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Trump provoca licenciamento ambiental rápido para investimentos de US$ 1 bilhão nos EUA | Notícias de Donald Trump

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A proposta do presidente eleito continha poucos detalhes, mas grupos ambientalistas compararam-na a um “suborno” corporativo.

O presidente eleito, Donald Trump, sugeriu a perspectiva de aprovações ambientais mais rápidas para empresas e indivíduos que investem pelo menos mil milhões de dólares nos Estados Unidos.

Como parte de uma enxurrada de postagens nas redes sociais na terça-feira, Trump indicou que planejava agilizar o processo de licenciamento, como parte de seu plano para impulsionar a economia dos EUA.

“Qualquer pessoa ou empresa que invista UM BILHÃO DE DÓLARES, OU MAIS, nos Estados Unidos da América, receberá aprovações e licenças totalmente rápidas, incluindo, mas de forma alguma limitada a, todas as aprovações ambientais”, disse Trump. escreveu em sua plataforma, Truth Social. “PREPARE-SE PARA BALANÇAR!!!”

Mas a publicação provocou imediatamente uma reacção negativa entre os grupos de defesa, que viram a proposta como um meio de minar as protecções ambientais do país.

O Sierra Club, um dos grupos ambientalistas mais proeminentes nos EUA, chegou a comparar o plano de Trump a um “suborno”.

“O plano de Donald Trump de vender o licitante com lance mais alto confirma o que sabemos há muito tempo sobre ele”, disse Mahyar Sorour, diretor da Política Além dos Combustíveis Fósseis do Sierra Club.

“Ele está feliz em sacrificar o bem-estar das comunidades americanas em benefício dos doadores da campanha do Big Oil.”

Trump ainda não revelou como poderá implementar este esquema dentro dos quadros governamentais existentes. Leis de longa data, como a Lei de Política Ambiental Nacional de 1970, exigem licenciamento e estudos ambientais para qualquer grande projeto que receba financiamento federal.

Mas Trump já aprimorou a reputação de reduzir a política ambiental.

Durante o seu primeiro mandato como presidente, de 2017 a 2021, Trump mirou no que chamou de regulamentações ambientais “desnecessárias e inadequadas”, acusando-as de sobrecarregar as indústrias dos EUA.

Uma análise do New York Times revelou que, no final do seu mandato de quatro anos, Trump conseguiu a reversão total de aproximadamente 112 regras ambientais, com outras enfraquecidas ou parcialmente desmanteladas.

Entre as leis que ele visou estavam padrões para emissões de gases de efeito estufa, poluição do ar e perfuração offshore.

Durante a campanha deste ano, Trump prometeu mais uma vez reduzir as restrições à produção de petróleo e gás, inclusive através da revogação do Lei de Redução da Inflação de 2022uma das leis sobre alterações climáticas mais substantivas da história dos EUA.

“Vamos reduzir a burocracia. Faremos o trabalho”, disse Trump em agosto, numa parada de campanha em Potterville, Michigan. Um de seus muitos slogans de campanha foi “Perfure, baby, perfure”.

Também como parte da sua plataforma “América Primeiro”, Trump prometeu o regresso dos empregos industriais americanos provenientes do exterior, em grande parte através da implementação de políticas comerciais protecionistas, como tarifas. Mas o seu plano também inclui incentivos para empresas que investem nos EUA.

“Não só impediremos que as nossas empresas partam para terras estrangeiras, mas, sob a minha liderança, vamos tirar os empregos de outros países”, disse Trump num comício em Savannah, na Geórgia, em Setembro.

“Vamos tomar suas fábricas. Estávamos realmente agitando há quatro anos. Vamos trazer milhares e milhares de empresas e trilhões de riquezas de volta aos bons e velhos EUA.”



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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