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Ucrânia, Rússia As acusações comerciais de violação do negócio do Mar Negro Black | Notícias da Guerra da Rússia-Ucrânia

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Ucrânia, Rússia As acusações comerciais de violação do negócio do Mar Negro Black | Notícias da Guerra da Rússia-Ucrânia

A Rússia e a Ucrânia trocaram acusações de quebrar um acordo intermediário dos Estados Unidos contra ataques no Mar Negro um dia depois que foi anunciado.

A Força Aérea Ucraniana disse na quarta -feira que 117 drones foram lançados da Rússia durante um ataque noturno. Pelo menos 56 dos drones foram derrubados, 48 ​​foram perdidos devido à guerra eletrônica e nenhum dano foi causado, disse a Força Aérea.

No entanto, o prefeito de Mykolaiv disse que houve quedas de energia devido aos drones.

Na cidade de Kryvyi Rih, o ataque russo causou incêndios e edifícios danificados, mas nenhuma vítima foi relatada. Os edifícios também foram prejudicados na região fronteiriça de Sumy, que foi pesada no ataque nos últimos dias.

O chefe do governo militar em Kryvyi Rih, Oleksandr Vilkul, descreveu o ataque como o ataque de drones mais significativo à cidade, acrescentando: “Aparentemente, é assim que os ocupantes ‘querem paz'”.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy condenou a barragem da noite para os ataques e disse que era um “sinal claro para o mundo inteiro que Moscou não vai buscar a paz real”.

“Desde 11 de março, houve uma proposta dos EUA para um cessar -fogo total, uma parada completa para greves. E literalmente todas as noites, através de seus ataques, a Rússia continua dizendo ‘não’ à proposta de paz de nossos parceiros”, escreveu Zelenskyy no X.

Zelenskyy encontrará o presidente francês Emmanuel Macron, em Paris, na quarta -feira, antes de uma reunião de líderes mundiais na quinta -feira que foi anunciada como uma “coalizão da vontade”, que planeja estabelecer garantias de segurança para a Ucrânia em qualquer acordo de paz.

O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, disse que a Ucrânia realizou um ataque de drones a uma instalação de armazenamento de gás na Península da Crimeia e uma instalação de energia na região de Bryansk, que fica na fronteira com a Ucrânia e sua região de Sumy.

“O regime de Kiev, enquanto continua danificando a infraestrutura de energia civil da Rússia, está realmente fazendo tudo o que pode para atrapalhar os acordos russos-americanos”, escreveu o documento.

A Ucrânia negou ter como alvo a infraestrutura de energia russa nas duas regiões.

Enquanto isso, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, alertou em Varsóvia na quarta-feira que a Aliança de Defesa Ocidental responderia com um golpe “devastador” a qualquer ataque da Rússia na Polônia ou outro aliado.

Acusações dificultam as negociações

Os relatórios de Moscou, Dorsa Jabbari, da Al Jazeera, disseram que novas negociações serão “difíceis”, pois ambos os lados continuam a se acusar de violar a trégua temporária.

“As acusações de um lado para o outro ilustram o quão difícil e frágil é a situação entre os dois lados nesse conflito e a dificuldade da tarefa que os funcionários americanos têm à frente deles”, explicou Jabbari.

Trégua temporária

Na terça -feira, os EUA chegaram separados acordos de trégua com a Ucrânia e a Rússia em negociações em Riyadh, Arábia Saudita. Os negociadores dos EUA se reuniram separadamente com as delegações ucranianas e russas, as quais concordaram em interromper seus ataques no mar.

Os EUA também concordaram em pressionar por levantar algumas sanções ocidentais sobre comida russa, fertilizantes e transporte no Mar Negro.

Anteriormente, o Kremlin disse que “várias condições” devem ser atendidas antes que o acordo do Mar Negro possa ser implementado, incluindo a restauração de vínculos entre alguns bancos russos e o sistema financeiro internacional.

No entanto, um porta -voz da União Europeia disse na quarta -feira que uma das principais condições para levantar ou alterar as sanções russas seria “o fim da agressão russa não provocada e injustificada na Ucrânia e retirada incondicional de todas as forças militares russas”.

Antes, um tribunal na cidade russa de Rostov-on-Don condenado 23 ucranianos Sobre “terrorismo” acusações em um julgamento que Kiev denunciou como uma farsa e uma violação do direito internacional.

Os réus incluem 12 membros capturados da brigada de elite da Ucrânia, que liderou a defesa da cidade de Mariupol nos primeiros meses da guerra da Rússia.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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