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Um esqueleto de dinossauro gigante vendido por 6 milhões de euros em Yvelines
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O maior esqueleto de dinossauro alguma vez colocado em leilão, com 22 metros de comprimento, foi vendido no sábado, 16 de novembro, em Dampierre-en-Yvelines (Yvelines) por mais de 6 milhões de euros, apurou a Agence France -Imprensa às casas de leilões.
O comprador anônimo é um colecionador que disse querer confiar o esqueleto de um apatossauro, um herbívoro gigante, a um museu, como as casas Collin du Bocage e Barbarossa. “Este leilão é um dos mais altos realizados para um esqueleto de dinossauro na França”deu as boas-vindas a Olivier Collin du Bocage.
Composto por 75% a 80% dos ossos originais, o imponente exemplar é o maior dinossauro já colocado em leilão. O esqueleto do gigante herbívoro, que pesou cerca de vinte toneladas durante a sua vida e provavelmente atingiu os 45 anos, passou o verão no laranjal do castelo de Dampierre-en-Yvelines, cerca de cinquenta quilómetros a sudoeste de Paris, onde reis Luís XIII, Luís XIV e Luís XV permaneceram no seu tempo.
Descoberto em 2018 no Wyoming
Os restos deste apatossauro, apelidado de Vulcano, foram descobertos em 2018 no Wyoming, nos Estados Unidos, onde a lei permite que indivíduos adquiram concessões na esperança de escavar ossos pré-históricos.
As escavações ocorreram entre 2019 e 2021 e foram financiadas por um investidor francês. O fóssil, que inclui 300 ossos, foi então enviado para França para processamento. Este trabalho de restauro foi realizado durante dois anos pela empresa Laboratório Paleomoove na sua oficina no Luberon, no Sudeste. O contrato de venda prevê que o futuro proprietário se comprometa a dar acesso ao dinossauro aos paleontólogos para estudá-lo.
O mundo com AFP
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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19 horas atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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