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TV Brasil transmite quatro duelos da 35ª rodada do Brasileirão Série B
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2 anos atrásem
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A TV Brasil exibe quatro jogos da 35ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. A competição está próxima da reta final com a definição dos clubes classificados para a elite do futebol nacional em 2025 e os times rebaixados para a Série C.
A jornada esportiva da emissora pública acompanha as partidas Chapecoense (SC) x Novorizontino (SP), neste sábado (2), às 17h; Ceará (CE) x Avaí (SC), neste domingo (3), às 18h30; Ponte Preta (SP) x Paysandu (PA), nesta segunda (4), às 21h; e Brusque (SC) x Botafogo (SP), nesta terça (5), no mesmo horário.
A cobertura da TV Brasil para essas disputas começa antes do apito inicial com um pré-jogo. Durante esse período, a equipe do canal traz informações atualizadas sobre a tabela, revela novidades sobre os clubes e comenta a escalação dos times.
Partidas da 35ª rodada
No sábado (2), o confronto Chapecoense x Novorizontino tem narração de Luciana Zogaib na telinha da TV Brasil. A bancada de comentários é conduzida por Rodrigo Ricardo e Carlos Molinari. Direto da Arena Condá, em Chapecó, Santa Catarina, o repórter Igor Santos traz as informações do gramado. A transmissão começa às 16h45 e a bola rola às 17h.
Com 40 pontos, a equipe mandante está na 13ª posição e busca se afastar da zona de rebaixamento. A Chapecoense tem 10 vitórias, 10 empates e 14 derrotas. Já o Novorizontino é o vice-líder da Série B do Brasileirão com 60 pontos. Um triunfo aproxima o time paulista do acesso à elite do futebol nacional. O clube soma 17 resultados positivos, nove empates e somente oito jogos perdidos.
No domingo (3), a jornada esportiva vai ao ar a partir das 18h na TV Brasil com a cobertura do confronto Ceará x Avaí. A voz de André Marques traduz as emoções, enquanto as análises táticas e comentários são de Brenda Balbi e Rodrigo Ricardo. A disputa começa às 18h30 no Castelão, em Fortaleza, capital cearense.
O time da casa está em quinto na tabela e precisa da vitória para manter as chances de conquistar uma vaga no G4 da competição. O Ceará tem 54 pontos, cinco a menos que o Mirassol, que ocupa a quarta posição no campeonato. A equipe venceu 16 partidas, empatou seis e foi derrotada em 12.
O Avaí está com desempenho mediano, em 11º, com 46 pontos, sem grandes expectativas na competição. O clube não tem mais chances de subir para a Série A e remotas possibilidades de descenso para a Série C. A campanha é de 12 vitórias, 10 empates e 12 derrotas.
A TV Brasil acompanha a partida Ponte Preta (SP) x Paysandu (PA) disputada no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, às 21h de segunda (4). O aquecimento da transmissão entra no ar às 20h45. Luciana Zogaib narra o jogo que tem os comentários de Rodrigo Ricardo. Direto do estádio, o repórter Lincoln Chaves acompanha os lances e traz as notícias.
Na primeira posição acima da zona de rebaixamento, no 16º lugar, com 38 pontos, a Ponte Preta tem que vencer para aumentar a vantagem para os adversários abaixo na tabela. A equipe ganhou dez duelos, empatou oito e foi superada em 16. O Paysandu tem um retrospecto um pouco melhor, mas que ainda inspira cuidados. O time paraense soma 40 pontos, com nove vitórias, 13 empates e 12 derrotas.
O destaque esportivo da programação de terça (5) na TV Brasil é o embate Brusque (SC) x Botafogo (SP). Os rivais se enfrentam por uma melhor colocação na parte de baixo da tabela da Série B do Brasileirão. A disputa inicia às 21h, mas o canal público entra em campo às 20h45. Rodrigo Campos narra e Rodrigo Ricardo comenta o jogo que ocorre no estádio Augusto Bauer, em Brusque, Santa Catarina.
Penúltimo lugar no campeonato, o time da casa está com apenas 33 pontos e só a vitória interessa ao Brusque na luta pela permanência na Série B. A equipe só ganhou sete partidas, empatou 12 e perdeu 15. Já o Botafogo faz uma campanha irregular, com muitos altos e baixos na competição. Atualmente, o clube paulista está em 15º com 39 pontos e tem nove vitórias, 12 empates e 13 derrotas.
Saiba como assistir aos jogos da Série B na TV Brasil
A transmissão da Série B faz parte da estratégia da TV Brasil de ampliar a presença do esporte na sua programação. A emissora já acompanhou a decisão da Série D, o Campeonato Brasileiro Feminino da Série A1, a final do Brasileirão Feminino Sub-17, as fases decisivas das Séries A2 e A3 do futebol feminino e as disputas da Liga de Basquete Feminino (LBF).
Por meio da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que reúne mais de 126 emissoras afiliadas da TV Brasil, os torcedores de todo o país poderão assistir às partidas e acompanhar seus times na disputa pelo título. Saiba como sintonizar a TV Brasil na sua cidade.
Transmissão da Série B
Neste ano, 20 clubes disputam o campeonato que vai até novembro e vale vaga na Série A e na Copa do Brasil. Dos 380 jogos da competição, a TV Brasil exibe 114 partidas.
Disputam a competição os seguintes clubes: Amazonas (AM), América (MG), Avaí (SC), Botafogo (SP), Brusque (SC), Ceará (CE), Chapecoense (SC), Coritiba (PR), CRB (AL), Goiás (GO), Guarani (SP), Ituano (SP), Mirassol (SP), Novorizontino (SP), Operário (PR), Paysandu (PA), Ponte Preta (SP), Santos (SP), Sport (PE) e Vila Nova (GO).
Em 2024, a Série B será disputada no sistema de pontos corridos, em turno e returno, com 19 jogos de ida e 19 jogos de volta. Os quatro primeiros conquistam uma vaga na Série A em 2025 e os quatro últimos são rebaixados para a Série C.
Ao vivo e on demand
Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica.
Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV.
Serviço
Brasileirão Série B 2024 na TV Brasil
Chapecoense (SC) x Novorizontino (SP) – sábado, dia 2/11, a partir das 16h45, na TV Brasil
Ceará (CE) x Avaí (SC) – domingo, dia 3/11, a partir das 18h, na TV Brasil
Ponte Preta (SP) x Paysandu (PA) – segunda-feira, dia 4/11, a partir das 20h45, na TV Brasil
Brusque (SC) x Botafogo (SP) – terça-feira, dia 5/11, a partir das 20h45, na TV Brasil
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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