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Trump perde recurso de responsabilidade por difamação no veredicto do caso E. Jean Carroll | Notícias de Donald Trump
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1 ano atrásem
O presidente eleito perde o recurso no caso E Jean Carroll relacionado ao suposto ataque na década de 1990 e deve pagar US$ 5 milhões.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, perdeu um recurso após a conclusão de um júri em 2023 de que ele estava responsável por abuso sexual e difamação relacionada a um suposto ataque ao escritor E Jean Carroll na década de 1990.
Na segunda-feira, um tribunal federal de recurso manteve o veredicto de 2023 no caso civil, no qual Trump não foi acusado de ter cometido violação, mas foi condenado a pagar a Carroll 2,02 milhões de dólares por agressão sexual e 2,98 milhões de dólares por difamação.
Carroll acusou Trump de estuprá-la no camarim de uma loja de departamentos Bergdorf Goodman em Manhattan em 1995 ou 1996. Ela detalhou o suposto ataque em um artigo de 2019, o que gerou uma negação do então presidente Trump por meio do porta-voz da Casa Branca.
Carroll inicialmente entrou com uma ação por difamação em 2019 e uma segunda ação separada, alegando difamação e estupro, em novembro de 2022. A segunda ação ocorreu depois que Trump chamou as ações de “completa fraude” e alegou que “não tinha ideia” de quem era Carroll. Ele ainda ridicularizou a ação legal como uma “farsa”.
A decisão de segunda-feira refere-se ao segundo processo movido por Carroll. Em janeiro deste ano, Trump foi condenado separadamente a pagar 83,3 milhões de dólares pelo Caso de difamação de 2019. Trump também está apelando desse veredicto.
Como ambos os casos são civis e não criminais, o júri considerou tecnicamente Trump “responsável”, mas inocente das acusações.
Os casos continuaram apesar da vitória de Trump nas eleições presidenciais de 2024. Ele deve iniciar seu segundo mandato de quatro anos na Casa Branca em 20 de janeiro, depois de servir anteriormente como presidente de 2017 a 2021.
Trump foi condenado no início deste ano num julgamento criminal separado em Nova Iorque por falsificar registos comerciais numa tentativa de encobrir pagamentos secretos a uma estrela de cinema adulto. Após sua vitória, a sentença nesse caso foi suspensa.
A vitória de Trump ajudou-o a evitar dois outros processos criminais federais contra ele, incluindo um ligado à ocultação e acumulação de documentos confidenciais da Casa Branca e outro pelo seu alegado papel na tentativa de anular os resultados das eleições de 2020. Segundo a política de longa data do Departamento de Justiça dos EUA, um presidente em exercício não pode ser processado.
Um quarto caso criminal na Geórgia, relacionado com alegados esforços para subverter os resultados eleitorais de 2020 no estado, também foi lançado na incerteza após a vitória eleitoral de Trump.
No entanto, Trump não está protegido de todas as ações legais.
Em 1997, num caso envolvendo o antigo Presidente Bill Clinton, o Supremo Tribunal dos EUA decidiu por unanimidade que os presidentes em exercício não têm imunidade de litígios civis em tribunais federais sobre acções anteriores e não relacionadas com as suas funções oficiais como presidente.
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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