivamente.
O nível de apoio de Harris entre os árabes americanos na pesquisa foi 18 pontos abaixo do de Biden em 2020.
Os eleitores árabes-americanos são vistos como potencialmente críticos para as perspectivas eleitorais de Harris devido à sua alta concentração em Michigan, um dos sete estados indecisos que deverão decidir o resultado da votação.
O estado do Meio-Oeste abriga a maior concentração de árabes americanos na América do Norte e a primeira cidade de maioria árabe dos EUA, Dearborn.
Em setembro, o prefeito de Hamtramck, em Michigan, a primeira cidade dos EUA com um governo totalmente muçulmano, apoiou Trumpdescrevendo o republicano como um “homem de princípios” e “a escolha certa”.
Biden venceu em Michigan por cerca de 150 mil votos em 2020, enquanto Trump venceu o estado por apenas cerca de 11 mil eleitores em 2016.
Num apelo direto aos eleitores muçulmanos e árabes americanos na segunda-feira, Trump mirou Harris por fazer campanha com a ex-congressista republicana Liz Cheney, filha do ex-vice-presidente Dick Cheney, nos campos de batalha de Michigan, Pensilvânia e Wisconsin.
“Se Kamala tiver mais quatro anos, o Médio Oriente passará as próximas quatro décadas em chamas e os seus filhos irão para a guerra, talvez até para uma Terceira Guerra Mundial, algo que nunca acontecerá com o presidente Donald J. Trump. no comando”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
“Para o bem do nosso país e dos seus filhos, votem em Trump pela PAZ!”
Apesar do seu contacto com os muçulmanos, Trump apresentou-se como o líder dos EUA mais pró-Israel na história e afirmou que Israel deixará de existir se não for reeleito.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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