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Ucrânia dá mais uma mordida na Rússia enquanto Moscou avança em Donetsk | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia
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As forças ucranianas lançaram uma nova ofensiva surpresa dentro da Rússiaexpandindo a sua saliência em Kursk em direção ao norte e ao leste, à medida que a contra-invasão de Kiev ultrapassava a marca de cinco meses esta semana.
Imagens geolocalizadas mostraram forças ucranianas movendo-se de sua base em Sudzha em direção a Berdin, capturando campos e entrando no assentamento no domingo.
Na segunda-feira, as forças ucranianas também capturaram os assentamentos de Russkoye Porechnoye e Novosotnitsky. Todos os três assentamentos ficam na estrada principal entre Sudzha e a capital regional, Kursk.
Blogueiros militares russos disseram que as forças ucranianas também controlavam os assentamentos de Martynovka, Cherkasskoye Porechnoye e Mikhaylovka.
Foi relatado que as forças ucranianas avançaram em três ondas usando ataques do tamanho de empresas apoiadas por veículos blindados, disseram os blogueiros russos.
Uma das razões do seu sucesso parecia ser o uso eficaz da guerra electrónica.
“Nossos drones ainda não podem fazer nada a respeito, já que a EW (guerra eletrônica) inimiga os pregou literalmente no chão”, escreveu um repórter.
As forças ucranianas também parecem ter utilizado Sistemas de Foguetes do Exército de Alta Mobilidade (HIMARS) para bloquear os reforços russos.
“Tal como em Agosto, o inimigo está activamente a encobrir as suas acções ofensivas com ataques HIMARS”, escreveu um repórter russo. “Ele está tentando derrubar nossas reservas adequadas, artilharia e operadores de drones.”

Explosões foram relatadas em uma base técnica de aviação em Kursk, a cerca de 70 km (40 milhas) de áreas controladas pela Ucrânia. O quartel-general de operações militares de Kursk afirmou ter abatido mais de um míssil ucraniano, sugerindo que outros conseguiram passar.
“Relatos de que as forças ucranianas estão usando fogos de longo alcance para interditar áreas de retaguarda russas e guerra eletrônica para degradar drones russos em apoio aos avanços mecanizados ucranianos indicam que as forças ucranianas que operam em Kursk estão empregando táticas de armas combinadas mais eficazes”, escreveu o Instituto para o Estudo. of War, um think tank com sede em Washington.
Além de mísseis, a Ucrânia utilizou drones de longo alcance de sua própria construção para atacar ativos energéticos russos. Um drone ucraniano atingiu no sábado um terminal de transbordo de condensado de gás no porto de Ust-Luga, perto de Leningrado, provocando um grande incêndio.
As autoridades ucranianas listaram uma série de razões para a contra-invasão, sendo a principal delas a ocupação de dezenas de milhares de militares russos que, de outra forma, estariam a atacar o solo ucraniano.
“Os russos enviaram as suas unidades fortes para a região de Kursk. Soldados da Coreia do Norte estão envolvidos lá. O que é importante é que o ocupante não pode actualmente redireccionar toda esta força para outras direcções, em particular para as regiões de Donetsk, Sumy, Kharkiv ou Zaporizhia”, disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, num discurso à noite na segunda-feira.
“Desde o início da operação de Kursk, o inimigo já perdeu mais de 38 mil soldados só nesta área, incluindo aproximadamente 15 mil perdas irrecuperáveis”, disse ele.

O Estado-Maior General das Forças Armadas Ucranianas publicou uma lista de equipamentos russos destruídos em Kursk, incluindo 104 tanques, 575 veículos blindados de combate, mais de 1.000 outros veículos e 330 sistemas de artilharia.
A Ucrânia também disse que capturou 860 russos em Kursk, usando-os para trocá-los pelos seus próprios prisioneiros de guerra.
Os russos estão ficando sem tanques?
A Rússia conseguiu substituir soldadosmas a sua capacidade de substituir equipamentos é menos certa.
O Ministério da Defesa da Ucrânia estimou que durante 2024 as suas forças destruíram 3.689 tanques russos, 8.956 veículos blindados de combate e mais de 13.000 peças de artilharia. A Marinha Ucraniana disse que afundou cinco navios e 458 embarcações menores.
A Rússia tem retirado os blindados soviéticos do armazenamento e os reformado para o combate. Por quanto tempo isso pode continuar não está claro.
Um monitor de hardware russo estimado A Rússia tinha cerca de 48 por cento dos seus tanques restantes e uma percentagem semelhante dos seus veículos blindados de combate, mas fotografias de satélite sugeriam que uma grande proporção deles estava em condições tão precárias que eram inutilizáveis.

O Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, com sede em Londres, estimou há um ano que a Rússia ainda tinha dois a três anos de blindagem.
Os contínuos ataques russos às posições ucranianas durante a semana passada também levantaram questões sobre a armadura russa.
As forças russas concentraram grande parte do seu efetivo e poder de fogo nos assentamentos gêmeos de Pokrovsk e Myrnohrad, em Donetsk, e na sexta-feira atacaram 26 vezes ao longo de uma frente a 45 km (30 milhas) do sul.
“As batalhas ferozes continuam ao longo de toda a linha de frente, sendo o ponto mais quente perto de Pokrovsk”, disse Zelenskyy no seu discurso de sábado à noite.
Na terça-feira, 41 confrontos ocorreram nesta área, dos 176 em toda a frente.

No ponto mais próximo, as forças russas mantiveram posições a apenas 1,5 km (1 milha) de Pokrovsk, onde 7.300 civis ainda viviam e trabalhavam.
“A intensidade dos combates mudou, tornou-se maior. Agora, à nossa frente, há uma brigada de rifle motorizada separada e um regimento de rifle motorizado da Federação Russa”, disse Serhiy Okishev, sargento da 25ª Brigada Aerotransportada Separada que luta na região de Pokrovsk, em uma maratona.
No entanto, destacou que as tropas russas estavam a utilizar menos veículos blindados e mais buggies, carrinhos de golfe e veículos civis. Não ficou claro se isso se devia à falta de blindagem no arsenal russo ou à capacidade de manobra.
Um porta-voz das forças ucranianas em Kurakhove disse de forma semelhante na sexta-feira que “os russos passaram a ataques exclusivamente de infantaria nas últimas semanas, e se veículos blindados forem usados, então apenas para apoio de fogo e nos próprios ataques não participam. ”
“Os russos mantêm os seus próprios veículos blindados o mais longe possível porque têm muito medo dos nossos sistemas de mísseis antitanque”, disse ele.
Ucrânia investe em sistemas não tripulados e de longo alcance
A Ucrânia investiu fortemente na sua própria indústria de defesa durante o ano passado, particularmente em sistemas não tripulados de vários tipos, onde está a desenvolver tácticas inovadoras.
A inteligência militar da Ucrânia disse na segunda-feira à agência de notícias ucraniana TSN que seu drone marítimo Magura V abateu não um, mas dois helicópteros russos Mi8 sobre o Mar Negro em 31 de dezembro.
O ataque ocorreu perto do Cabo Tarkhankut, a 15 km (10 milhas) de Sebastopol.
A Unidade 13 da inteligência militar, responsável pela operação do drone de superfície Magura, preparou uma armadilha para a aviação russa, que está empenhada em localizar e destruir drones navais assim que forem avistados. “Nesta operação específica, não tivemos a tarefa, como sempre, de nos esconder da aviação. Fomos especificamente caçar alvos aéreos”, disse uma fonte não identificada.
O comandante-em-chefe, Oleksandr Syrskii, disse que as forças armadas estavam “aumentando o número de brigadas com um componente não tripulado reforçado” e criando uma brigada separada para sistemas não tripulados.
“No geral, em dezembro, os operadores das Forças de Defesa da Ucrânia atingiram mais de 54 mil alvos inimigos. Quase metade deste resultado – 49 por cento – foi fornecido por drones kamikaze”, escreveu ele nas redes sociais.

O primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmyal, anunciou na sexta-feira que a Ucrânia planeja construir cerca de 3.000 mísseis de cruzeiro e mísseis drones este ano, e pelo menos 30.000 drones de longo alcance.
“Como parte do projeto ‘Armas da Vitória’, lançaremos contratos de longo prazo com fabricantes por 3 a 5 anos. Prestaremos atenção especial ao programa de componentes e mísseis de longo alcance”, disse Shmyal.
Os programas de drones e mísseis faziam parte de um plano para aumentar a capacidade industrial de defesa da Ucrânia para cerca de 30 mil milhões de dólares, face aos estimados 7 mil milhões de dólares em 2024.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu acabar com a guerra este ano, aumentando a perspectiva de congelar o conflito ao longo das actuais linhas de batalha.
Questionado sobre se estava preparado para acolher uma força multinacional de forças de manutenção da paz europeias na Ucrânia, Zelenskyy elogiou a França por levantar a perspectiva, mas esclareceu que isto deveria fazer parte de um acordo que trouxesse a Ucrânia para a NATO.
“Definitivamente deveria estar no caminho da OTAN. Isto não significa que o envio de forças europeias exclua um futuro na NATO”, disse Zelenskyy. “Vi que Trump está positivo em relação a esta ideia.”

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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