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Um ator chinês sequestrado, uma gangue fraudulenta e uma operação de resgate pública | Mianmar
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2 anos atrásem
Helen Davidson in Taipei, and Rebecca Ratcliffe in Bangkok
Wang Xing pensou que estava viajando para uma convocação de elenco com produtores de cinema em Tailândia.
O ator chinês de 22 anos, também conhecido pelo nome artístico de Xing Xing, estava se comunicando no WeChat com pessoas que ele acreditava serem funcionários chineses de uma grande empresa de entretenimento tailandesa, segundo a polícia tailandesa. Um deles cumprimentou-o no aeroporto Suvarnabhumi, em Banguecoque, e conduziu-o pela segurança, antes de lhe dizer que o plano – ficar num hotel próximo – tinha mudado. Em vez disso, dirigiram 500 km até Mae Sot, no oeste da Tailândia.
Foi então que a namorada de Wang, Jia Jia, perdeu contato com ele.
Mae Sot fica na fronteira com a Tailândia Mianmarem frente à cidade birmanesa de Myawaddy, um notório centro de complexos criminosos onde as pessoas são detidas contra a sua vontade e forçadas a realizar fraudes em telecomunicações ou online.
Essas operações fraudulentas têm proliferou em todo o sudeste da Ásia nos últimos anos, especialmente em Mianmar. O país mergulhou no caos e num conflito crescente, após o golpe militar de 2021, e tornou-se um íman para sindicatos criminosos.
Centenas de milhares de pessoas foram traficadas para a região provenientes de todo o mundo – incluindo de partes de África, América do Sul e Ásia – muitas vezes atraído pela promessa de um emprego bem remunerado. Em vez disso, encontram-se presos e forçados à criminalidade. Aqueles que se recusam a realizar atividades fraudulentas, ou que não cumprem os seus objetivos, enfrentam frequentemente tortura. A única maneira de sair geralmente é pagar um resgate exorbitante. Muitos destes compostos estão baseados em áreas fronteiriças como Myawaddy.
Uma das agências antifraude da China, alertando os cidadãos sobre os perigos de Myawaddy, descreveu a cidade como “aterrorizante”.
A perseguição de Wang e de outros na indústria do entretenimento colocou mais uma vez essas operações criminosas no centro das atenções.
Jian Kunyi, vice-reitor da Faculdade de Direito e Ciência Política da Universidade de Finanças e Economia de Yunnan, disse ao Global Times as redes pareciam estar se ampliando para atingir celebridades e intelectuais em busca de maiores lucros. A Federação Chinesa de Associação de Rádio e Televisão alertou os membros para serem cautelosos com ofertas de emprego falsas, dizendo que “muitos” foram enganados “resultando em danos significativos à sua segurança pessoal e financeira”.
‘O ambiente era muito perigoso’
Jia Jia levantou o alerta pela primeira vez em uma postagem nas redes sociais dizendo que Wang havia desaparecido. A postagem dizia que depois que Wang foi informado de que eles não iriam ficar em Bangkok, ele compartilhou sua localização com ela e eles continuaram enviando mensagens de texto no WeChat até perderem contato perto da fronteira. Jia Jia contatou a polícia de Xangai e os escritórios consulares chineses na Tailândia, antes de viajar ela mesma para a Tailândia. Suas postagens foram compartilhadas por celebridades chinesas, e uma hashtag relacionada gerou mais de meio bilhão de engajamentos no Weibo.
Na terça-feira da semana passada, foi anunciado que Wang havia sido encontrado, mais de um mês após seu sequestro. As fotos mostravam o ator com a cabeça raspada, sentado com policiais tailandeses.
Num vídeo filmado no seu voo de volta para casa, publicado pela mídia chinesa, Wang disse que esteve na Tailândia em 2018 a trabalho e, portanto, considerou que este último convite era uma filmagem normal. Ele descreveu ter sido enviado através da fronteira para Mianmar e empurrado para dentro de um carro por homens armados. Ele foi levado para um prédio onde pelo menos outras 50 pessoas também estavam detidas, disse ele, e todos foram forçados a ter a cabeça raspada e a receber treinamento para trabalhar em fraudes.
“O ambiente era muito perigoso. Não consigo dormir, não tenho tempo só para fazer xixi”, disse ele no vídeo.
Nenhuma prisão foi anunciada em relação ao desaparecimento de Wang. As autoridades tailandesas e chinesas estão supostamente a trabalhar em conjunto para coordenar as buscas por outros cidadãos desaparecidos.
Nos últimos anos houve grandes repressões em todo o sudeste da Ásiaprendendo dezenas de milhares de membros de sindicatos internacionais que têm conexões com o submundo na Tailândia, Mianmar, China, Camboja, Filipinas e Taiwan.
Mas a indústria e os sequestros que abastecem a sua força de trabalho continuam.
Nos dias que antecederam o regresso de Wang, outros atores chineses falaram nas redes sociais sobre as suas próprias experiências semelhantes. O ator Xu Dajiu disse que foi enganado para voar para a Tailândia depois de lhe oferecerem um suposto papel em um drama filmado no país, mas fugiu antes que pudesse ser levado.
Na quinta-feira da semana passada, surgiram relatos de dois outros cidadãos chineses – o modelo masculino Yang Zeqi e a mulher de 21 anos Wu Jiaqi – que desapareceram em circunstâncias semelhantes. Yang voou para Bangkok em 20 de dezembro para um suposto teste de filme, mas também foi levado até a fronteira. Em seu último contato conhecido, Yang disse à mãe em uma videochamada que estava bem, mas tinha ferimentos visíveis nos olhos, segundo a mídia chinesa. O paradeiro e o bem-estar de Wu são desconhecidos. A polícia tailandesa está investigando ambos os casos.
‘A Tailândia tem que acordar e tentar fazer alguma coisa’
Para a Tailândia, o caso de Wang trouxe publicidade indesejável. Em meio à extensa cobertura da mídia, quase meio milhão de postagens no aplicativo de mídia social Xiaohongshu na semana passada perguntaram “como cancelo minhas férias na Tailândia?” . Esta semana, a estrela pop de Hong Kong Eason Chan cancelou seus shows na Tailândia agendado para fevereiro, citando temores de segurança para a equipe e fãs na Tailândia após a provação de Wang.
No porta-voz do Estado da China, China Diariamente, um artigo de opinião dizia que os crimes “poderiam minar a confiança dos turistas chineses nos países vizinhos”.
As autoridades tailandesas estão agora a lutar para tranquilizar o seu maior mercado turístico. O desaparecimento de Wang ocorreu pouco antes do ano novo lunar, época de pico das férias, quando a Tailândia espera receber até 30 mil chegadas diárias da China.
Pattaraanong Na Chiangmai, da Autoridade de Turismo da Tailândia, disse ao Bangkok Post que estava monitorando a reação ao caso, com cinco escritórios na China acompanhando a cobertura noticiosa e o sentimento nas redes sociais.
As preocupações dos turistas chineses sobre viajar para a Tailândia não são novas. Em 2023, o thriller chinês No More Bets tornou-se um sucesso de bilheteria. Conta a história de dois cidadãos chineses que são traficados e forçados a trabalhar num complexo fraudulento no sudeste da Ásia.
A Tailândia tem tentado livrar-se dessa publicidade negativa.
Pouco depois de retornar à Tailândia, Wang apareceu na TV tailandesa ao lado da polícia. Ele agradeceu às autoridades tailandesas pela “oportunidade de voltar ao meu país”. Diante das câmeras, o policial pediu-lhe que dissesse aos repórteres, em chinês, que a Tailândia estava segura e que ele voltaria.
Os actores e modelos são vítimas de destaque, mas estão entre centenas de milhares de outras pessoas traficadas em toda a região, muitas delas ainda desaparecidas.
As estimativas do número de compostos em Myawaddy variam. Rangsiman Rome, vice-líder do Partido Popular da oposição tailandesa e presidente do comitê da Câmara sobre segurança nacional, disse ao Guardian que foi informado de que havia agora cerca de 40 complexos fraudulentos na cidade. “Estamos falando de uma fraude estatal, fraude industrial (em escala)”, disse ele. “É uma ameaça para a Tailândia e para a comunidade internacional.”
“A Tailândia tem que acordar e tentar fazer alguma coisa. Não quero que a Tailândia seja o agente da fraude”, afirmou, acrescentando que a imagem do país como destino turístico seguro e acolhedor também está em jogo.
“Isso destruirá o nosso turismo e, sem turismo, a Tailândia terá uma crise económica muito grave.”
Não está claro como a libertação de Wang foi garantida. As fábricas gozam frequentemente de protecção contra autoridades locais corruptas e grupos armados. Anterior relatórios publicado pelo Guardian sugere que alguns reféns conseguem escapar se eles ou as suas famílias puderem exercer pressão sobre as autoridades locais ou subornar os gangues que preferem deixar alguém ir em vez de chamar demasiada atenção para as suas operações.
Para as famílias das pessoas ainda desaparecidas, o regresso de Wang mostrou como as autoridades podem fazer mais para ajudar as vítimas. Nas redes sociais chinesas, um pedido conjunto de ajuda das famílias de 174 pessoas que se acredita estarem desaparecidas em Mianmar, ganhou ampla atenção onlineenquanto em Hong Kong um ex-político ajudava as famílias das vítimas apelou ao governo para revelar como eles levaram Wang para casa.
Ao regressar à China, Wang e Jia Jia agradeceram às pessoas que ajudaram a divulgar a sua situação, bem como às autoridades e ao pessoal consular da região.
“Sou apenas uma pessoa comum que fica com medo e preocupada”, disse Wang. “Mas justamente quando eu estava prestes a desistir completamente, foi você quem me deu esperança, me deixou escolher acreditar um pouco mais, persistir um pouco mais e me ajudou a me recuperar.”
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Gestão superior cumpre agenda institucional no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026A Reitoria da Ufac cumpriu agenda institucional no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. De segunda-feira, 26, até esta quarta-feira, 28, o reitor Josimar Ferreira e integrantes da administração superior se reuniram com a comunidade universitária para tratar de demandas e apresentar projetos da nova gestão.
“Foi uma reunião de apresentação das equipes, das pró-reitorias, mas também de escuta, uma escuta permanente, de um diálogo muito próximo da nossa comunidade”, disse Josimar. Ele entregou a portaria de nomeação do diretor-geral do campus Floresta, Hugo Mota Ferreira Leite.
“A visita da Reitoria e toda a equipe dos pró-reitores foi muito importante para promover esse primeiro contato da nova gestão com a comunidade acadêmica, ouvir as demandas, apresentar as realizações ao longo desses 70 dias de gestão, o que já foi feito e o que ainda será feito”, pontuou Ferreira Leite.
Uma das principais atividades ocorreu na terça-feira, 27, com a entrega de equipamentos destinados aos programas de pós-graduação de Cruzeiro do Sul. A iniciativa, realizada por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, tem como objetivo melhorar as condições de ensino e pesquisa.
Atualmente, o campus Floresta conta com três programas de mestrado, e a agenda também incluiu discussões sobre a proposta de doutorado. Josimar destacou a necessidade de avançar na estruturação dos laboratórios e na formação de pesquisadores, considerando a biodiversidade regional, os saberes tradicionais e as possibilidades de internacionalização.
Também participaram da entrega o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; o diretor de Pós-Graduação, Genilvado Moreira; e o diretor de Inovação, Paulo Trazzi.

Orçamento
Durante a programação, a Reitoria e a Pró-Reitoria de Planejamento se reuniram com diretores de centros e representantes da Direção-Geral do campus para tratar de questões relacionadas ao orçamento institucional, demandas administrativas, fluxos de processos e sistemas de gestão. O encontro contou com a participação do pró-reitor Edcarlos Miranda de Souza.
As atividades também envolveram discussões sobre projetos de extensão e possibilidades de captação de recursos. Em reunião com diretores de centros e coordenadores de cursos, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, abordou demandas acadêmicas e mecanismos de fomento às ações extensionistas desenvolvidas no campus.
Entre os projetos apresentados à Reitoria, esteve a proposta de criação de uma trilha agroecológica no campus Floresta, apresentada pela professora Sonaira Souza da Silva. A iniciativa pretende utilizar a natureza como espaço educativo, com previsão de visitação pública, construção de um quiosque para exposição de produtos desenvolvidos em experimentos e projetos universitários e instalação de uma torre de aproximadamente 30 metros para observação do dossel da floresta.
Prática jurídica e inclusão
A agenda contemplou ainda uma reunião com o professor Daniel de Faria Galvão, do curso de Direito, que apresentou demandas relacionadas ao funcionamento do curso, especialmente às necessidades do Núcleo de Prática Jurídica. Ele manifestou satisfação com a receptividade da nova gestão e a abertura para discutir as questões apresentadas.
As políticas de inclusão e representatividade estudantil também fizeram parte das atividades. A pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, reuniu-se com representantes do Núcleo de Apoio à Inclusão para conhecer demandas relacionadas ao atendimento da comunidade acadêmica.
Em outro encontro, o estudante Samuel Lima Pereira Arara, representante do coletivo indígena da Ufac, apresentou questões relacionadas à representatividade, à participação em eventos e à proposta de criação de uma comissão para acompanhar as demandas dos estudantes indígenas.

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Clube do Livro Amaro comemora 3 anos de leituras e discussões — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026O projeto de extensão Clube do Livro Amaro, da Ufac, completa, neste mês de outubro, três anos de atividades dedicadas à leitura e à discussão de obras da literatura brasileira e mundial, reunindo participantes com diferentes formações, trajetórias e experiências de leitura. Criado em outubro de 2023, o projeto é coordenado pelos professores Carlisson de Oliveira e Maysa Dourado.
Segundo os coordenadores, a celebração do terceiro aniversário representa um momento de reconhecimento da trajetória construída coletivamente e, sobretudo, da importância dos participantes para a continuidade do projeto.
“Ao longo desse período, o clube tornou-se um espaço em que diferentes olhares sobre uma mesma obra se encontram, se complementam e, muitas vezes, se contrapõem, fazendo da leitura uma experiência de troca e descoberta”, ponderaram. “Ao completar três anos, o Clube do Livro Amaro reafirma seu compromisso com a valorização da literatura, a formação de leitores e o fortalecimento dos vínculos entre a universidade e a sociedade.”
Trajetória
O clube iniciou suas atividades com a leitura de “Medeia”, de Eurípides. Na sequência, foram discutidas as obras “Gota d’Água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes, e “Mata Teu Pai”, de Grace Passô, estabelecendo, desde os primeiros encontros, um diálogo entre obras de diferentes períodos históricos e tradições literárias.
Ao longo desses três anos, o grupo percorreu um repertório diversificado, que inclui clássicos como “Odisseia”, de Homero; “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen; “Hamlet”, de William Shakespeare; e “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway. A literatura brasileira também ocupa lugar de destaque, com obras de Machado de Assis, Conceição Evaristo, Milton Hatoum, Rachel de Queiroz, Maria Firmina dos Reis, José Lins do Rego, entre outros.
O percurso de leituras contempla ainda diferentes vozes e perspectivas culturais, com obras de autoras como Toni Morrison, Paulina Chiziane, Isabel Allende e Marguerite Yourcenar, ampliando as discussões sobre identidade, memória, relações humanas, desigualdades sociais e questões históricas e culturais.

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Ufac celebra o Dia do Servidor Público no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026A Ufac realizou a comemoração do Dia do Servidor Público no campus Floresta. O evento ocorreu nessa terça-feira, 27, reunindo professores, técnico-administrativos, integrantes da administração superior e de sindicatos. A programação contou com a cerimônia de entrega das portarias para a nova diretoria da universidade em Cruzeiro do Sul (AC) e a entrega de crachás aos servidores.
O reitor Josimar Ferreira entregou as portarias que designam o professor Hugo Mota Ferreira Leite como diretor-geral do campus e o servidor técnico-administrativo Anselmo de Jesus Damasceno como diretor de Administração, Manutenção e Infraestrutura.
Ele também fez a entrega simbólica de crachás a quatro servidores, sendo que cada um contabiliza 20 anos de trabalho na Ufac: os técnicos em assuntos educacionais Alexon de Lima Moura Barros e Fernanda Cristina Jucá de Lima; os professores Francisco Ricardo Negri e Maria Aldecy Rodrigues de Lima.
Além disso, houve uma apresentação institucional ministrada pelo coordenador da área de saúde dos Serviços Social do Transporte (Sest) e Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) de Cruzeiro do Sul, Francisco da Silva Souza, destacando os benefícios da parceria firmada com a universidade. Para celebrar a data, a administração realizou, ainda, sorteios comemorativos conduzidos pelo reitor.
Também compuseram a mesa de solenidade a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Antonio Amaro; o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Miranda; o pró-reitor de Administração, Tony Eli da Silva Roca; a vice-diretora do CEL, no exercício da direção, Francisca Adma de Oliveira Martins; o diretor do CMulti, Antonio William Flores de Melo; o coordenador de Gestão de Recursos Humanos, Jason de Oliveira Gomes; a representante da Adufac, Suerda Mara Monteiro Vital; e o representante do Sintest, Bruno César Mota Brandão.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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