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UFC, IBM team up to develop enhanced fight analysis engine using watsonx

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IBM and UFC announced an innovative partnership on Thursday that will change the way millions of fans around the world view fight night. 

The UFC Insights Engine, which will be built with IBM watsonx, will combine the rich data feeds from the mixed martial arts organization with IBM’s data and AI technologies, which includes its Granite large language models. 

This will allow the global audience that UFC fuels each fight night with timely, in-depth information that will give a new perspective on each bout, whether its fighter tendencies, possible match outcomes and much more. 

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An IBM logo at the Lisbon Web Summit in Lisbon, Portugal, on Tuesday, Nov. 12, 2024. (Zed Jameson/Bloomberg via Getty Images / Getty Images)

IBM Senior Vice President, Marketing and Communications Jonathan Adashek spoke to FOX Business about how this partnership just made sense for the organization that has changed the way the Masters Tournament and U.S. Open, among others, are viewed by fans around the world. 

“IBM and the UFC, we’re partnering to really enhance the fan engagement and scale the UFC’s digital capabilities. We’re the first global AI partner, and it’s going to allow us to really bring together IBM technology, like watsonx and our Granite models, with that great, rich data library that the UFC has. Really, it’s going to change the viewing experience for fans, make it so much more engaging and just a richer experience.

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“It’s also going to help them, the UFC, the commentators and everybody that’s working on the broadcast and fights with their digital workflow. Enabling them to provide content in a really unique way, and the access that people will get, it’s building on that expertise we have developed in this space.”

The mission is to drive fan engagement, which Head of Global Partnerships at TKO Grant Norris-Jones said is the primary goal of every collaboration.

“For our Global Partnerships business, which is accelerating rapidly under TKO, this deal with IBM is a transformative milestone that underscores how premium brands are increasingly embracing UFC,” Norris-Jones told FOX Business Digital. 

UFC Logo outside arena

A couple kiss in front of a UFC logo prior to UFC 300 at T-Mobile Arena. (Mark J. Rebilas-USA TODAY Sports / IMAGN)

“UFC, and similarly its sister brand WWE, offer marketers a path to reach a young, diverse, engaged global audience 52 weeks a year with live original content that can’t be found anywhere else in today’s media environment.  The demand to partner with UFC has never been stronger.”

While this is in a developmental phase, Adashek says that working with UFC’s Research and Development team has been nothing short of amazing, as they create the best experience for fans, commentators and whoever consumes its content. 

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Additionally, that content could be pre-event programming, pay-per-view broadcast, UFC social media channels and even in-venue video boards throughout the fight cards. 

Close to 1 billion UFC fans across 170 countries receive UFC’s broadcasts and follow UFC on its social platforms, making this a fun initiative for both parties to get creative with how this timely data can be displayed for fans. 

“The global nature was very interesting for sure, of course,” Adashek said. “But fundamentally, the way we look at these things, we don’t like to just go do a sponsorship. We like to be with an organization who we can really partner with, and that we can make a big difference the way fans engage with it, the way people perform in the sport, athletes perform in the sport, and the way the organization runs. 

UFC logo on hats

A man browses hats displaying the UFC logo at a merchandise kiosk during UFC Fight Night at Cotai Arena, inside the Venetian Macao resort and casino, operated by Sands China Ltd., a unit of Las Vegas Sands Corp., in Macau, China, on Saturday, Aug. 23 (Brent Lewin/Bloomberg via Getty Images / Getty Images)

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“That scope was very appealing. But what was even more appealing was genuinely the way we were able to collaborate and come to the table as we were trying to figure out a solution that was beneficial and really going to make a difference for the UFC, their fans and their athletes.”

The UFC Insights Engine is expected to debut in early 2025.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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