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Trump’s inauguration will be held on MLK Day. The civil rights leader’s daughter Bernice King is glad
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The youngest child of Rev. Martin Luther King Jr didn’t want Donald Trump to become the next president — but Dr Bernice King believes Trump’s inauguration taking place on the same day as the federal holiday honoring her father is a small win.
“I’m glad that if it was going to happen, it happened on the King holiday, because Dr King is still speaking to us,” she told The Independent. She sees the January 20 event as a wake-up call for the country and an opportunity to stand up to the incoming administration’s charged agenda items.
“We cannot retreat or recoil,” King said. “We have to commit ourselves to continuing the mission of protecting freedom, justice and democracy in the spirit of my father.”
King had been excited about the prospect of seeing Vice President Kamala Harris, who is of Black and South Asian heritage, become the country’s first female president on MLK Day.

She’d hoped the US would elect someone who embodied the values her father did. Not “someone who’s spewing hateful rhetoric, who’s not been very kind-hearted and whose policies are not humane in their approach,” as she described the president-elect.
She later added: “A Trump win could potentially set in motion a perilous and oppressive presidential administration that would undermine and deny the hard-fought battle for civil and human rights for which my parents and so many others sacrificed.”
Civil rights leaders like her are worried the incoming administration will attempt to scale back those rights. Trump has proposed a mass deportation plan, vowed to go after his enemies, and intends to implement discriminating federal policies against LGBTQIA+ people and people of color.
The American Civil Liberties Union (ACLU) and NAACP have announced their commitment to fighting what may come next.

“We are entering a new era of civil rights for better or worse,” Gerald Griggs, president of the Georgia NAACP, said. “We have not seen an assault on civil rights like I believe is about to happen since the ‘50s, maybe even the ‘20s.”
The group is working to ensure Trump’s power does not go unchecked by bolstering its legal and lobbying teams. Griggs said he’s willing to give the president-elect a chance, but is concerned about some of his recent actions, like appointing former congressman Matt Gaetz as his pick for US attorney general. Gaetz withdrew himself from consideration on Thursday.
Under Trump, Griggs fears the Department of Justice’s civil rights division will be weaponized against minority groups.
“We have to be ready right now,” he said. “We are already having organizational meetings, both on the national level and the state level, to prepare the units for what’s about to happen.”
In a news release distributed the day after the election, the ACLU promised to defend against Trump’s deportation plan, provide counsel to whistleblowers and challenge any discriminatory policies and regressive plans on reproductive freedoms.

King knows any pushback against the incoming administration will require the same level of dedication seen during her father’s movement, before the country had a Civil Rights Act or a Voting Rights Act.
In the weeks after the election, she’s been comforted by his famous words like, “Let us not seek to satisfy our thirst for freedom by drinking from the cup of bitterness and hatred,” something he said while delivering the famous “I Have a Dream” speech in 1963.
“I know a lot of people are angry right now,” King told The Independent. “But we can’t let that rot in us.”
Thousands of protesters are expected to descend onto the streets of Washington DC ahead of Trump’s inauguration.
The “People’s March on Washington” is scheduled for January 18. A coalition of organizations, including the ACLU, Planned Parenthood and the National Women’s Law Center, are planning the event to protest Trump’s stances that they fear will undermine civil rights.
On Inauguration Day, Al Sharpton’s National Action Network plans to hold a rally in the city.
“There has never been a more important time to peacefully mobilize and organize,” Sharpton said while announcing the event on MSNBC last week.
MLK Day has been celebrated on the third Monday in January since its establishment in 1983, while Inauguration Day has been set as January 20 since 1937. The late civil rights icon was assassinated in 1968.

Griggs and King will spend the holiday attending events commemorating the late King’s legacy. As Trump takes the oath, Griggs wants the incoming president to consider the importance of the late icon in American history and not forget people in King Jr’s birthplace, Fulton County, are still waiting for an explanation on charges related to his efforts to overturn the 2020 election.
In August 2023, Trump was charged with racketeering and conspiracy for allegedly urging Georgia officials to sway the results in his favor. The case has been delayed after a December 5 hearing in the matter was canceled until further order from the court.
“It’s interesting,” Griggs said of the upcoming holiday. “The juxtaposition of a man of immense greatness, humility and concern for the community, with Donald Trump.”
Only two presidents have taken the oath on the holiday before: Barack Obama in 2013 and Bill Clinton in 1997. Obama used a Bible belonging to the civil rights leader in the ceremony.
The Independent emailed a Trump spokesperson asking whether the president-elect would incorporate King’s legacy into the ceremony but did not get a response.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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